top of page
Ministério da Cultura e o Governo de Minas Gerais apresentam:
Ensaios


Dançar sem pés em pornotopias feministas: As políticas do deslocamento e as curvas do desejo no “cinema de mulheres” latino-americano
As boas moças latinas ousaram mais do que aniquilar um inimigo patriarcal – o único e derradeiro gozo da protagonista de Chantal Akerman, materializado, depois de três horas de labuta reprodutiva, pelo jorro comedido do sangue do cliente friamente assassinado que escorre de suas mãos. De cá, diferentes protagonistas incontidas gozaram, de fato: petites morts e prazeres descomunais.
Juliana Gusman
há 5 dias7 min de leitura


Abrir espaço: o fio que tece as redes das mulheres cineastas na América Central e no Caribe
Esta consolidación no constituye únicamente un cambio cuantitativo en la autoría cinematográfica ni una conquista de espacios tradicionalmente masculinos. Sus películas desplazan la mirada hacia geografías atravesadas por la memoria de la violencia, las luchas por la tierra y las formas comunitarias de cuidado y resistencia.
Maria José Merino
há 5 dias9 min de leitura


As asas de Eros e os olhos de Albertina Carri
O método de Carri, contudo, não é o caos – a destruição violenta e sem cálculo da linguagem –, mas a desordem absoluta – “a ruptura com uma ordem que só trouxe e continua trazendo o caos”, como defende Françoise Vergès (2023, p. 49). Depois de sua estreia com o quebra-cabeça noir No quiero volver a casa (2000) – no qual começa a trincar as paredes finas e a descascar a argamassa masculina do lar burguês – Carri volta-se para a própria genealogia familiar com Los rubios (2003
Juliana Gusman
há 5 dias4 min de leitura


Meninas à beira da noite: adolescência e desamparo em Mate-me por favor
Uma jovem garota nos encara com o olhar fixo à frente. O rock progressivo preenche a trilha enquanto uma lágrima desliza do seu rosto maquiado - o brilho cintila das bochechas, ecoando as luzes em desfoques da cidade noturna em segundo plano. Assim começa o filme Mate-me Por Favor de Anita Rocha da Silveira, que estreou em 2015 no Festival de Veneza e que em 2026 está em retrospectiva no CineBH.
Izabela Silva
25 de set.5 min de leitura


Paz Encina: amar o cinema, sentir o tempo
O espaço que a 20ª Mostra Internacional de Cinema de Belo Horizonte dedica à obra de Paz Encina é mais do que uma homenagem a uma artista: trata-se de um reconhecimento do valor daquele cinema latino-americano que nos permite habitar o tempo.
Maria José Merino
21 de set.5 min de leitura


10° Festival Ecrã - O Cinema entre o Arco e a Íris: Breve ensaio sobre as sessões Foco Raffaella Rosset e Foco Jeannette Munoz
O ensaio experimental a seguir foi escrito a partir das duas sessões Foco exibidas na Cinemateca do MAM-RJ pelo 10° Festival Ecrã no dia 17 de julho.
O Foco Raffaella Rosset e o Foco Jeannette Muñoz 1 foram dois programas montados pelos curadores Gabriel Linhares e Roberta Pedrosa, em consonância com as respectivas artistas. O Festival ECRÃ é um evento de Arte e Cinema Experimental que se interessa pela exibição de obras audiovisuais que escapam dos modos convencionais de pr
Sofia Arantes
10 de set.4 min de leitura


Retrospectiva Luna Alkalay: entre paixões e fúrias
Retrospectiva Lula Alkalay: entre paixões e fúrias
Juliana Gusman
20 de ago.2 min de leitura


Carta a uma jovem cineasta latinoamericana: como sobreviver de cinema?
Afinal, como fazer cinema e ganhar dinheiro com isso?A maioria de nós estamos perdidos, entre mil manobras e alguma persistência, procurando rotas criativas distintas para poder seguir esse sonho.
Izabela Silva
16 de ago.18 min de leitura


