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Ministério da Cultura e o Governo de Minas Gerais apresentam:
Todas as publicações


Retrospectiva Luna Alkalay: entre paixões e fúrias
Retrospectiva Lula Alkalay: entre paixões e fúrias
Juliana Gusman
20 de ago.2 min de leitura


Carta a uma jovem cineasta latinoamericana: como sobreviver de cinema?
Afinal, como fazer cinema e ganhar dinheiro com isso?A maioria de nós estamos perdidos, entre mil manobras e alguma persistência, procurando rotas criativas distintas para poder seguir esse sonho.
Izabela Silva
16 de ago.18 min de leitura


Sessão Cineclube Ibero-americano Permanente: os fantasmas atemporais de Fina Torres
Oriana (1985), o primeiro longa-metragem de Fina Torres, inspirado no conto da colombiana Marvel Moreno, evoca fantasmas. Pela sua abordagem temática mais ampla – memórias e segredos familiares – e pela atmosfera idílica e temporalmente suspensa, instituída por uma montagem que turva limiares entre o presente e o passado, a diretora recupera, em sua estreia, a imaterialidade de certas heranças femininas, esfíngicas e desordeiras.
Juliana Gusman
13 de ago.9 min de leitura


Ver-me vê-las (sendo vistas): mais apontamentos rumo a uma crítica feminista de cinema
"Cada pixel e cada traço de tinta têm um preço", escrevíamos no manifesto de La Rabia, intitulado «(Apuntes) hacia una crítica feminista de cine» — um espaço de crítica feminista do cinema latino-americano que começávamos a montar como quem organiza um quarto dentro de outro, uma pequena sala ainda sem poltronas onde entravam os filmes que víamos em festivais, outros que encontrávamos online, nomes de mulheres, companheiras que íamos cruzando, cenas de desejo que a cinefilia
Valentina Vignardi
6 de jul.20 min de leitura


21ª Mostra de Cinema de Ouro Preto - Filmar mulheres, esquecer o resto...
O sábado da Mostra me trouxe uma imagem da qual não consigo escapar. Uma mulher loira, impecavelmente maquiada e vestida, empunha um chicote. Na frente dela, um homem negro; seu nome, de uma ironia cínica, é Zé Preto e ele é açoitado num celeiro enquanto um cavalo observa ao fundo. Após acoitá-lo até sangrar, ela transa com ele. A cena se deu como um ponto de inflexão e, enquanto lutava contra meu desconforto e vontade de evadir, não conseguia me conformar. O que ele quis diz
Nayara Aguiar
29 de jun.4 min de leitura


21ª Mostra de Cinema de Ouro Preto - Sobreviver nas imagens
Foi um encontro raro o que a Mostra reservou ao público: duas das realizadoras mais importantes do cenário brasileiro, Helena Solberg e Lúcia Murat, sentadas frente a frente, não para falar sobre seus filmes de forma protocolar, mas para vasculhar juntas o que ainda falta entender sobre as próprias trajetórias — e sobre um cinema brasileiro que, há décadas, carrega lacunas em relação às mulheres que o fizeram.
Nayara Aguiar
27 de jun.3 min de leitura


Pensar e fazer curadoria com mulheres
No décimo segundo dia de setembro, ano de 2025, fui a uma sessão de cinema que aguardava acontecer há, pelo menos, uma década. O filme era Os homens que eu tive (1973) dirigido por Tereza Trautman. Soube desse filme enquanto realizava minha pesquisa de doutorado, dedicada ao estudo do que nomeei como “cinema com mulheres”.
Carla Maia
23 de jun.19 min de leitura


Sessão Cineclube Ibero-americano Permanente: As duas mosqueteiras de Cecilia Bartolomé
Considerado o primeiro filme feminista do cinema espanhol, Vamos, Bárbara (1978) é uma equação de acaso e sorte. O projeto para adaptar Alice não mora mais aqui (1974), de um jovem promissor da Nova Hollywood, Martin Scorsese – ele mesmo, pouco afeito aos protagonismos femininos, convocado à essa direção pela atriz Ellen Burstyn, que viveria a personagem título – foi rejeitado pelos seus destinatários originais. Diante da recusa do produtor Manuel Gutiérrez Aragón e da direto
Juliana Gusman
19 de jun.10 min de leitura


