Ministério da Cultura e o Governo de Minas Gerais apresentam:
Colaboradoras


Izabela Silva
Cineasta, pesquisadora e poeta brasileira de Minas Gerais, atualmente baseada em Barcelona. Fundadora da Abre Caminho Filmes, produtora com foco em projetos audiovisuais feitos por mulheres. É mestre em Documentário de Criação pela Universidade Pompeu Fabra em Barcelona e especialista em pós-produção pela ESCAC, teve suas obras exibidas em festivais e galerias pelo mundo. Atualmente, desenvolve os filmes I’m Not a Filmmaker e How to Become a Mother.

Izabela Silva
Cineasta, pesquisadora e poeta brasileira de Minas Gerais, atualmente baseada em Barcelona. Fundadora da Abre Caminho Filmes, produtora com foco em projetos audiovisuais feitos por mulheres. É mestre em Documentário de Criação pela Universidade Pompeu Fabra em Barcelona e especialista em pós-produção pela ESCAC, teve suas obras exibidas em festivais e galerias pelo mundo. Atualmente, desenvolve os filmes I’m Not a Filmmaker e How to Become a Mother.

Juliana Gusman
Pesquisadora, professora, curadora, programadora, produtora e crítica de cinema. Doutora em Meios e Processos Audiovisuais pela ECA-USP, pesquisa imagens do trabalho e do desejo. Integra os grupos de pesquisa Poéticas Femininas, Políticas Feministas (UFMG) e Mídia e Narrativa (PUC Minas). Faz parte da equipe curatorial da Mostra Mulheres Mágicas: reinvenções da bruxa no cinema (CCBB), da plataforma Cardume Curtas, do FestCurtasBH e da CineOP. Em 2025, assumiu a coordenação editorial do FestCurtasBH. É coordenadora editorial da plataforma Sara y Rosa.

Juliana Gusman
Pesquisadora, professora, curadora, programadora, produtora e crítica de cinema. Doutora em Meios e Processos Audiovisuais pela ECA-USP, pesquisa imagens do trabalho e do desejo. Integra os grupos de pesquisa Poéticas Femininas, Políticas Feministas (UFMG) e Mídia e Narrativa (PUC Minas). Faz parte da equipe curatorial da Mostra Mulheres Mágicas: reinvenções da bruxa no cinema (CCBB), da plataforma Cardume Curtas, do FestCurtasBH e da CineOP. Em 2025, assumiu a coordenação editorial do FestCurtasBH. É coordenadora editorial da plataforma Sara y Rosa.

María José Merino
Directora, productora e investigadora de cine. Estudia Comunicación Audiovisual en la Universidad de Costa Rica en la que desarrolla su tesis alrededor de la mirada femenina en el cine dirigido por mujeres en Costa Rica. Cursó el Máster de Documental de Creación de la Universidad Pompeu Fabra en Barcelona en el que desarrolló su primer largometraje “Susurran las Raíces”. Ha dirigido proyectos audiovisuales que incluyen cortometrajes documentales, de ficción y experimentales, entre otros formatos.

María José Merino
Directora, productora e investigadora de cine. Estudia Comunicación Audiovisual en la Universidad de Costa Rica en la que desarrolla su tesis alrededor de la mirada femenina en el cine dirigido por mujeres en Costa Rica. Cursó el Máster de Documental de Creación de la Universidad Pompeu Fabra en Barcelona en el que desarrolló su primer largometraje “Susurran las Raíces”. Ha dirigido proyectos audiovisuales que incluyen cortometrajes documentales, de ficción y experimentales, entre otros formatos.


Glênis Cardoso
Glênis Cardoso é formada em Comunicação Social com habilitação em Audiovisual pela Universidade de Brasília. Ela transita entre a produção, crítica, curadoria e preservação audiovisual. Foi co-fundadora e editora-chefe do Verberenas, projeto que inclui uma revista online sobre cinema por uma perspectiva feminista e exibições de filmes dirigidos por mulheres. É preservadora-assistente da Iniciativa de Digitalização de Filmes Brasileiros, da organização Cinelimite.

Glênis Cardoso é formada em Comunicação Social com habilitação em Audiovisual pela Universidade de Brasília. Ela transita entre a produção, crítica, curadoria e preservação audiovisual. Foi co-fundadora e editora-chefe do Verberenas, projeto que inclui uma revista online sobre cinema por uma perspectiva feminista e exibições de filmes dirigidos por mulheres. É preservadora-assistente da Iniciativa de Digitalização de Filmes Brasileiros, da organização Cinelimite.
Glênis Cardoso

Mónica Delgado
Crítica de cinema, curadora e comunicadora social do Peru. Leciona na Escola de Comunicação Social da Universidad Nacional Mayor de San Marcos. Tem mestrado em Literatura com especialização em Estudos Culturais e é candidata a doutorado em História da Arte na mesma universidade. É diretora da revista Desistfilm. Em 2020, publicou o livro María Wiesse en Amauta: Los orígenes de la crítica de cine en el Perú. Ela ministrou workshops e cursos sobre crítica cinematográfica e cinema experimental.

Crítica de cinema, curadora e comunicadora social do Peru. Leciona na Escola de Comunicação Social da Universidad Nacional Mayor de San Marcos. Tem mestrado em Literatura com especialização em Estudos Culturais e é candidata a doutorado em História da Arte na mesma universidade. É diretora da revista Desistfilm. Em 2020, publicou o livro María Wiesse en Amauta: Los orígenes de la crítica de cine en el Perú. Ela ministrou workshops e cursos sobre crítica cinematográfica e cinema experimental.
Mónica Delgado

Professora do curso de graduação e do programa de pós-graduação em
Comunicação Social da UFMG, onde integra os grupos de pesquisa Poéticas da Experiência e Poéticas Femininas, Políticas Feministas. Pesquisadora do cinema brasileiro, com mestrado e doutorado na ECA-USP. Publicou, com Consuelo Lins, o livro “Filmar o real - sobre o documentário brasileiro contemporâneo” (Jorge Zahar, 2008), e organizou, com María Campaña Ramia, "El otro cine de Eduardo Coutinho" (2012), publicado no Equador.
Claudia Mesquita

Nayla Guerra
Nayla Guerra é pesquisadora, cineasta e curadora. Graduada em Audiovisual na ECA-USP, é produtora cultural na Cinemateca Brasileira. Foi bolsista FAPESP, com um estudo sobre curta-metragens feitos por diretoras brasileiras na ditadura civil-militar, pesquisa publicada no livro “Entre apagamentos e resistências” (Editora Alameda, 2024). É co-organizadora e autora do livro “No rastro dos encontros perdidos – A mostra Novíssimo Cinema Brasileiro” (USP, 2024). É diretora do curta-metragem “Ferro’s Bar” (2023) e organizadora do coletivo e cineclube Cine Sapatão. É colunista de cinema do Opera Mundi.
Nayla Guerra é pesquisadora, cineasta e curadora. Graduada em Audiovisual na ECA-USP, é produtora cultural na Cinemateca Brasileira. Foi bolsista FAPESP, com um estudo sobre curta-metragens feitos por diretoras brasileiras na ditadura civil-militar, pesquisa publicada no livro “Entre apagamentos e resistências” (Editora Alameda, 2024). É co-organizadora e autora do livro “No rastro dos encontros perdidos – A mostra Novíssimo Cinema Brasileiro” (USP, 2024). É diretora do curta-metragem “Ferro’s Bar” (2023) e organizadora do coletivo e cineclube Cine Sapatão. É colunista de cinema do Opera Mundi.
Nayla Guerra