Sessão Cineclube Ibero-americano Permanente: os fantasmas atemporais de Fina Torres
Oriana (1985), o primeiro longa-metragem de Fina Torres, inspirado no conto da colombiana Marvel Moreno, evoca fantasmas. Pela sua abordagem temática mais ampla – memórias e segredos familiares – e pela atmosfera idílica e temporalmente suspensa, instituída por uma montagem que turva limiares entre o presente e o passado, a diretora recupera, em sua estreia, a imaterialidade de certas heranças femininas, esfíngicas e desordeiras.
Juliana Gusman
13 de ago.9 min de leitura


Sessão Cineclube Ibero-americano Permanente: As duas mosqueteiras de Cecilia Bartolomé
Considerado o primeiro filme feminista do cinema espanhol, Vamos, Bárbara (1978) é uma equação de acaso e sorte. O projeto para adaptar Alice não mora mais aqui (1974), de um jovem promissor da Nova Hollywood, Martin Scorsese – ele mesmo, pouco afeito aos protagonismos femininos, convocado à essa direção pela atriz Ellen Burstyn, que viveria a personagem título – foi rejeitado pelos seus destinatários originais. Diante da recusa do produtor Manuel Gutiérrez Aragón e da direto
Juliana Gusman
19 de jun.10 min de leitura


Os três encontros de Rania Stephan
Este texto foi escrito para a sessão comentada de Os três desaparecimentos de Soad Hosni (2011), exibido na Mostra de Cinema Árabe Feminino, no Cine Santa Tereza de Belo Horizonte, em maio de 2026.
Juliana Gusman
3 de jun.11 min de leitura


Las Amantes del Señor de la Noche: o subversivo e ousado sabá de Isela Vega
Por Gabriela Müller Larocca | Ensaios Desde muito cedo, a bruxa tem sido uma figura central no cinema. Do filme mudo sueco-dinamarquês de 1922, Häxan – A Feitiçaria Através dos Tempos, até produções mais recentes, como o famoso A Bruxa (2015), essa figura mitológica vem povoando o audiovisual há décadas, prova de um contínuo fascínio coletivo que existe sobre ela. Embora alguns filmes retratem as bruxas por um prisma mais simpático e até mesmo cômico, na grande maioria das ve
Gabriela Müller Larocca
12 de mai.13 min de leitura


Por entre as brechas sapatônicas no cinema brasileiro
Sou um corpo dissidente do (cis)tema de sexo-gênero. Moro na borda ou em borderlands, como sugere Anzaldúa. Habito fronteiras. Sou aquilo que nem eu mesmo sei nomear. Tateio algumas palavras na tentativa de. Escrevo daqui do meu quarto, ano de 2025, cidade de Belo Horizonte. Vivo dentro de um corpo e ao mesmo tempo estou além dele, em um corpo mundo, um corpo com fome de mundo. Um corpo sapatão não binário. Sou dissidente da normatividade e com isso carrego bagagens, muitas v
Lui Nascimento
4 de mai.16 min de leitura


Sessão Cineclube Ibero-americano Permanente: as pequenas revoluções diárias das senhoras de ninguém
Por Juliana Gusman | Ensaios A censura perpetrada pelo regime repressor na Argentina dos anos 1970 privou Leonor Vitali, personagem de Luisina Brando em Señora de Nadie (1982), de alguns excessos. Maria Luísa Bemberg teve que readequar o primeiro roteiro que ousou filmar, no cume dos seus cinquenta anos, para preservar a impertinência da dona de casa que se confronta com o cinismo insustentável da família burguesa. Retomando-o após o seu engavetamento compulsório de meia déca
Juliana Gusman
1 de abr.5 min de leitura