Os três encontros de Rania Stephan
Este texto foi escrito para a sessão comentada de Os três desaparecimentos de Soad Hosni (2011), exibido na Mostra de Cinema Árabe Feminino, no Cine Santa Tereza de Belo Horizonte, em maio de 2026.
Juliana Gusman
3 de jun.11 min de leitura


Morada, 15 anos: o processo criativo do filme
Por Joana Oliveira | Metacríticas Esse texto foi feito durante o processo de pesquisa do doutorado em andamento realizado em cotutela entre a faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa e a Escola de Belas Artes da Universidade Federal de Minas Gerais, sob as orientações da professora Paula Caspão (Portugal) e Rafael Conde (Brasil). Em dezembro de 2025, o filme Morada completou 15 anos de sua primeira exibição. Houve uma sessão comemorativa no Cine Santa Tereza em Belo
Joana Oliveira
29 de mai.27 min de leitura


Políticas do olhar no cinema: notas sobre curadoria, afeto, escuta e visibilidade.
Curar não é apenas escolher filmes, ou escolher os “melhores”. É, antes de tudo, um exercício de escuta ao que pede passagem. Escutar o que as imagens dizem, e também o que silenciam, os contextos de produção, as urgências políticas e simbólicas do tempo presente, e os modos como determinados corpos, narrativas e imaginários insistem em existir apesar das condições adversas de visibilidade. Pensar a curadoria como prática de escuta implica deslocá-la de um lugar de suposta au
Vanessa Santos
22 de mai.7 min de leitura


Las Amantes del Señor de la Noche: o subversivo e ousado sabá de Isela Vega
Por Gabriela Müller Larocca | Ensaios Desde muito cedo, a bruxa tem sido uma figura central no cinema. Do filme mudo sueco-dinamarquês de 1922, Häxan – A Feitiçaria Através dos Tempos, até produções mais recentes, como o famoso A Bruxa (2015), essa figura mitológica vem povoando o audiovisual há décadas, prova de um contínuo fascínio coletivo que existe sobre ela. Embora alguns filmes retratem as bruxas por um prisma mais simpático e até mesmo cômico, na grande maioria das ve
Gabriela Müller Larocca
12 de mai.13 min de leitura


Por entre as brechas sapatônicas no cinema brasileiro
Sou um corpo dissidente do (cis)tema de sexo-gênero. Moro na borda ou em borderlands, como sugere Anzaldúa. Habito fronteiras. Sou aquilo que nem eu mesmo sei nomear. Tateio algumas palavras na tentativa de. Escrevo daqui do meu quarto, ano de 2025, cidade de Belo Horizonte. Vivo dentro de um corpo e ao mesmo tempo estou além dele, em um corpo mundo, um corpo com fome de mundo. Um corpo sapatão não binário. Sou dissidente da normatividade e com isso carrego bagagens, muitas v
Lui Nascimento
4 de mai.16 min de leitura


De que cor será a vida no futuro?
Karin Cuyul estrenó su segundo largometraje documental La vida que vendrá (2025), alcanzando un punto de especial madurez y lucidez en su carrera, en que apuesta por proponer imaginarios sobre la transición democrática de Chile en los noventa, entendida como un proceso de traspaso pacífico del poder de un régimen autoritario a uno democrático, que duró más de lo que nadie imaginó. Incluso, delineando lo que algunos consideran más bien una post dictadura, dado que se mantienen
Marisol Aguila Bettancourt
14 de abr.4 min de leitura


Sessão Cineclube Ibero-americano Permanente: as pequenas revoluções diárias das senhoras de ninguém
Por Juliana Gusman | Ensaios A censura perpetrada pelo regime repressor na Argentina dos anos 1970 privou Leonor Vitali, personagem de Luisina Brando em Señora de Nadie (1982), de alguns excessos. Maria Luísa Bemberg teve que readequar o primeiro roteiro que ousou filmar, no cume dos seus cinquenta anos, para preservar a impertinência da dona de casa que se confronta com o cinismo insustentável da família burguesa. Retomando-o após o seu engavetamento compulsório de meia déca
Juliana Gusman
1 de abr.5 min de leitura


