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Ministério da Cultura e o Governo de Minas Gerais apresentam:
Críticas


21ª Mostra de Cinema de Ouro Preto - Filmar mulheres, esquecer o resto...
O sábado da Mostra me trouxe uma imagem da qual não consigo escapar. Uma mulher loira, impecavelmente maquiada e vestida, empunha um chicote. Na frente dela, um homem negro; seu nome, de uma ironia cínica, é Zé Preto e ele é açoitado num celeiro enquanto um cavalo observa ao fundo. Após acoitá-lo até sangrar, ela transa com ele. A cena se deu como um ponto de inflexão e, enquanto lutava contra meu desconforto e vontade de evadir, não conseguia me conformar. O que ele quis diz
Nayara Aguiar
29 de jun.4 min de leitura


21ª Mostra de Cinema de Ouro Preto - Sobreviver nas imagens
Foi um encontro raro o que a Mostra reservou ao público: duas das realizadoras mais importantes do cenário brasileiro, Helena Solberg e Lúcia Murat, sentadas frente a frente, não para falar sobre seus filmes de forma protocolar, mas para vasculhar juntas o que ainda falta entender sobre as próprias trajetórias — e sobre um cinema brasileiro que, há décadas, carrega lacunas em relação às mulheres que o fizeram.
Nayara Aguiar
27 de jun.3 min de leitura


De que cor será a vida no futuro?
Karin Cuyul estrenó su segundo largometraje documental La vida que vendrá (2025), alcanzando un punto de especial madurez y lucidez en su carrera, en que apuesta por proponer imaginarios sobre la transición democrática de Chile en los noventa, entendida como un proceso de traspaso pacífico del poder de un régimen autoritario a uno democrático, que duró más de lo que nadie imaginó. Incluso, delineando lo que algunos consideran más bien una post dictadura, dado que se mantienen
Marisol Aguila Bettancourt
14 de abr.4 min de leitura


29ª Mostra de Tiradentes – Devaneios da madrugada: notas soltas sobre a crise dos homens
Por Juliana Gusman | Críticas Tiradentes, Janeiro de 2026. Acordo de madrugada com o casal do quarto ao lado discutindo acaloradamente sobre o ar condicionado, para seguir a uma trepada morna. A garota se contém, enquanto o rapaz emite murmúrios de autocongratulação. Entre os intervalos das rangidas ágeis de uma cama velha, ele solta palavrões para entumecer a própria macheza. Lembro-me de três filmes vistos nesta semana em Tiradentes e, contra a natureza sagrada do meu son
Juliana Gusman
31 de jan.3 min de leitura


29ª Mostra de Tiradentes - Agora que sei, não consigo esquecer: uma folha de diário sobre o filme de Denise Vieira
Por Juliana Gusman | Críticas Tiradentes, Janeiro de 2026 Apaguei de novo a primeira linha deste texto, que renasce mais de 50 vezes como dona Margô. O nome afrancesado dessa puta-velha me lembra que todo gozo é uma espécie de pequena morte. Soterrada pela atmosfera ácida, ansiolítica e carnavalesca de um festival de cinema, ainda tento achar o meu caminho de volta. I. Retomar ao carril de uma filmografia que me é familiar – para sair do prumo de novo Mulheres da Boca (1981
Juliana Gusman
29 de jan.5 min de leitura


29ª Mostra de Tiradentes - Em louvor ao cinema que dança: uma carta a Marcela Borela
Por Juliana Gusman | Críticas Tiradentes, Janeiro de 2026 Marcela, A minha vertigem com seu filme se desencadeou com o petiit allegro – não por acaso, o aquecimento para os grandes saltos. O piano, que me lançou ao meu abismo particular, toca a coda do prólogo de A Bela Adormecida – um balé também vertiginoso em seus excessos –, o que, de alguma forma, me remete ao tipo de dobra (ou de desdobramento) temporal que Atravessa minha carne se propõe a fazer. A partitura de Tchai
Juliana Gusman
26 de jan.3 min de leitura