Estradas e desvios curatoriais - As faces da Showgirl
Por Juliana Gusman | Ensaios Cine Humberto Mauro, março de 2026 A showgirl é uma entidade quase mística que enfeitiça o cinema de tempos em tempos. Este termo, consolidado pelo glamour dos vaudevilles do início do século passado, deu nome e corpo às mulheres que, partindo da commedia dell’arte proto-burlesca da Itália, passando pela boemia francesa institucionalizada pelos cabarés até chegar à plasticidade das folies nova-iorquinas, epitomariam, à primeira vista, objetos fe
Juliana Gusman
27 de fev.5 min de leitura


Stronger than Love: ¡Too Much Mexican Melodrama!
Stronger than Love: ¡Too Much Mexican Melodrama! foi um programa itinerante do coletivo feminista Invisible Women, produzido como parte da campanha "Too Much: Melodrama on Screen" do British Film Institute. Entre outubro e dezembro de 2025, o programa percorreu o Reino Unido com quatro filmes da Era de Ouro do Cinema Mexicano: visualmente exuberantes e emocionalmente explosivos. De uma perspectiva feminista, a série celebrou a estética apurada e as paixões indomáveis do melod
Camilla Baier
23 de fev.15 min de leitura


Contra a pureza, sobre o cinema de Matilde Landeta
Juntamente com Mimí Derba (La tigresa , 1917) e Adela Sequeyro (La mujer de nadie , 1937), Matilde Landeta foi uma das primeiras cineastas do México e a única que, com alguma visibilidade, desempenhou os papéis de roteirista, produtora e diretora durante o período clássico. Nascida por volta de 1913 na Cidade do México, ficou órfã aos três anos de idade e foi criada pela avó materna em San Luis Potosí, onde completou seus estudos iniciais. Lá, descobriu o teatro e o cinema, m
Karina Solórzano
8 de fev.8 min de leitura


Sessão Cineclube Ibero-americano Permanente: mulheres da rua, contrabandistas do cinema
Eu retomo a escrita deste material depois de um intervalo de nove dias. Estive na Mostra de Cinema de Tiradentes, uma espécie de vórtex sensorial que não nos permite devaneios externos. Mas, em um evento em que se conjurou tantas forças espectrais – do fantasma da ópera de Júlio Bressane à aparição feminina encarnada por Lorena Zanetti no novo filme de Lincoln Péricles – o espírito de Matilde Landeta pairou denso nas vésperas do vigésimo sétimo aniversário de sua morte, també
Juliana Gusman
5 de fev.11 min de leitura


Quando as musas falam: Norma Bengell, o olhar para si e para o outro
Por Andressa Gordya | Ensaios Norma Bengell retornou ao Brasil com um equipamento de filmagem: uma câmera Super-8 adquirida em Nova York pouco antes de regressar do exílio. Era 1975, e ela estava na França desde 1971, quando abandonou uma carreira já consolidada no cinema e no teatro brasileiro para esquivar-se das perseguições e do sufocamento impostos pela polícia política da ditadura militar. Após experiências coletivas de cinema e debates feministas em Paris, tinha um nov
Andressa Gordya
12 de jan.13 min de leitura


Mulheres que pegam a estrada: o protagonismo feminino no filme de estrada latino-americano dos anos 2000
Por Mariana Mól | Ensaios Quando se pensa em filmes de estrada, a imagem que comumente se apresenta é uma paisagem esvaziada de uma estrada, um veículo e a personagem viajante que vai empreender o trajeto e conduzir a narrativa do filme. Um emblema dessa iconografia é Sem destino ( Easy rider – EUA, 1969), dirigido por Dennis Hopper, com o cenário desértico dos Estados Unidos, duas motocicletas e os protagonistas Billy e Wyatt, interpretados, respectivamente, pelo próprio H
Mariana Mól
30 de out. de 202510 min de leitura