Estradas e desvios curatoriais - As faces da Showgirl
Por Juliana Gusman | Ensaios Cine Humberto Mauro, março de 2026 A showgirl é uma entidade quase mística que enfeitiça o cinema de tempos em tempos. Este termo, consolidado pelo glamour dos vaudevilles do início do século passado, deu nome e corpo às mulheres que, partindo da commedia dell’arte proto-burlesca da Itália, passando pela boemia francesa institucionalizada pelos cabarés até chegar à plasticidade das folies nova-iorquinas, epitomariam, à primeira vista, objetos fe
Juliana Gusman
27 de fev.5 min de leitura


Stronger than Love: ¡Too Much Mexican Melodrama!
Stronger than Love: ¡Too Much Mexican Melodrama! foi um programa itinerante do coletivo feminista Invisible Women, produzido como parte da campanha "Too Much: Melodrama on Screen" do British Film Institute. Entre outubro e dezembro de 2025, o programa percorreu o Reino Unido com quatro filmes da Era de Ouro do Cinema Mexicano: visualmente exuberantes e emocionalmente explosivos. De uma perspectiva feminista, a série celebrou a estética apurada e as paixões indomáveis do melod
Camilla Baier
23 de fev.15 min de leitura


Contra a pureza, sobre o cinema de Matilde Landeta
Juntamente com Mimí Derba (La tigresa , 1917) e Adela Sequeyro (La mujer de nadie , 1937), Matilde Landeta foi uma das primeiras cineastas do México e a única que, com alguma visibilidade, desempenhou os papéis de roteirista, produtora e diretora durante o período clássico. Nascida por volta de 1913 na Cidade do México, ficou órfã aos três anos de idade e foi criada pela avó materna em San Luis Potosí, onde completou seus estudos iniciais. Lá, descobriu o teatro e o cinema, m
Karina Solórzano
8 de fev.8 min de leitura


Sessão Cineclube Ibero-americano Permanente: mulheres da rua, contrabandistas do cinema
Eu retomo a escrita deste material depois de um intervalo de nove dias. Estive na Mostra de Cinema de Tiradentes, uma espécie de vórtex sensorial que não nos permite devaneios externos. Mas, em um evento em que se conjurou tantas forças espectrais – do fantasma da ópera de Júlio Bressane à aparição feminina encarnada por Lorena Zanetti no novo filme de Lincoln Péricles – o espírito de Matilde Landeta pairou denso nas vésperas do vigésimo sétimo aniversário de sua morte, també
Juliana Gusman
5 de fev.11 min de leitura


Ressaca: bate e volta Tiradentes
Quando Juliana Antunes e Camila Matos sobem ao palco do Cine-Tenda para receber um prêmio carregando um cartaz em que se lê “políticas públicas para diretoras”, com um cifrão circulado em vermelho, lembrei-me de Matilde Landeta.
Juliana Gusman
2 de fev.5 min de leitura








