"Se eu tivesse pernas, eu te chutaria": anotações sobre uma ressaca fílmica
A Linda de Rose Byrne é uma anti-Ofélia. Bem que ela tenta se afogar para escapar do aprisionamento discursivo e material que lhe confina ao posto amargo (e exaustivo) de mãe ruim. A personagem shakespeariana atira-se em um rio por não encontrar, para seus anseios latentes, “lugar ou palavra”, como diria Maria Rita Kehl. A personagem bronsteiniana, por sua vez, choca-se inutilmente contra as ondas bravas da maré noturna
Juliana Gusman
17 de jan.3 min de leitura


19º CineBH: Parindo um filme com Madalena
Em Morte e Vida Madalena (2025), Guto Parente constrói um retrato afetivo e caótico do próprio fazer cinematográfico. Madalena (Noá Bonoba), produtora de cinema grávida de oito meses e em luto pela morte do pai (Carlos Francisco), decide unir forças para filmar a ficção científica idealizada por ele. A partir dessa premissa, o diretor faz do caos o princípio que rege o coletivo e também a própria narrativa.
Marcelle Won Held
11 de nov. de 20252 min de leitura


19º CineBH | Entre Rios e Memórias: o luto como travessia em Cais
Cais, de Safira Moreira, reafirma a força de um cinema que se move entre memória, luto e ancestralidade; um cinema que não almeja apenas narrar, mas sentir.
Micaella Matias
11 de nov. de 20253 min de leitura


19º CineBH: Rasga a memória e atravessa o corpo
Em sua 19ª edição, o CineBH reafirma o cinema como espaço de confronto entre memória e presente. Em Cronicas del Absurdo (2023) de Miguel Coyula, exibido na Mostra Conexões, e Sebastiana (2024) de Pedro de Alencar, parte da Programação Muitas Familias: Fricções, Memórias e Contatos, a imagem é um corpo insurgente: convoca o espectador a encarar o trauma, a ausência e a opressão não como vestígios do passado, mas como rastros que ainda habitam e permanecem no presente. Esses
Raianne Ferreira
11 de nov. de 20254 min de leitura


19º CineBH: Punku e a fantasia amarga da realidade
Punku é o limiar entre o real e o fantástico, no qual a brutalidade da vida atravessa os sonhos de dois jovens, tornando-os tão palpáveis, quanto inalcançáveis.
Gi Moraes
11 de nov. de 20253 min de leitura


20ª CineOP: Sol na cabeça, cinema nas veias
Fazia frio em Ouro Preto. A data praxe da CineOP garante os festejos e cortejos juninos, mas exige do público que ocupa o pico da cidade, diante da enorme tela instalada na Praça Tiradentes, alguma resistência. Porém, na noite do dia 27 de junho, um vento barroco soprou calor e feitiçarias. A santa padroeira da desobediência conjurou seu pequeno milagre: com seus cabelos de fogo, pôs a cidade em chamas.
Juliana Gusman
8 de jul. de 20255 min de leitura


Lispectorante: acionar a suspensão e lidar com o real
O longa Lispectorante (2024), de Renata Pinheiro, transporta uma mulher chamada Glória Hartman por um refrescante exercício de transformação, tateando luzes e sentimentos. Interpretada por Marcélia Cartaxo, Glória é uma artista plástica que retorna à sua cidade natal, Recife, após uma separação. Na casa em que um dia morou Clarice Lispector, eladescobre uma fresta na parede que, ao observá-la, abre a personagem e o filme a um universo fantástico. Glória se entorpece deste mun
Nanda Rossi
22 de mai. de 20254 min de leitura


Tiradentes: A Trajetória de Bruna Linzmeyer em Alfazema e Medusa
A atriz catarinense Bruna Linzmeyer, de 32 anos, foi a homenageada da 28ª Mostra de Cinema de Tiradentes. Com uma carreira versátil, Bruna s
Ludmilla Gualberto
12 de fev. de 20256 min de leitura


Tiradentes: Abraçar Medusa e Medeia e gozar juntas numa sala de cinema
Com a publicação de O prazer visual e o cinema narrativo, artigo de Laura Mulvey convencionalmente assinalado como o ponto de partida de uma
Juliana Gusman
31 de jan. de 20257 min de leitura


Tiradentes: um prédio vazio com nome de mulher
“Tem uma coisa de fantástico e lindo aqui”, diz a personagem de Gilda Nomacce no novo filme de Rodrigo Aragão
Juliana Gusman
29 de jan. de 20252 min de leitura


