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Ministério da Cultura e o Governo de Minas Gerais apresentam:
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Há bem mais entre um homem e uma mulher: dos regimes políticos aos regimes estéticos em "De cierta Manera"
Além de ser o primeiro filme cubano feito por uma mulher negra, De cierta manera (1974-1977) revela-se hoje incontornável se quisermos subst
Roberta Veiga
2 de abr. de 20257 min de leitura


Yo no creo en las brujas, pero que las hay, las hay
A religiosidade, a moralidade e a família, temas recorrentes nesses filmes, servem como espelhos das crenças e medos de suas respectivas soc
Yasmine Evaristo
25 de mar. de 20257 min de leitura


Miss Mary: a estética feminista e as políticas do amor de Maria Luísa Bemberg
"Eu não sinto tal felicidade para nada. O passado me agonia, me traz más recordações. Coloquei-as em uma sombra e considero que não ofuscam
Juliana Gusman
16 de mar. de 202515 min de leitura


Matar a culpa, salvar o cinema: os desejos de Luna Alkalay
Numa quinta-feira acinzentada em Tiradentes, conversei com Luna Alkalay. Ela me encontrou, apesar da chuva, em um café próximo ao Cine Tenda
Juliana Gusman
19 de fev. de 202512 min de leitura


"A ferida que começou a abrir para nunca mais fechar": Elizabeth Teixeira, militância e maternidade no redemoinho da história
A memória das lutas sociais no Brasil, tal como inscrita nas imagens do documentário brasileiro, esboça – com limites, mas também
Cláudia Mesquita
13 de fev. de 202527 min de leitura


Tiradentes: A Trajetória de Bruna Linzmeyer em Alfazema e Medusa
A atriz catarinense Bruna Linzmeyer, de 32 anos, foi a homenageada da 28ª Mostra de Cinema de Tiradentes. Com uma carreira versátil, Bruna s
Ludmilla Gualberto
12 de fev. de 20256 min de leitura


Tiradentes: Abraçar Medusa e Medeia e gozar juntas numa sala de cinema
Com a publicação de O prazer visual e o cinema narrativo, artigo de Laura Mulvey convencionalmente assinalado como o ponto de partida de uma
Juliana Gusman
31 de jan. de 20257 min de leitura


Tiradentes: um prédio vazio com nome de mulher
“Tem uma coisa de fantástico e lindo aqui”, diz a personagem de Gilda Nomacce no novo filme de Rodrigo Aragão
Juliana Gusman
29 de jan. de 20252 min de leitura


Tiradentes: relembrando dois curtas queer que celebram a mutabilidade de Bruna Linzmeyer
Em sua 28ª edição, a Mostra de Cinema de Tiradentes exalta versatilidade de Bruna Linzmeyer, atriz camaleônica que transita, como poucas
Juliana Gusman
28 de jan. de 20255 min de leitura


A crítica feminista do cinema no jornal Mulherio (1981-1988)
Em diálogo com debates que vinham sendo construídos em outros países da América Latina, do Norte e Europa, começam a se espalhar pelo Brasil
Nayla Tavares Guerra
21 de jan. de 202524 min de leitura


Rosae Rosa, Solo e o milagre da história
A entrevista (1966), de Helena Solberg, é frequentemente celebrado pelo seu pioneirismo. Marco inicial de um documentário feminista
Juliana Gusman
21 de jan. de 20254 min de leitura


Entrevista Cíntia Gil
Cíntia Gil é uma notável programadora e curadora de cinema cuja carreira abrange tanto os espaços mais influentes do circuito internacional
Maria José Merino
21 de jan. de 202512 min de leitura


O Cinema é uma Rosa
O que é o cinema? O que é um filme? O que torna alguém cineasta?
Izabela Silva
21 de jan. de 20259 min de leitura


María Wiesse: uma pioneira da crítica cinematográfica no Peru
María Wiesse fez parte de um grupo de escritoras que estabeleceram uma nova relação entre a sensibilidade feminina e o jornalismo no Peru.
Mónica Delgado
21 de jan. de 20258 min de leitura