Claudia Mesquita
Professora do curso de graduação e do programa de pós-graduação em Comunicação Social da UFMG, onde integra os grupos de pesquisa Poéticas da Experiência e Poéticas Femininas, Políticas Feministas. Pesquisadora do cinema brasileiro, com mestrado e doutorado na ECA-USP. Publicou, com Consuelo Lins, o livro “Filmar o real - sobre o documentário brasileiro contemporâneo” (Jorge Zahar, 2008), e organizou, com María Campaña Ramia, "El otro cine de Eduardo Coutinho" (2012), publicado no Equador.

Ludmila Gualberto
Formada em Direito e estudante de Jornalismo na PUC Minas. Com experiência na área de Direitos das Mulheres em Situação de Violência de Gênero, busca ampliar o debate sobre temas sociais por meio do jornalismo cultural e investigativo. Apaixonada pela fotografia, artes visuais e entusiasta do cinema, sempre em busca de novas histórias e novas perspectivas.

Formada em Direito e estudante de Jornalismo na PUC Minas. Com experiência na área de Direitos das Mulheres em Situação de Violência de Gênero, busca ampliar o debate sobre temas sociais por meio do jornalismo cultural e investigativo. Apaixonada pela fotografia, artes visuais e entusiasta do cinema, sempre em busca de novas histórias e novas perspectivas.
Ludmila Gualberto

Yasmine Evaristo
Bacharel em Artes Plásticas (Escola Guignard - UEMG) e bacharel em Letras Tecnologias da Edição (CEFET-MG). Pesquisa e escreve sobre cinema, principalmente cinema fantástico e de horror, bem como a representação e representatividade de pessoas negras no cinema. Tem textos publicados nos veículos, Clube da Poltrona, Music Non Stop, Blog Entrando Numa Fria, Tangerina, Plano Aberto. É redatora e co-fundadora do site Longa História, podcaster no Feito Por Elas e, votante do Globo de Ouro. Associada Abraccine e integrante do Coletivo Elviras.

Doutora em Comunicação pela UFMG, professora adjunta do Dep. de Comunicação e do PPGCOM da UFMG; coordena o grupo de pesquisa Poéticas Femininas, Políticas Feminista (UFMG-CNPq); integra o comitê-científico da SOCINE; é assessora científica da Fapesp. Pesquisadora pelo Projeto Universal do CNPq - Por teorias e métodos feministas no estudo do cinema: entre formas, narrativas e corpos de mulheres. Introduziu e leciona a disciplina Cinema e Feminismo na graduação, e Estéticas Feministas no PPGCOM-UFMG.
Roberta Veiga

Atua como pesquisadora e curadora de mostras e festivais. É doutora em Comunicação Social pelo PPGCOM-UFMG, com mestrado pelo mesmo programa. Integra anualmente a equipe de programação dos festivais: Olhar de Cinema de Curitiba, do FENDA (Festival Experimental de Artes Fílmicas), e a organização geral do forumdoc.bh – Festival do Filme Documentário e Etnográfico de Belo Horizonte. Foi curadora de diversas mostras temáticas, incluindo: Mulheres Mágicas - Reinvenções da Bruxa no Cinema (CCBB), El Camino – Cinema de Viagem da América do Sul (CCBB) e Retrospectiva Helena Solberg (CCBB).
Carla Italiano

Doutoranda em Meios e Processos Audiovisuais na Universidade de São Paulo, com período sanduíche na Université Sorbonne Nouvelle. A sua pesquisa aborda o cinema experimental, imagens de arquivo, teoria feminista e estudos de gênero. É também realizadora e montadora. Seus filmes e colaborações foram exibidos em diversos festivais e plataformas, nacionais e internacionais.
Clara Bastos

Pesquisadora da bissexualidade entre literatura e cinema. Doutoranda em
Letras, mestre em Comunicação Social e graduada em Cinema e Audiovisual
pela PUC Minas. Integra o grupo de pesquisa Mídia e Narrativa e a Rebim,
Rede de Estudos sobre Bissexualidade e Monodissidência, onde coordena o
grupo de estudos. Foi professora substituta na PUC Minas e integrou júris em Tiradentes (2018) e FestCurtasBH (2024).
Nanda Rossi

Cineasta e professora em Buenos Aires. Desde 2018, coordena e ministra workshops de cinema e acompanha filmes desde ver y poder, um lar virtual de pedagogias cinematográficas alternativas. Dirigiu “Las Picapedreras” (2021) e “Amor descartable”, com estreia prevista para breve. Atualmente, está realizando seu próximo filme, “Los grandes ausentes”, e produzindo “La cumbre de los crotos”, de Magalí Flaks.
Azul Aizemberg

Atua nas áreas de montagem, realização e pesquisa. Mestre em Comunicação Social pela UFMG, onde realizou o filme “Safo, a doce-amarga” (2025). Na crítica, foi editora da Revista Zanza e já publicou textos na Descompasso, Rocinante, Cinética, Verberenas e em catálogos de mostras de cinema. Faz parte da equipe de difusão do acervo do CTAv (Centro Técnico Audiovisual) e integrou a curadoria do Cinecipó - Festival do Filme Insurgente em 2020 e 2021.
Larissa Muniz

Doutoranda no PPGCOM-UFMG, linha "Pragmáticas da imagem" (Bolsista CAPES) com período de doutorado sanduíche no Instituto de Comunicação da Nova de Lisboa (PDSE - ICNOVA). Co-coordenadora do grupo de pesquisa "Poéticas Femininas, Políticas Feministas". Pesquisa o cinema produzido por mulheres e as relações com políticas feministas, destacando o ambiente doméstico como elemento central para o debate.
Natalia Marchiori

Escritora, pesquisadora e artista visual. Escreve ensaios, críticas e textos ficcionais, tendo publicado em 2023 seu primeiro livro de ficção especulativa, "Terra viva no avesso do mar". Doutoranda em Tecnologias da Comunicação e Estéticas pela UFRJ, investiga a produção de realizadoras do novo cinema contemporâneo latino-americano diante das crises ecológicas e sociais de nossos tempos.
Ana Clara Mattoso