Tiradentes: relembrando dois curtas queer que celebram a mutabilidade de Bruna Linzmeyer
Em sua 28ª edição, a Mostra de Cinema de Tiradentes exalta versatilidade de Bruna Linzmeyer, atriz camaleônica que transita, como poucas
Juliana Gusman
28 de jan. de 20255 min de leitura


Rosae Rosa, Solo e o milagre da história
A entrevista (1966), de Helena Solberg, é frequentemente celebrado pelo seu pioneirismo. Marco inicial de um documentário feminista
Juliana Gusman
21 de jan. de 20254 min de leitura


















![No novo ensaio publicado em nosso site, escrito sob o calor da exibição de Vámonos, Bárbara (1978) no Cineclube Ibero-americano Permanente, nesta quarta-feira, dia 17 de junho, Juliana Gusman destrincha como a cineasta espanhola Cecilia Bartolomé tensiona o texto matriz de Martin Scorsese (Alice Não Mora Mais Aqui) através de um exercício de distanciamento formal e discursivo.
Longe de se curvar às estéticas do norte global, o texto de Juliana reafirma a posição do filme na cartografia ibero-americana, costurando cumplicidades com o cinema de ruptura feito por mulheres aqui:
“Talvez Vamos, Bárbara se achegue mais, na verdade, de nosso próprio road movie feminista inaugural, Mar de Rosas (1977), de Ana Carolina. [...] a Betinha de Cristina Pereira compartilha certas inadequações incendiárias com a Bárbara de Cristina Alvarez – para além da cabalística coincidencia no nome de suas intérpretes.”
Leia mais sobre a diretora e sua obra no ensaio de @juliana.gusman, escrito para o 3º encontro do Cineclube Ibero-americano Permanente, uma parceria entre Sara y Rosa, Cine Humberto Mauro do @palaciodasartes_ e Instituto Cervantes de BH.
🔗 Leia o ensaio completo em sarayrosa.com
#SaraYRosa #CeciliaBartolome #CinemaFeminista #CríticaFeminista
🇪🇸
En un nuevo ensayo escrito a raíz de la proyección de Vámonos, Bárbara (1978) en el Cineclub Iberoamericano Permanente, Juliana Gusman analiza cómo la cineasta española Cecilia Bartolomé desafía el material de origen de "Alice Doesn’t Live Here Anymore" (de Martin Scorsese) mediante un ejercicio de distanciamiento formal y discursivo, y reafirma el lugar de la película en el panorama de cine iberoamericano, estableciendo vínculos con el cine pionero de mujeres aqui:
"Quizás Vamos, Bárbara acercase, de hecho, a nuestro propio roadmovie feminista inaugural "Mar de Rosas"(1977), de Ana Carolina. Felicidade, el personaje poco convencional de Norma Bengell, es más sombría que Ana y su destino, menos próspero, pero la Betinha de Cristina Pereira comparte ciertas deficiencias incendiarias con la Bárbara de Cristina Álvarez, más allá de la coincidencia cabalística en los nombres de sus intérpretes."
🔗 Lee el texto en sarayrosa.com](https://scontent-den2-1.cdninstagram.com/v/t51.82787-15/726575221_17917835919390781_4399166472106971886_n.jpg?stp=dst-jpg_e35_tt6&_nc_cat=110&ccb=7-5&_nc_sid=18de74&efg=eyJlZmdfdGFnIjoiQ0FST1VTRUxfSVRFTS5iZXN0X2ltYWdlX3VybGdlbi5DMyJ9&_nc_ohc=YjOaItwkuW8Q7kNvwHbvpUz&_nc_oc=AdrpdR_Mh_j23YUiOjM0e7d8FfqeoUL9UQfu-2Bz-X6nOAVk1zrGRxtj6aecpkLRR9E&_nc_zt=23&_nc_ht=scontent-den2-1.cdninstagram.com&edm=ANo9K5cEAAAA&_nc_gid=A_xw7fWDnEIOx7_K3G5qKA&_nc_tpa=Q5bMBQE7kBjk-Rlfbs-MLjWIZ57zwl37XaBRNobkH0pHZMSxdVpO4nCZ0RlKv8VYyKqIlA_rbdp0dhDD&oh=00_AQBoER2iY7Ac7r8gDf85kn9m7AFrmI41cHV0Cmj9usR0Gg&oe=6A62EDFF)