![A partir da exibição de "Virtuosas" na 20ª CineBH, em novo texto do site, Nayara Aguiar destrincha como a diretora Cíntia Domit Bittar articula as mecânicas do fundamentalismo religioso no Brasil contemporâneo.
Ao articular a lógica de mercado da fé e a vigilância moral exercida entre as próprias mulheres, o texto investiga as raízes dessa violência e a escolha da linguagem do terror:
"É no pathos específico das políticas afetivas deturpadas do fundamentalismo religioso que nasce um moralismo pungente e, desse moralismo, uma violência [...] fria na engrenagem que a arquiteta, quente nas mãos que as executam — um terror naturalista, afinal, onde mais se travaria um filme do gênero senão em Santa Catarina?”
🔗 Leia a crítica completa em sarayrosa.com
🇪🇸
Tras la proyección de "Virtuosas" en la 20ª Muestra CineBH, Nayara Aguiar diseca en el nuevo artículo en el site cómo la directora Cíntia Domit Bittar articula la mecánica del fundamentalismo religioso en el Brasil contemporáneo.
Al vincular la lógica mercantil de la fe con la vigilancia moral ejercida sobre las propias mujeres, el texto investiga las raíces de esta violencia y la elección del lenguaje del terror:
"Es en el pathos específico de las políticas afectivas deturpadas del fundamentalismo religioso donde nace un moralismo punzante y, de ese moralismo, una violencia que la película de Cíntia Domit Bittar transforma en propuesta: fría en el engranaje que la arquitecta, cálida en la mano que la ejecuta — un terror naturalista, al fin y al cabo, ¿dónde más se libraría una película del género sino en Santa Catarina?"
🔗 Lea la crítica completa en sarayrosa.com](https://scontent-den2-1.cdninstagram.com/v/t51.82787-15/825270038_17934869712390781_1812860770498213797_n.jpg?stp=dst-jpg_e35_tt6&_nc_cat=106&ccb=7-5&_nc_sid=18de74&efg=eyJlZmdfdGFnIjoiQ0FST1VTRUxfSVRFTS5iZXN0X2ltYWdlX3VybGdlbi5DMyJ9&_nc_ohc=LY4RGHhc3VAQ7kNvwGOw7qE&_nc_oc=AdrdSyMguHSuFS3vMpc4FvkuMchfZtW19MFKsJchsMKLnlqeAKf-3hAfh0qGpz9yBb0&_nc_zt=23&_nc_ht=scontent-den2-1.cdninstagram.com&edm=ANo9K5cEAAAA&_nc_gid=VYbVzy_80RdqdU1Kv78anA&_nc_tpa=Q5bMBQLFucbfrqBda6VXDjd9skq2Uxl2RvivkY_JItPDoWoyN8GcNo8njbQr5VvpqxDiWe-IamNK5NXP&oh=00_AQMJQYLlOXr_zn0VlNxAgPO1Y95EPx7tKdbHcZbvHbspog&oe=6ACA73D6)
![A partir da exibição de "Virtuosas" na 20ª CineBH, em novo texto do site, Nayara Aguiar destrincha como a diretora Cíntia Domit Bittar articula as mecânicas do fundamentalismo religioso no Brasil contemporâneo.
Ao articular a lógica de mercado da fé e a vigilância moral exercida entre as próprias mulheres, o texto investiga as raízes dessa violência e a escolha da linguagem do terror:
"É no pathos específico das políticas afetivas deturpadas do fundamentalismo religioso que nasce um moralismo pungente e, desse moralismo, uma violência [...] fria na engrenagem que a arquiteta, quente nas mãos que as executam — um terror naturalista, afinal, onde mais se travaria um filme do gênero senão em Santa Catarina?”
🔗 Leia a crítica completa em sarayrosa.com
🇪🇸
Tras la proyección de "Virtuosas" en la 20ª Muestra CineBH, Nayara Aguiar diseca en el nuevo artículo en el site cómo la directora Cíntia Domit Bittar articula la mecánica del fundamentalismo religioso en el Brasil contemporáneo.
Al vincular la lógica mercantil de la fe con la vigilancia moral ejercida sobre las propias mujeres, el texto investiga las raíces de esta violencia y la elección del lenguaje del terror:
"Es en el pathos específico de las políticas afectivas deturpadas del fundamentalismo religioso donde nace un moralismo punzante y, de ese moralismo, una violencia que la película de Cíntia Domit Bittar transforma en propuesta: fría en el engranaje que la arquitecta, cálida en la mano que la ejecuta — un terror naturalista, al fin y al cabo, ¿dónde más se libraría una película del género sino en Santa Catarina?"
🔗 Lea la crítica completa en sarayrosa.com](https://scontent-den2-1.cdninstagram.com/v/t51.82787-15/825270038_17934869712390781_1812860770498213797_n.jpg?stp=dst-jpg_e35_tt6&_nc_cat=106&ccb=7-5&_nc_sid=18de74&efg=eyJlZmdfdGFnIjoiQ0FST1VTRUxfSVRFTS5iZXN0X2ltYWdlX3VybGdlbi5DMyJ9&_nc_ohc=LY4RGHhc3VAQ7kNvwGOw7qE&_nc_oc=AdrdSyMguHSuFS3vMpc4FvkuMchfZtW19MFKsJchsMKLnlqeAKf-3hAfh0qGpz9yBb0&_nc_zt=23&_nc_ht=scontent-den2-1.cdninstagram.com&edm=ANo9K5cEAAAA&_nc_gid=VYbVzy_80RdqdU1Kv78anA&_nc_tpa=Q5bMBQLFucbfrqBda6VXDjd9skq2Uxl2RvivkY_JItPDoWoyN8GcNo8njbQr5VvpqxDiWe-IamNK5NXP&oh=00_AQMJQYLlOXr_zn0VlNxAgPO1Y95EPx7tKdbHcZbvHbspog&oe=6ACA73D6)




















