![No novo ensaio publicado em nosso site, escrito sob o calor da exibição de Vámonos, Bárbara (1978) no Cineclube Ibero-americano Permanente, nesta quarta-feira, dia 17 de junho, Juliana Gusman destrincha como a cineasta espanhola Cecilia Bartolomé tensiona o texto matriz de Martin Scorsese (Alice Não Mora Mais Aqui) através de um exercício de distanciamento formal e discursivo.
Longe de se curvar às estéticas do norte global, o texto de Juliana reafirma a posição do filme na cartografia ibero-americana, costurando cumplicidades com o cinema de ruptura feito por mulheres aqui:
“Talvez Vamos, Bárbara se achegue mais, na verdade, de nosso próprio road movie feminista inaugural, Mar de Rosas (1977), de Ana Carolina. [...] a Betinha de Cristina Pereira compartilha certas inadequações incendiárias com a Bárbara de Cristina Alvarez – para além da cabalística coincidencia no nome de suas intérpretes.”
Leia mais sobre a diretora e sua obra no ensaio de @juliana.gusman, escrito para o 3º encontro do Cineclube Ibero-americano Permanente, uma parceria entre Sara y Rosa, Cine Humberto Mauro do @palaciodasartes_ e Instituto Cervantes de BH.
🔗 Leia o ensaio completo em sarayrosa.com
#SaraYRosa #CeciliaBartolome #CinemaFeminista #CríticaFeminista
🇪🇸
En un nuevo ensayo escrito a raíz de la proyección de Vámonos, Bárbara (1978) en el Cineclub Iberoamericano Permanente, Juliana Gusman analiza cómo la cineasta española Cecilia Bartolomé desafía el material de origen de "Alice Doesn’t Live Here Anymore" (de Martin Scorsese) mediante un ejercicio de distanciamiento formal y discursivo, y reafirma el lugar de la película en el panorama de cine iberoamericano, estableciendo vínculos con el cine pionero de mujeres aqui:
"Quizás Vamos, Bárbara acercase, de hecho, a nuestro propio roadmovie feminista inaugural "Mar de Rosas"(1977), de Ana Carolina. Felicidade, el personaje poco convencional de Norma Bengell, es más sombría que Ana y su destino, menos próspero, pero la Betinha de Cristina Pereira comparte ciertas deficiencias incendiarias con la Bárbara de Cristina Álvarez, más allá de la coincidencia cabalística en los nombres de sus intérpretes."
🔗 Lee el texto en sarayrosa.com](https://scontent-den2-1.cdninstagram.com/v/t51.82787-15/726575221_17917835919390781_4399166472106971886_n.jpg?stp=dst-jpg_e35_tt6&_nc_cat=110&ig_cache_key=MzkyMjkxOTIzMDUwMTM5NzgxMw%3D%3D.3-ccb7-5&ccb=7-5&_nc_sid=a54f6b&efg=eyJlZmdfdGFnIjoiYmVzdF9pbWFnZV91cmxnZW4uQ0FST1VTRUxfSVRFTS5DMyJ9&_nc_ohc=3_pr4onlYAQQ7kNvwGTpjiF&_nc_oc=AdoTI-s9KCUKzLkv1Jjp4P3_Ja6lbcJ6_oOaT5Z0gqnpCOy0t-OsTr5D3FMQT9nccms&_nc_zt=23&_nc_ht=scontent-den2-1.cdninstagram.com&edm=ANo9K5cEAAAA&_nc_gid=ayuza5R5QczLoebyfGs7ww&_nc_tpa=Q5bMBQJWylna8NKaTjScr0KHxpFeWpz_VdXxv4xgUgIxGOtt6wY6GE_304sOJuMZypyCs98O0eGGFbnA&oh=00_AQIUMC7lvhNJPFNLn9pI2a1PgEKG48mvWBEsefMUQdKN2g&oe=6AA85CFF)