Pesquisadora, crítica de cinema, cronista e contista. Desenvolve pesquisas na área de Cinema de Gênero e Estudos de Gênero no Cinema com ênfase em estudos sobre história do cinema brasileiro, cinema de mulheres, feminismo, masculinidades, violência fílmica e violência feminina no cinema. Doutora e mestra em Multimeios pelo Instituto de Artes da UNICAMP, graduada em Cinema e Vídeo pela UNESPAR e cursou Filosofia na UFPR. Técnica em Produção Audiovisual e em Arte Dramática pelo Colégio Estadual do Paraná (CEP), foi cofundadora e diretora artística e cultural da Organização Universo Racionalista (Portal de divulgação Cultural e Científica). Foi articulista e cronista dos portais eletrônicos A Escotilha, Parágrafo 2 e é membra da Associação Paranaense de Imprensa.
Andressa Gordya

Roteirista, diretora e escritora, criadora do conceito "Melodrama Decolonial". Seu primeiro curta-metragem, Escasso, foi selecionado para a mostra New Directors/New Films 2023 no MoMA (EUA) e recebeu prêmios como o Redentor de Melhor Curta no Festival do Rio (2022) e reconhecimentos no Festival de Brasília, Canal Brasil e FRAPA. Com experiência em TV e streaming, já trabalhou em plataformas como Netflix Brasil, Star+, HBO Max, Globoplay e TV Globo.
Clara Anastácia

Historiadora e pesquisadora de cinema de horror. É doutora em História pela Universidade Federal do Paraná com pesquisa sobre a tradição do Mal Feminino e da mulher-bruxa em filmes de horror da década de 1960. Há mais de dez anos trabalha com representação feminina no audiovisual e o uso do horror como fonte histórica. Autora da dissertação de mestrado “O Corpo Feminino no Cinema de Horror: Gênero e Sexualidade nos filmes Carrie, Halloween e Sexta-Feira 13 (1970 – 1980)”, atualmente é produtora de conteúdo, podcaster, redatora e tradutora freelancer.
Gabriela Larocca

roteirista, diretore e pesquisadore de cinema. É mestrande na UFMG com apoio da CAPES, onde desenvolve sua pesquisa "Abrir brechas com os dedos - Notas sobre cinema sapatão brasileiro". Como realizadore trabalha com narrativas autorais através da ficção, documentário e do cinema experimental, interessando-se especialmente por temas ligados às sexualidades e gêneros dissidentes, à agroecologia, ao meio ambiente e saberes originários.
Lui Nascimento

Doutora e Mestre em Artes pela UFMG, com pesquisa em cinema latino-americano. Autora do livro “Filmes de estrada e América Latina” (Ed. UFMG, 2021). Atua como produtora executiva e pesquisadora. Atualmente, colabora com as equipes de produção da Anavilhana, Bukaya Filmes e Ponta de Anzol Filmes. Também integra a Comissão de Seleção Internacional do FestcurtasBH (2023-2025).
Mariana Mól

Graduada em Cinema e Audiovisual pela PUC Minas. Realizadora, roteirista e atua em diversas áreas do audiovisual. É integrante do cineclube Guy Blache e dedica-se à criação e à pesquisa com foco em processos de autoria, narrativas femininas e relações entre arte e realidade no cinema contemporâneo.
Micaella Matias
Jornalista chilena, diplomada em Teoria e Crítica Cinematográfica, mestre em Ciência Política. Programadora do Festival de Cinema de Viña del Mar. Crítica de cinema em Democracine.com, El Agente Cine, Sara y Rosa, com ênfase em cinema latino-americano e feminino. Jornalista pela Universidade Diego Portales; Diplomada em Teoria e Crítica de Cinema pela Universidade Católica do Chile; Pré-selecionadora da Competição Internacional do Festival Internacional de Cinema de Valdivia (FicValdivia), Júri de Crítica Especializada no Festival Internacional de Cinema de Viña del Mar em 2019 e 2020.
Marisol A. Bettancourt

Formada em Jornalismo e Cinema na Universidade de Stirling. Trabalhou como crítica de arte, escrevendo resenhas de exposições no Reino Unido. Mestre em Exibição e Curadoria de Cinema na Universidade de Edimburgo, adquirido experiência no Festival de Arte de Edimburgo, como galerista na Escócia, e gestora da galeria de arte contemporânea na Cidade do México e em Mérida. Em 2020, trabalhou como Coordenadora de Programação no INDY Cinema Group, onde selecionou programas para cinemas independentes em todo o Reino Unido.
Camilla Baier

Doutora em Comunicação, coordenou o curso de Cinema e Audiovisual do Centro Universitário Una, onde leciona atualmente. Esteve na coordenação do Cine Santa Tereza. Integrou a equipe de curadoria da 3ª Semana de Cinema Negro de BH e do 12º Festival de Arte Negra de BH. Compõe a Comissão de Seleção do FestCurtasBH desde 2019. Atuou como diretora de produção e produtora executiva dos filmes: Minha África Imaginária (2024), Praia Formosa (2023) e Kevin (2021). Atualmente, trabalha na gestão de projetos da produtora Anavilhana.
Vanessa Santos

Roteirista e diretora de Belo Horizonte. Mestre em Cinema pela Escola de Belas Artes, UFMG, graduada em Direção de Cinema pela EICTV, Cuba, e em Comunicação Social pela PUC Minas. Seus curtas já foram selecionados para vários festivais nacionais e internacionais como Festival de Cartagena (Colômbia), Lakino (Alemanha), Huesca Film Festival (Espanha), Festival de Habana (Cuba), Festival de Cine de Guadalajara (México), San Diego Latino Film Festival (EUA), Mostra de Cinema de Tiradentes e exibidos em canais de televisão. Realizou como diretora dois longas-metragens documentais: Kevin (2021) e Morada (2010).
Joana Oliveira
![[sara y rosa] layout para fotos de colaboradoras.png](https://static.wixstatic.com/media/6e310e_7c825e31f0d141e3b46c814fd7d00a2b~mv2.png/v1/fill/w_458,h_406,al_c,q_85,enc_avif,quality_auto/%5Bsara%20y%20rosa%5D%20layout%20para%20fotos%20de%20colaboradoras.png)
Doutora em Comunicação Social pela FAFICH/UFMG, com período sanduíche na Tulane University, em New Orleans/EUA. Leciona no curso de Cinema e Audiovisual do Centro Universitário UNA. Atualmente, é gestora do Cine Santa Tereza, cinema de rua em Belo Horizonte. Como curadora, organizou diversas mostras de filmes e debates, entre elas, retrospectivas de Chantal Akerman, Naomi Kawase, Rithy Panh e Trinh T. Minha. Integra o coletivo Filmes de Quintal, que realiza o forumdoc.bh - Festival do Filme Documentário e Etnográfico de Belo Horizonte. É coautora do livro Curadoria em cinema: do pensamento em ação (EDUFBA, 2025).
Carla Maia