Meninas desobedientes: memória, fantasia e resistência no cinema dirigido por mulheres centro-americanas.
Seria então o que vimos pelas janelas e portas da nossa infância, a coisa mais próxima dos nossos primeiros filmes?
Maria José Merino
21 de jan. de 20259 min de leitura


Emaranhamentos em um ecossistema em função da crítica feminista: Verberenas, um espaço de diálogo sobre cultura audiovisual feito por mulheres
Em 2015, algumas formandas e recém-formadas do curso de Audiovisual da Universidade de Brasília se reuniam para conversar sobre cinema.
Glênis Cardoso
21 de jan. de 20254 min de leitura








![No novo ensaio publicado em nosso site, escrito sob o calor da exibição de Vámonos, Bárbara (1978) no Cineclube Ibero-americano Permanente, nesta quarta-feira, dia 17 de junho, Juliana Gusman destrincha como a cineasta espanhola Cecilia Bartolomé tensiona o texto matriz de Martin Scorsese (Alice Não Mora Mais Aqui) através de um exercício de distanciamento formal e discursivo.
Longe de se curvar às estéticas do norte global, o texto de Juliana reafirma a posição do filme na cartografia ibero-americana, costurando cumplicidades com o cinema de ruptura feito por mulheres aqui:
“Talvez Vamos, Bárbara se achegue mais, na verdade, de nosso próprio road movie feminista inaugural, Mar de Rosas (1977), de Ana Carolina. [...] a Betinha de Cristina Pereira compartilha certas inadequações incendiárias com a Bárbara de Cristina Alvarez – para além da cabalística coincidencia no nome de suas intérpretes.”
Leia mais sobre a diretora e sua obra no ensaio de @juliana.gusman, escrito para o terceiro encontro do Cineclube Ibero-americano Permanente, uma parceria entre Sara y Rosa, Cine Humberto Mauro do @palaciodasartes_ e Instituto Cervantes de BH.
🔗 O ensaio completo está disponível em sarayrosa.com
#SaraYRosa #CeciliaBartolome #CinemaFeminista #CríticaFeminista](https://scontent-den2-1.cdninstagram.com/v/t51.82787-15/726575221_17917835919390781_4399166472106971886_n.jpg?stp=dst-jpg_e35_tt6&_nc_cat=110&ccb=7-5&_nc_sid=18de74&efg=eyJlZmdfdGFnIjoiQ0FST1VTRUxfSVRFTS5iZXN0X2ltYWdlX3VybGdlbi5DMyJ9&_nc_ohc=XASc-Fwh0TQQ7kNvwEiKk2G&_nc_oc=AdrI6Pxfbi1P4IA7nLh0dbUSIjy5WVotYyjrfNCrsdVb9WAQnHgqzbeUyvo3ShsNAn8&_nc_zt=23&_nc_ht=scontent-den2-1.cdninstagram.com&edm=ANo9K5cEAAAA&_nc_gid=78euY4NrZYjiPmubUb1A4Q&_nc_tpa=Q5bMBQGdBMo8qqKEJgzWqyt7mDg7vPp8GBtsaLBNnq8ByBb6Z5SUYfCJ8BO3zosIKSNqdXHLA_XMNZKN&oh=00_Af9tmmN4QMli3TNjiC8utytYRLGSg4ZQryGHdFD3b4kcyA&oe=6A473E7F)
![No novo ensaio publicado em nosso site, escrito sob o calor da exibição de Vámonos, Bárbara (1978) no Cineclube Ibero-americano Permanente, nesta quarta-feira, dia 17 de junho, Juliana Gusman destrincha como a cineasta espanhola Cecilia Bartolomé tensiona o texto matriz de Martin Scorsese (Alice Não Mora Mais Aqui) através de um exercício de distanciamento formal e discursivo.
Longe de se curvar às estéticas do norte global, o texto de Juliana reafirma a posição do filme na cartografia ibero-americana, costurando cumplicidades com o cinema de ruptura feito por mulheres aqui:
“Talvez Vamos, Bárbara se achegue mais, na verdade, de nosso próprio road movie feminista inaugural, Mar de Rosas (1977), de Ana Carolina. [...] a Betinha de Cristina Pereira compartilha certas inadequações incendiárias com a Bárbara de Cristina Alvarez – para além da cabalística coincidencia no nome de suas intérpretes.”
Leia mais sobre a diretora e sua obra no ensaio de @juliana.gusman, escrito para o terceiro encontro do Cineclube Ibero-americano Permanente, uma parceria entre Sara y Rosa, Cine Humberto Mauro do @palaciodasartes_ e Instituto Cervantes de BH.
🔗 O ensaio completo está disponível em sarayrosa.com
#SaraYRosa #CeciliaBartolome #CinemaFeminista #CríticaFeminista](https://scontent-den2-1.cdninstagram.com/v/t51.82787-15/726575221_17917835919390781_4399166472106971886_n.jpg?stp=dst-jpg_e35_tt6&_nc_cat=110&ccb=7-5&_nc_sid=18de74&efg=eyJlZmdfdGFnIjoiQ0FST1VTRUxfSVRFTS5iZXN0X2ltYWdlX3VybGdlbi5DMyJ9&_nc_ohc=XASc-Fwh0TQQ7kNvwEiKk2G&_nc_oc=AdrI6Pxfbi1P4IA7nLh0dbUSIjy5WVotYyjrfNCrsdVb9WAQnHgqzbeUyvo3ShsNAn8&_nc_zt=23&_nc_ht=scontent-den2-1.cdninstagram.com&edm=ANo9K5cEAAAA&_nc_gid=78euY4NrZYjiPmubUb1A4Q&_nc_tpa=Q5bMBQGdBMo8qqKEJgzWqyt7mDg7vPp8GBtsaLBNnq8ByBb6Z5SUYfCJ8BO3zosIKSNqdXHLA_XMNZKN&oh=00_Af9tmmN4QMli3TNjiC8utytYRLGSg4ZQryGHdFD3b4kcyA&oe=6A473E7F)
