![No novo ensaio publicado em nosso site, escrito sob o calor da exibição de Vámonos, Bárbara (1978) no Cineclube Ibero-americano Permanente, nesta quarta-feira, dia 17 de junho, Juliana Gusman destrincha como a cineasta espanhola Cecilia Bartolomé tensiona o texto matriz de Martin Scorsese (Alice Não Mora Mais Aqui) através de um exercício de distanciamento formal e discursivo.
Longe de se curvar às estéticas do norte global, o texto de Juliana reafirma a posição do filme na cartografia ibero-americana, costurando cumplicidades com o cinema de ruptura feito por mulheres aqui:
“Talvez Vamos, Bárbara se achegue mais, na verdade, de nosso próprio road movie feminista inaugural, Mar de Rosas (1977), de Ana Carolina. [...] a Betinha de Cristina Pereira compartilha certas inadequações incendiárias com a Bárbara de Cristina Alvarez – para além da cabalística coincidencia no nome de suas intérpretes.”
Leia mais sobre a diretora e sua obra no ensaio de @juliana.gusman, escrito para o 3º encontro do Cineclube Ibero-americano Permanente, uma parceria entre Sara y Rosa, Cine Humberto Mauro do @palaciodasartes_ e Instituto Cervantes de BH.
🔗 Leia o ensaio completo em sarayrosa.com
#SaraYRosa #CeciliaBartolome #CinemaFeminista #CríticaFeminista
🇪🇸
En un nuevo ensayo escrito a raíz de la proyección de Vámonos, Bárbara (1978) en el Cineclub Iberoamericano Permanente, Juliana Gusman analiza cómo la cineasta española Cecilia Bartolomé desafía el material de origen de "Alice Doesn’t Live Here Anymore" (de Martin Scorsese) mediante un ejercicio de distanciamiento formal y discursivo, y reafirma el lugar de la película en el panorama de cine iberoamericano, estableciendo vínculos con el cine pionero de mujeres aqui:
"Quizás Vamos, Bárbara acercase, de hecho, a nuestro propio roadmovie feminista inaugural "Mar de Rosas"(1977), de Ana Carolina. Felicidade, el personaje poco convencional de Norma Bengell, es más sombría que Ana y su destino, menos próspero, pero la Betinha de Cristina Pereira comparte ciertas deficiencias incendiarias con la Bárbara de Cristina Álvarez, más allá de la coincidencia cabalística en los nombres de sus intérpretes."
🔗 Lee el texto en sarayrosa.com](https://scontent-den2-1.cdninstagram.com/v/t51.82787-15/726575221_17917835919390781_4399166472106971886_n.jpg?stp=dst-jpg_e35_tt6&_nc_cat=110&ccb=7-5&_nc_sid=18de74&efg=eyJlZmdfdGFnIjoiQ0FST1VTRUxfSVRFTS5iZXN0X2ltYWdlX3VybGdlbi5DMyJ9&_nc_ohc=YjOaItwkuW8Q7kNvwHbvpUz&_nc_oc=AdrpdR_Mh_j23YUiOjM0e7d8FfqeoUL9UQfu-2Bz-X6nOAVk1zrGRxtj6aecpkLRR9E&_nc_zt=23&_nc_ht=scontent-den2-1.cdninstagram.com&edm=ANo9K5cEAAAA&_nc_gid=A_xw7fWDnEIOx7_K3G5qKA&_nc_tpa=Q5bMBQE7kBjk-Rlfbs-MLjWIZ57zwl37XaBRNobkH0pHZMSxdVpO4nCZ0RlKv8VYyKqIlA_rbdp0dhDD&oh=00_AQBoER2iY7Ac7r8gDf85kn9m7AFrmI41cHV0Cmj9usR0Gg&oe=6A62EDFF)
