Pesquisadora, professora e curadora de cinema. Doutora no programa de pós-graduação em Comunicação na UFPE, com pesquisa centrada no cinema contemporâneo brasileiro. Faz parte da equipe curatorial do Festival Olhar de Cinema/Curitiba, da Mostra de Cinema Árabe Feminino e da Mostra que Desejo, esta última promovida pelo Mirante Cineclube.
Carol Almeida

Bacharelanda de Cinema e Audiovisual na UFF. Atua nas áreas de produção cultural e assistência de direção para o audiovisual. Realizou intercâmbio acadêmico na Universidad Rey Juan Carlos, em Madri, na Espanha, na área de Comunicação Social com ênfase em Cinema. Já realizou mais de 20 curta-metragens e videoclipes, incluindo projeto contemplado pelo edital da Lei Paulo Gustavo. Trabalhou no Toronto International Film Festival (TIFF), na área de Recepção Internacional no Festival do Rio e na produção da 14ª Mostra Cinema e Direitos Humanos. Atualmente, é estagiária de comunicação da plataforma Sara y Rosa.
Gabi Fleury

Graduanda em Estudos Linguísticos pela UFMG e pesquisadora no campo dos Letramentos Linguístico-Literários Expandidos. Atua nas áreas de crítica, curadoria e pesquisa em cinema, tendo integrado a curadoria da terceira edição do Festival Experimental de Artes Fílmicas – FENDA, o Corpo Crítico do 27º FestCurtasBH e o Júri Jovem da 29ª Mostra de Cinema de Tiradentes. Atualmente, é assistente editorial da plataforma de crítica feminista Sara y Rosa.
Nayara Aguiar






Yasmine Evaristo
Bacharel em Artes Plásticas (Escola Guignard - UEMG) e bacharel em Letras Tecnologias da Edição (CEFET-MG). Pesquisa e escreve sobre cinema, principalmente cinema fantástico e de horror, bem como a representação e representatividade de pessoas negras no cinema. Tem textos publicados nos veículos, Clube da Poltrona, Music Non Stop, Blog Entrando Numa Fria, Tangerina, Plano Aberto. É redatora e co-fundadora do site Longa História, podcaster no Feito Por Elas e, votante do Globo de Ouro. Associada Abraccine e integrante do Coletivo Elviras.





Roberta Veiga
Doutora em Comunicação pela UFMG, professora adjunta do Dep. de Comunicação e do PPGCOM da UFMG; coordena o grupo de pesquisa Poéticas Femininas, Políticas Feminista (UFMG-CNPq); integra o comitê-científico da SOCINE; é assessora científica da Fapesp. Pesquisadora pelo Projeto Universal do CNPq - Por teorias e métodos feministas no estudo do cinema: entre formas, narrativas e corpos de mulheres. Introduziu e leciona a disciplina Cinema e Feminismo na graduação, e Estéticas Feministas no PPGCOM-UFMG. Tradutora do livro Nothing Happens: Chantal Akerman’s Hyperrealist Everyday, de Ivone Margulies.





Carla Italiano
Atua como pesquisadora e curadora de mostras e festivais. É doutora em Comunicação Social pelo PPGCOM-UFMG, com mestrado pelo mesmo programa. Integra anualmente a equipe de programação dos festivais: Olhar de Cinema de Curitiba, do FENDA (Festival Experimental de Artes Fílmicas), e a organização geral do forumdoc.bh – Festival do Filme Documentário e Etnográfico de Belo Horizonte. Foi curadora de diversas mostras temáticas, incluindo: Mulheres Mágicas - Reinvenções da Bruxa no Cinema (CCBB), El Camino – Cinema de Viagem da América do Sul (CCBB) e Retrospectiva Helena Solberg (CCBB).





Clara Bastos
Doutoranda em Meios e Processos Audiovisuais na Universidade de São Paulo, com período sanduíche na Université Sorbonne Nouvelle. A sua pesquisa aborda o cinema experimental, imagens de arquivo, teoria feminista e estudos de gênero. É também realizadora e montadora. Seus filmes e colaborações foram exibidos em diversos festivais e plataformas, nacionais e internacionais.





Nanda Rossi
Pesquisadora da bissexualidade entre literatura e cinema. Doutoranda em Letras, mestre em Comunicação Social e graduada em Cinema e Audiovisual pela PUC Minas. Integra o grupo de pesquisa Mídia e Narrativa e a Rebim, Rede de Estudos sobre Bissexualidade e Monodissidência, onde coordena o grupo de estudos. Foi professora substituta na PUC Minas e integrou júris em Tiradentes (2018) e FestCurtasBH (2024).





Azul Aizenberg
Cineasta e professora em Buenos Aires. Desde 2018, coordena e ministra workshops de cinema e acompanha filmes desde ver y poder, um lar virtual de pedagogias cinematográficas alternativas. Dirigiu “Las Picapedreras” (2021) e “Amor descartable”, com estreia prevista para breve. Atualmente, está realizando seu próximo filme, “Los grandes ausentes”, e produzindo “La cumbre de los crotos”, de Magalí Flaks.






Larissa Muniz
Atua nas áreas de montagem, realização e pesquisa. Mestre em Comunicação Social pela UFMG, onde realizou o filme “Safo, a doce-amarga” (2025). Na crítica, foi editora da Revista Zanza e já publicou textos na Descompasso, Rocinante, Cinética, Verberenas e em catálogos de mostras de cinema. Faz parte da equipe de difusão do acervo do CTAv (Centro Técnico Audiovisual) e integrou a curadoria do Cinecipó - Festival do Filme Insurgente em 2020 e 2021.







Natalia Marchiori
Doutoranda no PPGCOM-UFMG, linha "Pragmáticas da imagem" (Bolsista CAPES) com período de doutorado sanduíche no Instituto de Comunicação da Nova de Lisboa (PDSE - ICNOVA). Co-coordenadora do grupo de pesquisa "Poéticas Femininas, Políticas Feministas". Pesquisa o cinema produzido por mulheres e as relações com políticas feministas, destacando o ambiente doméstico como elemento central para o debate.







Ana Clara Mattoso
Escritora, pesquisadora e artista visual. Escreve ensaios, críticas e textos ficcionais, tendo publicado em 2023 seu primeiro livro de ficção especulativa, "Terra viva no avesso do mar". Doutoranda em Tecnologias da Comunicação e Estéticas pela UFRJ, investiga a produção de realizadoras do novo cinema contemporâneo latino-americano diante das crises ecológicas e sociais de nossos tempos.







Andressa Gordya
Pesquisadora, crítica de cinema, cronista e contista. Desenvolve pesquisas na área de Cinema de Gênero e Estudos de Gênero no Cinema com ênfase em estudos sobre história do cinema brasileiro, cinema de mulheres, feminismo, masculinidades, violência fílmica e violência feminina no cinema. Doutora e mestra em Multimeios pelo Instituto de Artes da UNICAMP, graduada em Cinema e Vídeo pela UNESPAR e cursou Filosofia na UFPR. Técnica em Produção Audiovisual e em Arte Dramática pelo Colégio Estadual do Paraná (CEP), foi cofundadora e diretora artística e cultural da Organização Universo Racionalista (Portal de divulgação Cultural e Científica). Foi articulista e cronista dos portais eletrônicos A Escotilha, Parágrafo 2 e é membra da Associação Paranaense de Imprensa.