![“Curar não é apenas escolher filmes; [...] é, antes de tudo, um exercício de escuta ao que pede passagem.”
Neste texto, Vanessa Santos defende a curadoria enquanto um campo relacional. Partindo da obra "Le Grand Calao", ela nos convida a romper com a lógica da exaustão e a enxergar o descanso como um gesto radical de resistência.
“Entre afetos, silêncios e partilhas, vai sendo tecida uma ode ao tempo feminino, numa atmosfera que desafia o peso do cotidiano e que irradia o desejo de existir fora das obrigações.”
Para Vanessa, o olhar curatorial é uma construção que atravessa memórias, desejos e a urgência de criar condições de aparecimento para narrativas historicamente marginalizadas. Aqui, programar filmes torna-se um ato de desobediência visual que recusa o fardo e reivindica o prazer.
Uma proposta essencial para quem pensa o cinema como um território vivo de disputas simbólicas e políticas.
🔗 Leia o texto completo em sarayrosa.com
#SarayRosa #VanessaSantos #Curadoria #CinemaNegro #PoliticasDoOlhar #LeGrandCalao
🇪🇸
“Curar no es meramente elegir películas; [...] es, sobretodo, un ejercicio de escucha de aquello que busca abrirse paso.”
En este texto, Vanessa Santos defiende por la curaduría como un campo relacional. Tomando como referencia la obra "Le Grand Calao", ella nos invita a romper con la lógica del agotamiento y a concebir el descanso como un gesto radical de resistencia.
“Entre afectos, silencios y actos de compartir, se teje una oda al tiempo femenino; todo ello en una atmósfera que desafía el peso de lo cotidiano y irradia el deseo de existir más allá de la obligación”.
Para Vanessa, la mirada curatorial es un constructo que atraviesa memorias, deseos y la urgencia de crear las condiciones propicias para el surgimiento de narrativas históricamente marginadas. Aquí, la programación de películas se convierte en un acto de desobediencia visual que rechaza la carga y reivindica el placer.
Una propuesta imprescindible para todo aquel que conciba el cine como un territorio vivo de disputa simbólica y política.
🔗 Lee el texto completo en sarayrosa.com](https://scontent-den2-1.cdninstagram.com/v/t51.82787-15/704750670_17913389088390781_5809290323017999812_n.jpg?stp=dst-jpg_e35_tt6&_nc_cat=107&ccb=7-5&_nc_sid=18de74&efg=eyJlZmdfdGFnIjoiQ0FST1VTRUxfSVRFTS5iZXN0X2ltYWdlX3VybGdlbi5DMyJ9&_nc_ohc=NJ29zkYqS_gQ7kNvwEMxPRv&_nc_oc=AdqMqBkQSC1NPpjdasmPB3yP1z6icBfrBK81odLVvVQ7TcyZa6yXkVS6l3_QUMHiQis&_nc_zt=23&_nc_ht=scontent-den2-1.cdninstagram.com&edm=ANo9K5cEAAAA&_nc_gid=78euY4NrZYjiPmubUb1A4Q&_nc_tpa=Q5bMBQHm22LwkOgKbVbWOcGpxkz2FrSnYobFYKSldfn-T6TQE3tViRjr1z73aveUZVRY5qHwAq0Ito6d&oh=00_Af-fdgQ4UDkLenz4ZvVdT4e-7Tf1HhoWhdRztK6rHb52qg&oe=6A473836)