![No novo ensaio publicado em nosso site, escrito sob o calor da exibição de Vámonos, Bárbara (1978) no Cineclube Ibero-americano Permanente, nesta quarta-feira, dia 17 de junho, Juliana Gusman destrincha como a cineasta espanhola Cecilia Bartolomé tensiona o texto matriz de Martin Scorsese (Alice Não Mora Mais Aqui) através de um exercício de distanciamento formal e discursivo.
Longe de se curvar às estéticas do norte global, o texto de Juliana reafirma a posição do filme na cartografia ibero-americana, costurando cumplicidades com o cinema de ruptura feito por mulheres aqui:
“Talvez Vamos, Bárbara se achegue mais, na verdade, de nosso próprio road movie feminista inaugural, Mar de Rosas (1977), de Ana Carolina. [...] a Betinha de Cristina Pereira compartilha certas inadequações incendiárias com a Bárbara de Cristina Alvarez – para além da cabalística coincidencia no nome de suas intérpretes.”
Leia mais sobre a diretora e sua obra no ensaio de @juliana.gusman, escrito para o 3º encontro do Cineclube Ibero-americano Permanente, uma parceria entre Sara y Rosa, Cine Humberto Mauro do @palaciodasartes_ e Instituto Cervantes de BH.
🔗 Leia o ensaio completo em sarayrosa.com
#SaraYRosa #CeciliaBartolome #CinemaFeminista #CríticaFeminista
🇪🇸
En un nuevo ensayo escrito a raíz de la proyección de Vámonos, Bárbara (1978) en el Cineclub Iberoamericano Permanente, Juliana Gusman analiza cómo la cineasta española Cecilia Bartolomé desafía el material de origen de "Alice Doesn’t Live Here Anymore" (de Martin Scorsese) mediante un ejercicio de distanciamiento formal y discursivo, y reafirma el lugar de la película en el panorama de cine iberoamericano, estableciendo vínculos con el cine pionero de mujeres aqui:
"Quizás Vamos, Bárbara acercase, de hecho, a nuestro propio roadmovie feminista inaugural "Mar de Rosas"(1977), de Ana Carolina. Felicidade, el personaje poco convencional de Norma Bengell, es más sombría que Ana y su destino, menos próspero, pero la Betinha de Cristina Pereira comparte ciertas deficiencias incendiarias con la Bárbara de Cristina Álvarez, más allá de la coincidencia cabalística en los nombres de sus intérpretes."
🔗 Lee el texto en sarayrosa.com](https://scontent-den2-1.cdninstagram.com/v/t51.82787-15/726575221_17917835919390781_4399166472106971886_n.jpg?stp=dst-jpg_e35_tt6&_nc_cat=110&ig_cache_key=MzkyMjkxOTIzMDUwMTM5NzgxMw%3D%3D.3-ccb7-5&ccb=7-5&_nc_sid=a54f6b&efg=eyJlZmdfdGFnIjoiYmVzdF9pbWFnZV91cmxnZW4uQ0FST1VTRUxfSVRFTS5DMyJ9&_nc_ohc=3_pr4onlYAQQ7kNvwGTpjiF&_nc_oc=AdoTI-s9KCUKzLkv1Jjp4P3_Ja6lbcJ6_oOaT5Z0gqnpCOy0t-OsTr5D3FMQT9nccms&_nc_zt=23&_nc_ht=scontent-den2-1.cdninstagram.com&edm=ANo9K5cEAAAA&_nc_gid=ayuza5R5QczLoebyfGs7ww&_nc_tpa=Q5bMBQJWylna8NKaTjScr0KHxpFeWpz_VdXxv4xgUgIxGOtt6wY6GE_304sOJuMZypyCs98O0eGGFbnA&oh=00_AQIUMC7lvhNJPFNLn9pI2a1PgEKG48mvWBEsefMUQdKN2g&oe=6AA85CFF)
