Clara Anastácia
Roteirista, diretora e escritora, criadora do conceito "Melodrama Decolonial". Seu primeiro curta-metragem, Escasso, foi selecionado para a mostra New Directors/New Films 2023 no MoMA (EUA) e recebeu prêmios como o Redentor de Melhor Curta no Festival do Rio (2022) e reconhecimentos no Festival de Brasília, Canal Brasil e FRAPA. Com experiência em TV e streaming, já trabalhou em plataformas como Netflix Brasil, Star+, HBO Max, Globoplay e TV Globo.

Gabriela Larocca
Historiadora e pesquisadora de cinema de horror. É doutora em História pela Universidade Federal do Paraná com pesquisa sobre a tradição do Mal Feminino e da mulher-bruxa em filmes de horror da década de 1960. Há mais de dez anos trabalha com representação feminina no audiovisual e o uso do horror como fonte histórica. Autora da dissertação de mestrado “O Corpo Feminino no Cinema de Horror: Gênero e Sexualidade nos filmes Carrie, Halloween e Sexta-Feira 13 (1970 – 1980)”, atualmente é produtora de conteúdo, podcaster, redatora e tradutora freelancer.

Lui Nascimento
Roteirista, diretore e pesquisadore de cinema. É mestrande na UFMG com apoio da CAPES, onde desenvolve sua pesquisa "Abrir brechas com os dedos - Notas sobre cinema sapatão brasileiro". Como realizadore trabalha com narrativas autorais através da ficção, documentário e do cinema experimental, interessando-se especialmente por temas ligados às sexualidades e gêneros dissidentes, à agroecologia, ao meio ambiente e saberes originários.

Mariana Mól
Doutora e Mestre em Artes pela UFMG, com pesquisa em cinema latino-americano. Autora do livro “Filmes de estrada e América Latina” (Ed. UFMG, 2021). Atua como produtora executiva e pesquisadora. Atualmente, colabora com as equipes de produção da Anavilhana, Bukaya Filmes e Ponta de Anzol Filmes. Também integra a Comissão de Seleção Internacional do FestcurtasBH (2023-2025).

Micaella Matias
Graduada em Cinema e Audiovisual pela PUC Minas. Realizadora, roteirista e atua em diversas áreas do audiovisual. É integrante do cineclube Guy Blache e dedica-se à criação e à pesquisa com foco em processos de autoria, narrativas femininas e relações entre arte e realidade no cinema contemporâneo.

Marisol Aguila Bettancourt
Jornalista chilena, diplomada em Teoria e Crítica Cinematográfica, mestre (c) em Ciência Política. Programadora do Festival de Cinema de Viña del Mar. Crítica de cinema em Democracine.com, El Agente Cine, Sara y Rosa, com ênfase em cinema latino-americano e feminino. Jornalista pela Universidade Diego Portales; Diplomada em Teoria e Crítica de Cinema pela Universidade Católica do Chile; Mestre em Ciência Política e Mestre em Governo e Gestão Pública pela Universidade do Chile. Programadora do Festival Internacional de Cinema de Viña del Mar (FicViña) desde 2021. Pré-selecionadora da Competição Internacional do Festival Internacional de Cinema de Valdivia (FicValdivia), bem como jurada de Longas-Metragens em Construção da DAFO do Ministério da Cultura do Peru, em 2021. Júri de Crítica Especializada no Festival Internacional de Cinema de Viña del Mar em 2019 e 2020. Moderadora de debates sobre cinema chileno no Centro Arte Alameda.

Camilla Baier
Formada em Jornalismo e Cinema na Universidade de Stirling. Trabalhou como crítica de arte, escrevendo resenhas de exposições no Reino Unido. Mestre em Exibição e Curadoria de Cinema na Universidade de Edimburgo, adquirido experiência no Festival de Arte de Edimburgo, como galerista na Escócia, e gestora da galeria de arte contemporânea na Cidade do México e em Mérida. Em 2020, trabalhou como Coordenadora de Programação no INDY Cinema Group, onde selecionou programas para cinemas independentes em todo o Reino Unido.

Vanessa Santos
Doutora em Comunicação, coordenou o curso de Cinema e Audiovisual do Centro Universitário Una, onde leciona atualmente. Esteve na coordenação do Cine Santa Tereza. Integrou a equipe de curadoria da 3ª Semana de Cinema Negro de BH e do 12º Festival de Arte Negra de BH. Compõe a Comissão de Seleção do FestCurtasBH desde 2019. Atuou como diretora de produção e produtora executiva dos filmes: Minha África Imaginária (2024), Praia Formosa (2023) e Kevin (2021). Atualmente, trabalha na gestão de projetos da produtora Anavilhana.
![[sara y rosa] layout para fotos de colaboradoras.png](https://static.wixstatic.com/media/6e310e_7c825e31f0d141e3b46c814fd7d00a2b~mv2.png/v1/fill/w_458,h_406,al_c,q_85,enc_avif,quality_auto/%5Bsara%20y%20rosa%5D%20layout%20para%20fotos%20de%20colaboradoras.png)
Joana Oliveira
Roteirista e diretora de Belo Horizonte. Mestre em Cinema pela Escola de Belas Artes, UFMG, graduada em Direção de Cinema pela EICTV, Cuba, e em Comunicação Social pela PUC Minas. Seus curtas já foram selecionados para vários festivais nacionais e internacionais como Festival de Cartagena (Colômbia), Lakino (Alemanha), Huesca Film Festival (Espanha), Festival de Habana (Cuba), Festival de Cine de Guadalajara (México), San Diego Latino Film Festival (EUA), Mostra de Cinema de Tiradentes e exibidos em canais de televisão. Realizou como diretora dois longas-metragens documentais: Kevin (2021) e Morada (2010).

Carla Maia
Doutora em Comunicação Social pela FAFICH/UFMG, com período sanduíche na Tulane University, em New Orleans/EUA. Leciona no curso de Cinema e Audiovisual do Centro Universitário UNA. Atualmente, é gestora do Cine Santa Tereza, cinema de rua em Belo Horizonte. Como curadora, organizou diversas mostras de filmes e debates, entre elas, retrospectivas de Chantal Akerman, Naomi Kawase, Rithy Panh e Trinh T. Minha. Integra o coletivo Filmes de Quintal, que realiza o forumdoc.bh - Festival do Filme Documentário e Etnográfico de Belo Horizonte. É coautora do livro Curadoria em cinema: do pensamento em ação (EDUFBA, 2025).

Carol Almeida
Pesquisadora, professora e curadora de cinema. Doutora no programa de pós-graduação em Comunicação na UFPE, com pesquisa centrada no cinema contemporâneo brasileiro. Faz parte da equipe curatorial do Festival Olhar de Cinema/Curitiba, da Mostra de Cinema Árabe Feminino e da Mostra que Desejo, esta última promovida pelo Mirante Cineclube.