![“Curar não é apenas escolher filmes; [...] é, antes de tudo, um exercício de escuta ao que pede passagem.”
Neste texto, Vanessa Santos defende a curadoria enquanto um campo relacional. Partindo da obra "Le Grand Calao", ela nos convida a romper com a lógica da exaustão e a enxergar o descanso como um gesto radical de resistência.
“Entre afetos, silêncios e partilhas, vai sendo tecida uma ode ao tempo feminino, numa atmosfera que desafia o peso do cotidiano e que irradia o desejo de existir fora das obrigações.”
Para Vanessa, o olhar curatorial é uma construção que atravessa memórias, desejos e a urgência de criar condições de aparecimento para narrativas historicamente marginalizadas. Aqui, programar filmes torna-se um ato de desobediência visual que recusa o fardo e reivindica o prazer.
Uma proposta essencial para quem pensa o cinema como um território vivo de disputas simbólicas e políticas.
🔗 Leia o texto completo em sarayrosa.com
#SarayRosa #VanessaSantos #Curadoria #CinemaNegro #PoliticasDoOlhar #LeGrandCalao
🇪🇸
“Curar no es meramente elegir películas; [...] es, sobretodo, un ejercicio de escucha de aquello que busca abrirse paso.”
En este texto, Vanessa Santos defiende por la curaduría como un campo relacional. Tomando como referencia la obra "Le Grand Calao", ella nos invita a romper con la lógica del agotamiento y a concebir el descanso como un gesto radical de resistencia.
“Entre afectos, silencios y actos de compartir, se teje una oda al tiempo femenino; todo ello en una atmósfera que desafía el peso de lo cotidiano y irradia el deseo de existir más allá de la obligación”.
Para Vanessa, la mirada curatorial es un constructo que atraviesa memorias, deseos y la urgencia de crear las condiciones propicias para el surgimiento de narrativas históricamente marginadas. Aquí, la programación de películas se convierte en un acto de desobediencia visual que rechaza la carga y reivindica el placer.
Una propuesta imprescindible para todo aquel que conciba el cine como un territorio vivo de disputa simbólica y política.
🔗 Lee el texto completo en sarayrosa.com](https://scontent-den2-1.cdninstagram.com/v/t51.82787-15/704750670_17913389088390781_5809290323017999812_n.jpg?stp=dst-jpg_e35_tt6&_nc_cat=107&ccb=7-5&_nc_sid=18de74&efg=eyJlZmdfdGFnIjoiQ0FST1VTRUxfSVRFTS5iZXN0X2ltYWdlX3VybGdlbi5DMyJ9&_nc_ohc=NJ29zkYqS_gQ7kNvwEMxPRv&_nc_oc=AdqMqBkQSC1NPpjdasmPB3yP1z6icBfrBK81odLVvVQ7TcyZa6yXkVS6l3_QUMHiQis&_nc_zt=23&_nc_ht=scontent-den2-1.cdninstagram.com&edm=ANo9K5cEAAAA&_nc_gid=78euY4NrZYjiPmubUb1A4Q&_nc_tpa=Q5bMBQHm22LwkOgKbVbWOcGpxkz2FrSnYobFYKSldfn-T6TQE3tViRjr1z73aveUZVRY5qHwAq0Ito6d&oh=00_Af-fdgQ4UDkLenz4ZvVdT4e-7Tf1HhoWhdRztK6rHb52qg&oe=6A473836)