![“Curar não é apenas escolher filmes; [...] é, antes de tudo, um exercício de escuta ao que pede passagem.”
Neste texto, Vanessa Santos defende a curadoria enquanto um campo relacional. Partindo da obra "Le Grand Calao", ela nos convida a romper com a lógica da exaustão e a enxergar o descanso como um gesto radical de resistência.
“Entre afetos, silêncios e partilhas, vai sendo tecida uma ode ao tempo feminino, numa atmosfera que desafia o peso do cotidiano e que irradia o desejo de existir fora das obrigações.”
Para Vanessa, o olhar curatorial é uma construção que atravessa memórias, desejos e a urgência de criar condições de aparecimento para narrativas historicamente marginalizadas. Aqui, programar filmes torna-se um ato de desobediência visual que recusa o fardo e reivindica o prazer.
Uma proposta essencial para quem pensa o cinema como um território vivo de disputas simbólicas e políticas.
🔗 Leia o texto completo em sarayrosa.com
#SarayRosa #VanessaSantos #Curadoria #CinemaNegro #PoliticasDoOlhar #LeGrandCalao
🇪🇸
“Curar no es meramente elegir películas; [...] es, sobretodo, un ejercicio de escucha de aquello que busca abrirse paso.”
En este texto, Vanessa Santos defiende por la curaduría como un campo relacional. Tomando como referencia la obra "Le Grand Calao", ella nos invita a romper con la lógica del agotamiento y a concebir el descanso como un gesto radical de resistencia.
“Entre afectos, silencios y actos de compartir, se teje una oda al tiempo femenino; todo ello en una atmósfera que desafía el peso de lo cotidiano y irradia el deseo de existir más allá de la obligación”.
Para Vanessa, la mirada curatorial es un constructo que atraviesa memorias, deseos y la urgencia de crear las condiciones propicias para el surgimiento de narrativas históricamente marginadas. Aquí, la programación de películas se convierte en un acto de desobediencia visual que rechaza la carga y reivindica el placer.
Una propuesta imprescindible para todo aquel que conciba el cine como un territorio vivo de disputa simbólica y política.
🔗 Lee el texto completo en sarayrosa.com](https://scontent-den2-1.cdninstagram.com/v/t51.82787-15/704750670_17913389088390781_5809290323017999812_n.jpg?stp=dst-jpg_e35_tt6&_nc_cat=107&ccb=7-5&_nc_sid=18de74&efg=eyJlZmdfdGFnIjoiQ0FST1VTRUxfSVRFTS5iZXN0X2ltYWdlX3VybGdlbi5DMyJ9&_nc_ohc=PQnoY6BUrcsQ7kNvwHH-5Tz&_nc_oc=AdpO33IHUrGNzZW0ZyHPvq-dgT_IucavW3nX9lFAvrOIL3PjgybF17MuunIE6paZlSY&_nc_zt=23&_nc_ht=scontent-den2-1.cdninstagram.com&edm=ANo9K5cEAAAA&_nc_gid=A_xw7fWDnEIOx7_K3G5qKA&_nc_tpa=Q5bMBQHaP_PpTiqa3B0aQCrYY-Ygj68Dp9xCE5dGRq41IDOETrvzDM4icPzi5LiJdI_dMY8SWDXHAMVR&oh=00_AQAjqIy32KLzNg2B0xFR-vZTKtgHLEPXaiZcRqK4oE37yw&oe=6A62E7B6)