![“Curar não é apenas escolher filmes; [...] é, antes de tudo, um exercício de escuta ao que pede passagem.”
Neste texto, Vanessa Santos defende a curadoria enquanto um campo relacional. Partindo da obra "Le Grand Calao", ela nos convida a romper com a lógica da exaustão e a enxergar o descanso como um gesto radical de resistência.
“Entre afetos, silêncios e partilhas, vai sendo tecida uma ode ao tempo feminino, numa atmosfera que desafia o peso do cotidiano e que irradia o desejo de existir fora das obrigações.”
Para Vanessa, o olhar curatorial é uma construção que atravessa memórias, desejos e a urgência de criar condições de aparecimento para narrativas historicamente marginalizadas. Aqui, programar filmes torna-se um ato de desobediência visual que recusa o fardo e reivindica o prazer.
Uma proposta essencial para quem pensa o cinema como um território vivo de disputas simbólicas e políticas.
🔗 Leia o texto completo em sarayrosa.com
#SarayRosa #VanessaSantos #Curadoria #CinemaNegro #PoliticasDoOlhar #LeGrandCalao
🇪🇸
“Curar no es meramente elegir películas; [...] es, sobretodo, un ejercicio de escucha de aquello que busca abrirse paso.”
En este texto, Vanessa Santos defiende por la curaduría como un campo relacional. Tomando como referencia la obra "Le Grand Calao", ella nos invita a romper con la lógica del agotamiento y a concebir el descanso como un gesto radical de resistencia.
“Entre afectos, silencios y actos de compartir, se teje una oda al tiempo femenino; todo ello en una atmósfera que desafía el peso de lo cotidiano y irradia el deseo de existir más allá de la obligación”.
Para Vanessa, la mirada curatorial es un constructo que atraviesa memorias, deseos y la urgencia de crear las condiciones propicias para el surgimiento de narrativas históricamente marginadas. Aquí, la programación de películas se convierte en un acto de desobediencia visual que rechaza la carga y reivindica el placer.
Una propuesta imprescindible para todo aquel que conciba el cine como un territorio vivo de disputa simbólica y política.
🔗 Lee el texto completo en sarayrosa.com](https://scontent-den2-1.cdninstagram.com/v/t51.82787-15/704750670_17913389088390781_5809290323017999812_n.jpg?stp=dst-jpg_e35_tt6&_nc_cat=107&ig_cache_key=MzkwMjcwMTYwMjE1MTQxNTgyOQ%3D%3D.3-ccb7-5&ccb=7-5&_nc_sid=a54f6b&efg=eyJlZmdfdGFnIjoiYmVzdF9pbWFnZV91cmxnZW4uQ0FST1VTRUxfSVRFTS5DMyJ9&_nc_ohc=gDWJ44elDbEQ7kNvwGptoV1&_nc_oc=AdoWJk-SKNWvQgHNXH1iUlGFGXH7Csxsc9rVsDSt_uOj0Xsp4fMy7QQj90U8GIt3sAg&_nc_zt=23&_nc_ht=scontent-den2-1.cdninstagram.com&edm=ANo9K5cEAAAA&_nc_gid=ayuza5R5QczLoebyfGs7ww&_nc_tpa=Q5bMBQK7zURZ-rdAD6QPR1A9Hqwxi48mB1QzUSsaO-uiBp1pvh1-r9T9HDXqytmShypcSGSRzBuhjPhF&oh=00_AQIyweEMkGLVD_qFgmfIU9snYXwIoHwqddHP3r8rS_Gskw&oe=6AA856B6)
![“Curar não é apenas escolher filmes; [...] é, antes de tudo, um exercício de escuta ao que pede passagem.”
Neste texto, Vanessa Santos defende a curadoria enquanto um campo relacional. Partindo da obra "Le Grand Calao", ela nos convida a romper com a lógica da exaustão e a enxergar o descanso como um gesto radical de resistência.
“Entre afetos, silêncios e partilhas, vai sendo tecida uma ode ao tempo feminino, numa atmosfera que desafia o peso do cotidiano e que irradia o desejo de existir fora das obrigações.”
Para Vanessa, o olhar curatorial é uma construção que atravessa memórias, desejos e a urgência de criar condições de aparecimento para narrativas historicamente marginalizadas. Aqui, programar filmes torna-se um ato de desobediência visual que recusa o fardo e reivindica o prazer.
Uma proposta essencial para quem pensa o cinema como um território vivo de disputas simbólicas e políticas.
🔗 Leia o texto completo em sarayrosa.com
#SarayRosa #VanessaSantos #Curadoria #CinemaNegro #PoliticasDoOlhar #LeGrandCalao
🇪🇸
“Curar no es meramente elegir películas; [...] es, sobretodo, un ejercicio de escucha de aquello que busca abrirse paso.”
En este texto, Vanessa Santos defiende por la curaduría como un campo relacional. Tomando como referencia la obra "Le Grand Calao", ella nos invita a romper con la lógica del agotamiento y a concebir el descanso como un gesto radical de resistencia.
“Entre afectos, silencios y actos de compartir, se teje una oda al tiempo femenino; todo ello en una atmósfera que desafía el peso de lo cotidiano y irradia el deseo de existir más allá de la obligación”.
Para Vanessa, la mirada curatorial es un constructo que atraviesa memorias, deseos y la urgencia de crear las condiciones propicias para el surgimiento de narrativas históricamente marginadas. Aquí, la programación de películas se convierte en un acto de desobediencia visual que rechaza la carga y reivindica el placer.
Una propuesta imprescindible para todo aquel que conciba el cine como un territorio vivo de disputa simbólica y política.
🔗 Lee el texto completo en sarayrosa.com](https://scontent-den2-1.cdninstagram.com/v/t51.82787-15/704750670_17913389088390781_5809290323017999812_n.jpg?stp=dst-jpg_e35_tt6&_nc_cat=107&ig_cache_key=MzkwMjcwMTYwMjE1MTQxNTgyOQ%3D%3D.3-ccb7-5&ccb=7-5&_nc_sid=a54f6b&efg=eyJlZmdfdGFnIjoiYmVzdF9pbWFnZV91cmxnZW4uQ0FST1VTRUxfSVRFTS5DMyJ9&_nc_ohc=gDWJ44elDbEQ7kNvwGptoV1&_nc_oc=AdoWJk-SKNWvQgHNXH1iUlGFGXH7Csxsc9rVsDSt_uOj0Xsp4fMy7QQj90U8GIt3sAg&_nc_zt=23&_nc_ht=scontent-den2-1.cdninstagram.com&edm=ANo9K5cEAAAA&_nc_gid=ayuza5R5QczLoebyfGs7ww&_nc_tpa=Q5bMBQK7zURZ-rdAD6QPR1A9Hqwxi48mB1QzUSsaO-uiBp1pvh1-r9T9HDXqytmShypcSGSRzBuhjPhF&oh=00_AQIyweEMkGLVD_qFgmfIU9snYXwIoHwqddHP3r8rS_Gskw&oe=6AA856B6)
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