![“Sou um corpo dissidente do (cis)tema de sexo-gênero (…) Habito fronteiras.”
Neste ensaio, @luignascimento parte de si para atravessar o cinema: da ausência de referências à urgência de se ver em cena, das representações estereotipadas à construção de um cinema sapatão brasileiro contemporâneo, feito por quem vive essas experiências.
Entre apagamentos, “in/visibilidades” e narrativas marcadas por violência, o texto revela também as brechas — filmes, gestos e alianças que transformam o cinema em espaço de existência, desejo e criação.
“Há um senso de urgência que acompanha esse desejo […] urgência de falar para nós, por nós, mas também de gritar ao mundo quem somos e quem podemos ser.”
Um mergulho sensível e político em um cinema que se constrói no afeto, na coletividade e na invenção de outras possibilidades de vida.
🔗 Leia na íntegra em sarayrosa.com
#SaraYRosa #CinemaSapatão #CinemaQueer #CríticaFeminista #CinemaBrasileiro
🇪🇸
Entre las brechas sápatonas en el cine brasileño
Por Lui Nascimento
“Soy un cuerpo disidente del (cis)tema de sexo-género (…) Habito fronteras.”
En este ensayo, Lui Nascimento parte de su propia experiencia para atravesar el cine: desde la ausencia de referentes hasta la urgencia de verse en pantalla, de las representaciones estereotipadas a la construcción de un cine lesbiano contemporáneo en Brasil.
Entre invisibilidades y narrativas marcadas por la violencia, el texto también revela las grietas — películas, gestos y alianzas que transforman el cine en un espacio de deseo, existencia y creación.
“Hay una urgencia […] de hablar para nosotres, por nosotres, pero también de gritar al mundo quiénes somos y quiénes podemos ser.”
Un recorrido sensible y político por un cine que se construye desde el afecto, la colectividad y la invención de otros mundos posibles.
🔗 Lee el texto completo en sarayrosa.com
Imagens dos filmes “Peixe” (2019) de @ygcf_ysmn e “Minha história é outra” (2019) de Mariana Campos](https://scontent-den2-1.cdninstagram.com/v/t51.82787-15/693332325_17910936828390781_3741062162069005596_n.jpg?stp=dst-jpg_e35_tt6&_nc_cat=101&ccb=7-5&_nc_sid=18de74&efg=eyJlZmdfdGFnIjoiQ0FST1VTRUxfSVRFTS5iZXN0X2ltYWdlX3VybGdlbi5DMyJ9&_nc_ohc=quVg2DRYvbMQ7kNvwECE8si&_nc_oc=Ado_-gP-XeWdNC0_LvGXsBaiJBvhA3x-budCnIFJps9g47J9LPhAmV42LYPMRZjSeKY&_nc_zt=23&_nc_ht=scontent-den2-1.cdninstagram.com&edm=ANo9K5cEAAAA&_nc_gid=78euY4NrZYjiPmubUb1A4Q&_nc_tpa=Q5bMBQGAoHLkdQd8jFH7SzHWG2K81kAWoPZXSyXz7dMsKh3RtCdMBxWXzzhXSlOivIfMlPfONIHZ2I9F&oh=00_Af-dKKP_cob5RmSlQ1kujqKHVl66Qvwlhcr9h4biUZOeYA&oe=6A473952)