![“Curar não é apenas escolher filmes; [...] é, antes de tudo, um exercício de escuta ao que pede passagem.”
Neste texto, Vanessa Santos defende a curadoria enquanto um campo relacional. Partindo da obra "Le Grand Calao", ela nos convida a romper com a lógica da exaustão e a enxergar o descanso como um gesto radical de resistência.
“Entre afetos, silêncios e partilhas, vai sendo tecida uma ode ao tempo feminino, numa atmosfera que desafia o peso do cotidiano e que irradia o desejo de existir fora das obrigações.”
Para Vanessa, o olhar curatorial é uma construção que atravessa memórias, desejos e a urgência de criar condições de aparecimento para narrativas historicamente marginalizadas. Aqui, programar filmes torna-se um ato de desobediência visual que recusa o fardo e reivindica o prazer.
Uma proposta essencial para quem pensa o cinema como um território vivo de disputas simbólicas e políticas.
🔗 Leia o texto completo em sarayrosa.com
#SarayRosa #VanessaSantos #Curadoria #CinemaNegro #PoliticasDoOlhar #LeGrandCalao
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“Curar no es meramente elegir películas; [...] es, sobretodo, un ejercicio de escucha de aquello que busca abrirse paso.”
En este texto, Vanessa Santos defiende por la curaduría como un campo relacional. Tomando como referencia la obra "Le Grand Calao", ella nos invita a romper con la lógica del agotamiento y a concebir el descanso como un gesto radical de resistencia.
“Entre afectos, silencios y actos de compartir, se teje una oda al tiempo femenino; todo ello en una atmósfera que desafía el peso de lo cotidiano y irradia el deseo de existir más allá de la obligación”.
Para Vanessa, la mirada curatorial es un constructo que atraviesa memorias, deseos y la urgencia de crear las condiciones propicias para el surgimiento de narrativas históricamente marginadas. Aquí, la programación de películas se convierte en un acto de desobediencia visual que rechaza la carga y reivindica el placer.
Una propuesta imprescindible para todo aquel que conciba el cine como un territorio vivo de disputa simbólica y política.
🔗 Lee el texto completo en sarayrosa.com](https://scontent-den2-1.cdninstagram.com/v/t51.82787-15/704750670_17913389088390781_5809290323017999812_n.jpg?stp=dst-jpg_e35_tt6&_nc_cat=107&ccb=7-5&_nc_sid=18de74&efg=eyJlZmdfdGFnIjoiQ0FST1VTRUxfSVRFTS5iZXN0X2ltYWdlX3VybGdlbi5DMyJ9&_nc_ohc=PQnoY6BUrcsQ7kNvwHH-5Tz&_nc_oc=AdpO33IHUrGNzZW0ZyHPvq-dgT_IucavW3nX9lFAvrOIL3PjgybF17MuunIE6paZlSY&_nc_zt=23&_nc_ht=scontent-den2-1.cdninstagram.com&edm=ANo9K5cEAAAA&_nc_gid=A_xw7fWDnEIOx7_K3G5qKA&_nc_tpa=Q5bMBQHaP_PpTiqa3B0aQCrYY-Ygj68Dp9xCE5dGRq41IDOETrvzDM4icPzi5LiJdI_dMY8SWDXHAMVR&oh=00_AQAjqIy32KLzNg2B0xFR-vZTKtgHLEPXaiZcRqK4oE37yw&oe=6A62E7B6)