Gabi Fleury
Bacharelanda de Cinema e Audiovisual na UFF. Atua nas áreas de produção cultural e assistência de direção para o audiovisual. Realizou intercâmbio acadêmico na Universidad Rey Juan Carlos, em Madri, na Espanha, na área de Comunicação Social com ênfase em Cinema. Já realizou mais de 20 curta-metragens e videoclipes, incluindo projeto contemplado pelo edital da Lei Paulo Gustavo. Trabalhou no Toronto International Film Festival (TIFF), na área de Recepção Internacional no Festival do Rio e na produção da 14ª Mostra Cinema e Direitos Humanos. Atualmente, é estagiária de comunicação da plataforma Sara y Rosa.

Nayara Aguiar
Graduanda em Estudos Linguísticos pela UFMG e pesquisadora no campo dos Letramentos Linguístico-Literários Expandidos. Atua nas áreas de crítica, curadoria e pesquisa em cinema, tendo integrado a curadoria da terceira edição do Festival Experimental de Artes Fílmicas – FENDA, o Corpo Crítico do 27º FestCurtasBH e o Júri Jovem da 29ª Mostra de Cinema de Tiradentes. Atualmente, é assistente editorial da plataforma de crítica feminista Sara y Rosa.


















![No novo ensaio publicado em nosso site, escrito sob o calor da exibição de Vámonos, Bárbara (1978) no Cineclube Ibero-americano Permanente, nesta quarta-feira, dia 17 de junho, Juliana Gusman destrincha como a cineasta espanhola Cecilia Bartolomé tensiona o texto matriz de Martin Scorsese (Alice Não Mora Mais Aqui) através de um exercício de distanciamento formal e discursivo.
Longe de se curvar às estéticas do norte global, o texto de Juliana reafirma a posição do filme na cartografia ibero-americana, costurando cumplicidades com o cinema de ruptura feito por mulheres aqui:
“Talvez Vamos, Bárbara se achegue mais, na verdade, de nosso próprio road movie feminista inaugural, Mar de Rosas (1977), de Ana Carolina. [...] a Betinha de Cristina Pereira compartilha certas inadequações incendiárias com a Bárbara de Cristina Alvarez – para além da cabalística coincidencia no nome de suas intérpretes.”
Leia mais sobre a diretora e sua obra no ensaio de @juliana.gusman, escrito para o 3º encontro do Cineclube Ibero-americano Permanente, uma parceria entre Sara y Rosa, Cine Humberto Mauro do @palaciodasartes_ e Instituto Cervantes de BH.
🔗 Leia o ensaio completo em sarayrosa.com
#SaraYRosa #CeciliaBartolome #CinemaFeminista #CríticaFeminista
🇪🇸
En un nuevo ensayo escrito a raíz de la proyección de Vámonos, Bárbara (1978) en el Cineclub Iberoamericano Permanente, Juliana Gusman analiza cómo la cineasta española Cecilia Bartolomé desafía el material de origen de "Alice Doesn’t Live Here Anymore" (de Martin Scorsese) mediante un ejercicio de distanciamiento formal y discursivo, y reafirma el lugar de la película en el panorama de cine iberoamericano, estableciendo vínculos con el cine pionero de mujeres aqui:
"Quizás Vamos, Bárbara acercase, de hecho, a nuestro propio roadmovie feminista inaugural "Mar de Rosas"(1977), de Ana Carolina. Felicidade, el personaje poco convencional de Norma Bengell, es más sombría que Ana y su destino, menos próspero, pero la Betinha de Cristina Pereira comparte ciertas deficiencias incendiarias con la Bárbara de Cristina Álvarez, más allá de la coincidencia cabalística en los nombres de sus intérpretes."
🔗 Lee el texto en sarayrosa.com](https://scontent-den2-1.cdninstagram.com/v/t51.82787-15/726575221_17917835919390781_4399166472106971886_n.jpg?stp=dst-jpg_e35_tt6&_nc_cat=110&ccb=7-5&_nc_sid=18de74&efg=eyJlZmdfdGFnIjoiQ0FST1VTRUxfSVRFTS5iZXN0X2ltYWdlX3VybGdlbi5DMyJ9&_nc_ohc=YjOaItwkuW8Q7kNvwHbvpUz&_nc_oc=AdrpdR_Mh_j23YUiOjM0e7d8FfqeoUL9UQfu-2Bz-X6nOAVk1zrGRxtj6aecpkLRR9E&_nc_zt=23&_nc_ht=scontent-den2-1.cdninstagram.com&edm=ANo9K5cEAAAA&_nc_gid=A_xw7fWDnEIOx7_K3G5qKA&_nc_tpa=Q5bMBQE7kBjk-Rlfbs-MLjWIZ57zwl37XaBRNobkH0pHZMSxdVpO4nCZ0RlKv8VYyKqIlA_rbdp0dhDD&oh=00_AQBoER2iY7Ac7r8gDf85kn9m7AFrmI41cHV0Cmj9usR0Gg&oe=6A62EDFF)
![No novo ensaio publicado em nosso site, escrito sob o calor da exibição de Vámonos, Bárbara (1978) no Cineclube Ibero-americano Permanente, nesta quarta-feira, dia 17 de junho, Juliana Gusman destrincha como a cineasta espanhola Cecilia Bartolomé tensiona o texto matriz de Martin Scorsese (Alice Não Mora Mais Aqui) através de um exercício de distanciamento formal e discursivo.
Longe de se curvar às estéticas do norte global, o texto de Juliana reafirma a posição do filme na cartografia ibero-americana, costurando cumplicidades com o cinema de ruptura feito por mulheres aqui:
“Talvez Vamos, Bárbara se achegue mais, na verdade, de nosso próprio road movie feminista inaugural, Mar de Rosas (1977), de Ana Carolina. [...] a Betinha de Cristina Pereira compartilha certas inadequações incendiárias com a Bárbara de Cristina Alvarez – para além da cabalística coincidencia no nome de suas intérpretes.”
Leia mais sobre a diretora e sua obra no ensaio de @juliana.gusman, escrito para o 3º encontro do Cineclube Ibero-americano Permanente, uma parceria entre Sara y Rosa, Cine Humberto Mauro do @palaciodasartes_ e Instituto Cervantes de BH.
🔗 Leia o ensaio completo em sarayrosa.com
#SaraYRosa #CeciliaBartolome #CinemaFeminista #CríticaFeminista
🇪🇸
En un nuevo ensayo escrito a raíz de la proyección de Vámonos, Bárbara (1978) en el Cineclub Iberoamericano Permanente, Juliana Gusman analiza cómo la cineasta española Cecilia Bartolomé desafía el material de origen de "Alice Doesn’t Live Here Anymore" (de Martin Scorsese) mediante un ejercicio de distanciamiento formal y discursivo, y reafirma el lugar de la película en el panorama de cine iberoamericano, estableciendo vínculos con el cine pionero de mujeres aqui:
"Quizás Vamos, Bárbara acercase, de hecho, a nuestro propio roadmovie feminista inaugural "Mar de Rosas"(1977), de Ana Carolina. Felicidade, el personaje poco convencional de Norma Bengell, es más sombría que Ana y su destino, menos próspero, pero la Betinha de Cristina Pereira comparte ciertas deficiencias incendiarias con la Bárbara de Cristina Álvarez, más allá de la coincidencia cabalística en los nombres de sus intérpretes."
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![“Curar não é apenas escolher filmes; [...] é, antes de tudo, um exercício de escuta ao que pede passagem.”
Neste texto, Vanessa Santos defende a curadoria enquanto um campo relacional. Partindo da obra "Le Grand Calao", ela nos convida a romper com a lógica da exaustão e a enxergar o descanso como um gesto radical de resistência.
“Entre afetos, silêncios e partilhas, vai sendo tecida uma ode ao tempo feminino, numa atmosfera que desafia o peso do cotidiano e que irradia o desejo de existir fora das obrigações.”
Para Vanessa, o olhar curatorial é uma construção que atravessa memórias, desejos e a urgência de criar condições de aparecimento para narrativas historicamente marginalizadas. Aqui, programar filmes torna-se um ato de desobediência visual que recusa o fardo e reivindica o prazer.
Uma proposta essencial para quem pensa o cinema como um território vivo de disputas simbólicas e políticas.
🔗 Leia o texto completo em sarayrosa.com
#SarayRosa #VanessaSantos #Curadoria #CinemaNegro #PoliticasDoOlhar #LeGrandCalao
🇪🇸
“Curar no es meramente elegir películas; [...] es, sobretodo, un ejercicio de escucha de aquello que busca abrirse paso.”
En este texto, Vanessa Santos defiende por la curaduría como un campo relacional. Tomando como referencia la obra "Le Grand Calao", ella nos invita a romper con la lógica del agotamiento y a concebir el descanso como un gesto radical de resistencia.
“Entre afectos, silencios y actos de compartir, se teje una oda al tiempo femenino; todo ello en una atmósfera que desafía el peso de lo cotidiano y irradia el deseo de existir más allá de la obligación”.
Para Vanessa, la mirada curatorial es un constructo que atraviesa memorias, deseos y la urgencia de crear las condiciones propicias para el surgimiento de narrativas históricamente marginadas. Aquí, la programación de películas se convierte en un acto de desobediencia visual que rechaza la carga y reivindica el placer.
Una propuesta imprescindible para todo aquel que conciba el cine como un territorio vivo de disputa simbólica y política.
🔗 Lee el texto completo en sarayrosa.com](https://scontent-den2-1.cdninstagram.com/v/t51.82787-15/704750670_17913389088390781_5809290323017999812_n.jpg?stp=dst-jpg_e35_tt6&_nc_cat=107&ccb=7-5&_nc_sid=18de74&efg=eyJlZmdfdGFnIjoiQ0FST1VTRUxfSVRFTS5iZXN0X2ltYWdlX3VybGdlbi5DMyJ9&_nc_ohc=PQnoY6BUrcsQ7kNvwHH-5Tz&_nc_oc=AdpO33IHUrGNzZW0ZyHPvq-dgT_IucavW3nX9lFAvrOIL3PjgybF17MuunIE6paZlSY&_nc_zt=23&_nc_ht=scontent-den2-1.cdninstagram.com&edm=ANo9K5cEAAAA&_nc_gid=A_xw7fWDnEIOx7_K3G5qKA&_nc_tpa=Q5bMBQHaP_PpTiqa3B0aQCrYY-Ygj68Dp9xCE5dGRq41IDOETrvzDM4icPzi5LiJdI_dMY8SWDXHAMVR&oh=00_AQAjqIy32KLzNg2B0xFR-vZTKtgHLEPXaiZcRqK4oE37yw&oe=6A62E7B6)
![“Curar não é apenas escolher filmes; [...] é, antes de tudo, um exercício de escuta ao que pede passagem.”
Neste texto, Vanessa Santos defende a curadoria enquanto um campo relacional. Partindo da obra "Le Grand Calao", ela nos convida a romper com a lógica da exaustão e a enxergar o descanso como um gesto radical de resistência.
“Entre afetos, silêncios e partilhas, vai sendo tecida uma ode ao tempo feminino, numa atmosfera que desafia o peso do cotidiano e que irradia o desejo de existir fora das obrigações.”
Para Vanessa, o olhar curatorial é uma construção que atravessa memórias, desejos e a urgência de criar condições de aparecimento para narrativas historicamente marginalizadas. Aqui, programar filmes torna-se um ato de desobediência visual que recusa o fardo e reivindica o prazer.
Uma proposta essencial para quem pensa o cinema como um território vivo de disputas simbólicas e políticas.
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#SarayRosa #VanessaSantos #Curadoria #CinemaNegro #PoliticasDoOlhar #LeGrandCalao
🇪🇸
“Curar no es meramente elegir películas; [...] es, sobretodo, un ejercicio de escucha de aquello que busca abrirse paso.”
En este texto, Vanessa Santos defiende por la curaduría como un campo relacional. Tomando como referencia la obra "Le Grand Calao", ella nos invita a romper con la lógica del agotamiento y a concebir el descanso como un gesto radical de resistencia.
“Entre afectos, silencios y actos de compartir, se teje una oda al tiempo femenino; todo ello en una atmósfera que desafía el peso de lo cotidiano y irradia el deseo de existir más allá de la obligación”.
Para Vanessa, la mirada curatorial es un constructo que atraviesa memorias, deseos y la urgencia de crear las condiciones propicias para el surgimiento de narrativas históricamente marginadas. Aquí, la programación de películas se convierte en un acto de desobediencia visual que rechaza la carga y reivindica el placer.
Una propuesta imprescindible para todo aquel que conciba el cine como un territorio vivo de disputa simbólica y política.
🔗 Lee el texto completo en sarayrosa.com](https://scontent-den2-1.cdninstagram.com/v/t51.82787-15/704750670_17913389088390781_5809290323017999812_n.jpg?stp=dst-jpg_e35_tt6&_nc_cat=107&ccb=7-5&_nc_sid=18de74&efg=eyJlZmdfdGFnIjoiQ0FST1VTRUxfSVRFTS5iZXN0X2ltYWdlX3VybGdlbi5DMyJ9&_nc_ohc=PQnoY6BUrcsQ7kNvwHH-5Tz&_nc_oc=AdpO33IHUrGNzZW0ZyHPvq-dgT_IucavW3nX9lFAvrOIL3PjgybF17MuunIE6paZlSY&_nc_zt=23&_nc_ht=scontent-den2-1.cdninstagram.com&edm=ANo9K5cEAAAA&_nc_gid=A_xw7fWDnEIOx7_K3G5qKA&_nc_tpa=Q5bMBQHaP_PpTiqa3B0aQCrYY-Ygj68Dp9xCE5dGRq41IDOETrvzDM4icPzi5LiJdI_dMY8SWDXHAMVR&oh=00_AQAjqIy32KLzNg2B0xFR-vZTKtgHLEPXaiZcRqK4oE37yw&oe=6A62E7B6)