![“Sou um corpo dissidente do (cis)tema de sexo-gênero (…) Habito fronteiras.”
Neste ensaio, @luignascimento parte de si para atravessar o cinema: da ausência de referências à urgência de se ver em cena, das representações estereotipadas à construção de um cinema sapatão brasileiro contemporâneo, feito por quem vive essas experiências.
Entre apagamentos, “in/visibilidades” e narrativas marcadas por violência, o texto revela também as brechas — filmes, gestos e alianças que transformam o cinema em espaço de existência, desejo e criação.
“Há um senso de urgência que acompanha esse desejo […] urgência de falar para nós, por nós, mas também de gritar ao mundo quem somos e quem podemos ser.”
Um mergulho sensível e político em um cinema que se constrói no afeto, na coletividade e na invenção de outras possibilidades de vida.
🔗 Leia na íntegra em sarayrosa.com
#SaraYRosa #CinemaSapatão #CinemaQueer #CríticaFeminista #CinemaBrasileiro
🇪🇸
Entre las brechas sápatonas en el cine brasileño
Por Lui Nascimento
“Soy un cuerpo disidente del (cis)tema de sexo-género (…) Habito fronteras.”
En este ensayo, Lui Nascimento parte de su propia experiencia para atravesar el cine: desde la ausencia de referentes hasta la urgencia de verse en pantalla, de las representaciones estereotipadas a la construcción de un cine lesbiano contemporáneo en Brasil.
Entre invisibilidades y narrativas marcadas por la violencia, el texto también revela las grietas — películas, gestos y alianzas que transforman el cine en un espacio de deseo, existencia y creación.
“Hay una urgencia […] de hablar para nosotres, por nosotres, pero también de gritar al mundo quiénes somos y quiénes podemos ser.”
Un recorrido sensible y político por un cine que se construye desde el afecto, la colectividad y la invención de otros mundos posibles.
🔗 Lee el texto completo en sarayrosa.com
Imagens dos filmes “Peixe” (2019) de @ygcf_ysmn e “Minha história é outra” (2019) de Mariana Campos](https://scontent-den2-1.cdninstagram.com/v/t51.82787-15/693332325_17910936828390781_3741062162069005596_n.jpg?stp=dst-jpg_e35_tt6&_nc_cat=101&ccb=7-5&_nc_sid=18de74&efg=eyJlZmdfdGFnIjoiQ0FST1VTRUxfSVRFTS5iZXN0X2ltYWdlX3VybGdlbi5DMyJ9&_nc_ohc=quVg2DRYvbMQ7kNvwECE8si&_nc_oc=Ado_-gP-XeWdNC0_LvGXsBaiJBvhA3x-budCnIFJps9g47J9LPhAmV42LYPMRZjSeKY&_nc_zt=23&_nc_ht=scontent-den2-1.cdninstagram.com&edm=ANo9K5cEAAAA&_nc_gid=78euY4NrZYjiPmubUb1A4Q&_nc_tpa=Q5bMBQGAoHLkdQd8jFH7SzHWG2K81kAWoPZXSyXz7dMsKh3RtCdMBxWXzzhXSlOivIfMlPfONIHZ2I9F&oh=00_Af-dKKP_cob5RmSlQ1kujqKHVl66Qvwlhcr9h4biUZOeYA&oe=6A473952)
























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