![“Sou um corpo dissidente do (cis)tema de sexo-gênero (…) Habito fronteiras.”
Neste ensaio, @luignascimento parte de si para atravessar o cinema: da ausência de referências à urgência de se ver em cena, das representações estereotipadas à construção de um cinema sapatão brasileiro contemporâneo, feito por quem vive essas experiências.
Entre apagamentos, “in/visibilidades” e narrativas marcadas por violência, o texto revela também as brechas — filmes, gestos e alianças que transformam o cinema em espaço de existência, desejo e criação.
“Há um senso de urgência que acompanha esse desejo […] urgência de falar para nós, por nós, mas também de gritar ao mundo quem somos e quem podemos ser.”
Um mergulho sensível e político em um cinema que se constrói no afeto, na coletividade e na invenção de outras possibilidades de vida.
🔗 Leia na íntegra em sarayrosa.com
#SaraYRosa #CinemaSapatão #CinemaQueer #CríticaFeminista #CinemaBrasileiro
🇪🇸
Entre las brechas sápatonas en el cine brasileño
Por Lui Nascimento
“Soy un cuerpo disidente del (cis)tema de sexo-género (…) Habito fronteras.”
En este ensayo, Lui Nascimento parte de su propia experiencia para atravesar el cine: desde la ausencia de referentes hasta la urgencia de verse en pantalla, de las representaciones estereotipadas a la construcción de un cine lesbiano contemporáneo en Brasil.
Entre invisibilidades y narrativas marcadas por la violencia, el texto también revela las grietas — películas, gestos y alianzas que transforman el cine en un espacio de deseo, existencia y creación.
“Hay una urgencia […] de hablar para nosotres, por nosotres, pero también de gritar al mundo quiénes somos y quiénes podemos ser.”
Un recorrido sensible y político por un cine que se construye desde el afecto, la colectividad y la invención de otros mundos posibles.
🔗 Lee el texto completo en sarayrosa.com
Imagens dos filmes “Peixe” (2019) de @ygcf_ysmn e “Minha história é outra” (2019) de Mariana Campos](https://scontent-den2-1.cdninstagram.com/v/t51.82787-15/693332325_17910936828390781_3741062162069005596_n.jpg?stp=dst-jpg_e35_tt6&_nc_cat=101&ccb=7-5&_nc_sid=18de74&efg=eyJlZmdfdGFnIjoiQ0FST1VTRUxfSVRFTS5iZXN0X2ltYWdlX3VybGdlbi5DMyJ9&_nc_ohc=vVhKdCf0HZQQ7kNvwEyU6PG&_nc_oc=AdoqZ6muNLAORBb7L8x39jeKOnJ0ajGtdBZcbRdx-Sd-HroWL7YK69N3a21XC-hF0kw&_nc_zt=23&_nc_ht=scontent-den2-1.cdninstagram.com&edm=ANo9K5cEAAAA&_nc_gid=A_xw7fWDnEIOx7_K3G5qKA&_nc_tpa=Q5bMBQGL3tZVp7fezByphQS7Sg4xOaNgKSZJocziR5yplhFeyLP-kijldCg1nY7D_8uGoimctohfpyx6&oh=00_AQAsXUDvxM58nzLNEhBqQ8q5QIGU5u2yxkwNuUqIOgOAFA&oe=6A62E8D2)
![“Sou um corpo dissidente do (cis)tema de sexo-gênero (…) Habito fronteiras.”
Neste ensaio, @luignascimento parte de si para atravessar o cinema: da ausência de referências à urgência de se ver em cena, das representações estereotipadas à construção de um cinema sapatão brasileiro contemporâneo, feito por quem vive essas experiências.
Entre apagamentos, “in/visibilidades” e narrativas marcadas por violência, o texto revela também as brechas — filmes, gestos e alianças que transformam o cinema em espaço de existência, desejo e criação.
“Há um senso de urgência que acompanha esse desejo […] urgência de falar para nós, por nós, mas também de gritar ao mundo quem somos e quem podemos ser.”
Um mergulho sensível e político em um cinema que se constrói no afeto, na coletividade e na invenção de outras possibilidades de vida.
🔗 Leia na íntegra em sarayrosa.com
#SaraYRosa #CinemaSapatão #CinemaQueer #CríticaFeminista #CinemaBrasileiro
🇪🇸
Entre las brechas sápatonas en el cine brasileño
Por Lui Nascimento
“Soy un cuerpo disidente del (cis)tema de sexo-género (…) Habito fronteras.”
En este ensayo, Lui Nascimento parte de su propia experiencia para atravesar el cine: desde la ausencia de referentes hasta la urgencia de verse en pantalla, de las representaciones estereotipadas a la construcción de un cine lesbiano contemporáneo en Brasil.
Entre invisibilidades y narrativas marcadas por la violencia, el texto también revela las grietas — películas, gestos y alianzas que transforman el cine en un espacio de deseo, existencia y creación.
“Hay una urgencia […] de hablar para nosotres, por nosotres, pero también de gritar al mundo quiénes somos y quiénes podemos ser.”
Un recorrido sensible y político por un cine que se construye desde el afecto, la colectividad y la invención de otros mundos posibles.
🔗 Lee el texto completo en sarayrosa.com
Imagens dos filmes “Peixe” (2019) de @ygcf_ysmn e “Minha história é outra” (2019) de Mariana Campos](https://scontent-den2-1.cdninstagram.com/v/t51.82787-15/693332325_17910936828390781_3741062162069005596_n.jpg?stp=dst-jpg_e35_tt6&_nc_cat=101&ccb=7-5&_nc_sid=18de74&efg=eyJlZmdfdGFnIjoiQ0FST1VTRUxfSVRFTS5iZXN0X2ltYWdlX3VybGdlbi5DMyJ9&_nc_ohc=vVhKdCf0HZQQ7kNvwEyU6PG&_nc_oc=AdoqZ6muNLAORBb7L8x39jeKOnJ0ajGtdBZcbRdx-Sd-HroWL7YK69N3a21XC-hF0kw&_nc_zt=23&_nc_ht=scontent-den2-1.cdninstagram.com&edm=ANo9K5cEAAAA&_nc_gid=A_xw7fWDnEIOx7_K3G5qKA&_nc_tpa=Q5bMBQGL3tZVp7fezByphQS7Sg4xOaNgKSZJocziR5yplhFeyLP-kijldCg1nY7D_8uGoimctohfpyx6&oh=00_AQAsXUDvxM58nzLNEhBqQ8q5QIGU5u2yxkwNuUqIOgOAFA&oe=6A62E8D2)














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