![“Sou um corpo dissidente do (cis)tema de sexo-gênero (…) Habito fronteiras.”
Neste ensaio, @luignascimento parte de si para atravessar o cinema: da ausência de referências à urgência de se ver em cena, das representações estereotipadas à construção de um cinema sapatão brasileiro contemporâneo, feito por quem vive essas experiências.
Entre apagamentos, “in/visibilidades” e narrativas marcadas por violência, o texto revela também as brechas — filmes, gestos e alianças que transformam o cinema em espaço de existência, desejo e criação.
“Há um senso de urgência que acompanha esse desejo […] urgência de falar para nós, por nós, mas também de gritar ao mundo quem somos e quem podemos ser.”
Um mergulho sensível e político em um cinema que se constrói no afeto, na coletividade e na invenção de outras possibilidades de vida.
🔗 Leia na íntegra em sarayrosa.com
#SaraYRosa #CinemaSapatão #CinemaQueer #CríticaFeminista #CinemaBrasileiro
🇪🇸
Entre las brechas sápatonas en el cine brasileño
Por Lui Nascimento
“Soy un cuerpo disidente del (cis)tema de sexo-género (…) Habito fronteras.”
En este ensayo, Lui Nascimento parte de su propia experiencia para atravesar el cine: desde la ausencia de referentes hasta la urgencia de verse en pantalla, de las representaciones estereotipadas a la construcción de un cine lesbiano contemporáneo en Brasil.
Entre invisibilidades y narrativas marcadas por la violencia, el texto también revela las grietas — películas, gestos y alianzas que transforman el cine en un espacio de deseo, existencia y creación.
“Hay una urgencia […] de hablar para nosotres, por nosotres, pero también de gritar al mundo quiénes somos y quiénes podemos ser.”
Un recorrido sensible y político por un cine que se construye desde el afecto, la colectividad y la invención de otros mundos posibles.
🔗 Lee el texto completo en sarayrosa.com
Imagens dos filmes “Peixe” (2019) de @ygcf_ysmn e “Minha história é outra” (2019) de Mariana Campos](https://scontent-den2-1.cdninstagram.com/v/t51.82787-15/693332325_17910936828390781_3741062162069005596_n.jpg?stp=dst-jpg_e35_tt6&_nc_cat=101&ccb=7-5&_nc_sid=18de74&efg=eyJlZmdfdGFnIjoiQ0FST1VTRUxfSVRFTS5iZXN0X2ltYWdlX3VybGdlbi5DMyJ9&_nc_ohc=vVhKdCf0HZQQ7kNvwEyU6PG&_nc_oc=AdoqZ6muNLAORBb7L8x39jeKOnJ0ajGtdBZcbRdx-Sd-HroWL7YK69N3a21XC-hF0kw&_nc_zt=23&_nc_ht=scontent-den2-1.cdninstagram.com&edm=ANo9K5cEAAAA&_nc_gid=A_xw7fWDnEIOx7_K3G5qKA&_nc_tpa=Q5bMBQGL3tZVp7fezByphQS7Sg4xOaNgKSZJocziR5yplhFeyLP-kijldCg1nY7D_8uGoimctohfpyx6&oh=00_AQAsXUDvxM58nzLNEhBqQ8q5QIGU5u2yxkwNuUqIOgOAFA&oe=6A62E8D2)
![“Sou um corpo dissidente do (cis)tema de sexo-gênero (…) Habito fronteiras.”
Neste ensaio, @luignascimento parte de si para atravessar o cinema: da ausência de referências à urgência de se ver em cena, das representações estereotipadas à construção de um cinema sapatão brasileiro contemporâneo, feito por quem vive essas experiências.
Entre apagamentos, “in/visibilidades” e narrativas marcadas por violência, o texto revela também as brechas — filmes, gestos e alianças que transformam o cinema em espaço de existência, desejo e criação.
“Há um senso de urgência que acompanha esse desejo […] urgência de falar para nós, por nós, mas também de gritar ao mundo quem somos e quem podemos ser.”
Um mergulho sensível e político em um cinema que se constrói no afeto, na coletividade e na invenção de outras possibilidades de vida.
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#SaraYRosa #CinemaSapatão #CinemaQueer #CríticaFeminista #CinemaBrasileiro
🇪🇸
Entre las brechas sápatonas en el cine brasileño
Por Lui Nascimento
“Soy un cuerpo disidente del (cis)tema de sexo-género (…) Habito fronteras.”
En este ensayo, Lui Nascimento parte de su propia experiencia para atravesar el cine: desde la ausencia de referentes hasta la urgencia de verse en pantalla, de las representaciones estereotipadas a la construcción de un cine lesbiano contemporáneo en Brasil.
Entre invisibilidades y narrativas marcadas por la violencia, el texto también revela las grietas — películas, gestos y alianzas que transforman el cine en un espacio de deseo, existencia y creación.
“Hay una urgencia […] de hablar para nosotres, por nosotres, pero también de gritar al mundo quiénes somos y quiénes podemos ser.”
Un recorrido sensible y político por un cine que se construye desde el afecto, la colectividad y la invención de otros mundos posibles.
🔗 Lee el texto completo en sarayrosa.com
Imagens dos filmes “Peixe” (2019) de @ygcf_ysmn e “Minha história é outra” (2019) de Mariana Campos](https://scontent-den2-1.cdninstagram.com/v/t51.82787-15/693332325_17910936828390781_3741062162069005596_n.jpg?stp=dst-jpg_e35_tt6&_nc_cat=101&ccb=7-5&_nc_sid=18de74&efg=eyJlZmdfdGFnIjoiQ0FST1VTRUxfSVRFTS5iZXN0X2ltYWdlX3VybGdlbi5DMyJ9&_nc_ohc=vVhKdCf0HZQQ7kNvwEyU6PG&_nc_oc=AdoqZ6muNLAORBb7L8x39jeKOnJ0ajGtdBZcbRdx-Sd-HroWL7YK69N3a21XC-hF0kw&_nc_zt=23&_nc_ht=scontent-den2-1.cdninstagram.com&edm=ANo9K5cEAAAA&_nc_gid=A_xw7fWDnEIOx7_K3G5qKA&_nc_tpa=Q5bMBQGL3tZVp7fezByphQS7Sg4xOaNgKSZJocziR5yplhFeyLP-kijldCg1nY7D_8uGoimctohfpyx6&oh=00_AQAsXUDvxM58nzLNEhBqQ8q5QIGU5u2yxkwNuUqIOgOAFA&oe=6A62E8D2)






