![No novo ensaio publicado em nosso site, escrito sob o calor da exibição de Vámonos, Bárbara (1978) no Cineclube Ibero-americano Permanente, nesta quarta-feira, dia 17 de junho, Juliana Gusman destrincha como a cineasta espanhola Cecilia Bartolomé tensiona o texto matriz de Martin Scorsese (Alice Não Mora Mais Aqui) através de um exercício de distanciamento formal e discursivo.
Longe de se curvar às estéticas do norte global, o texto de Juliana reafirma a posição do filme na cartografia ibero-americana, costurando cumplicidades com o cinema de ruptura feito por mulheres aqui:
“Talvez Vamos, Bárbara se achegue mais, na verdade, de nosso próprio road movie feminista inaugural, Mar de Rosas (1977), de Ana Carolina. [...] a Betinha de Cristina Pereira compartilha certas inadequações incendiárias com a Bárbara de Cristina Alvarez – para além da cabalística coincidencia no nome de suas intérpretes.”
Leia mais sobre a diretora e sua obra no ensaio de @juliana.gusman, escrito para o 3º encontro do Cineclube Ibero-americano Permanente, uma parceria entre Sara y Rosa, Cine Humberto Mauro do @palaciodasartes_ e Instituto Cervantes de BH.
🔗 Leia o ensaio completo em sarayrosa.com
#SaraYRosa #CeciliaBartolome #CinemaFeminista #CríticaFeminista
🇪🇸
En un nuevo ensayo escrito a raíz de la proyección de Vámonos, Bárbara (1978) en el Cineclub Iberoamericano Permanente, Juliana Gusman analiza cómo la cineasta española Cecilia Bartolomé desafía el material de origen de "Alice Doesn’t Live Here Anymore" (de Martin Scorsese) mediante un ejercicio de distanciamiento formal y discursivo, y reafirma el lugar de la película en el panorama de cine iberoamericano, estableciendo vínculos con el cine pionero de mujeres aqui:
"Quizás Vamos, Bárbara acercase, de hecho, a nuestro propio roadmovie feminista inaugural "Mar de Rosas"(1977), de Ana Carolina. Felicidade, el personaje poco convencional de Norma Bengell, es más sombría que Ana y su destino, menos próspero, pero la Betinha de Cristina Pereira comparte ciertas deficiencias incendiarias con la Bárbara de Cristina Álvarez, más allá de la coincidencia cabalística en los nombres de sus intérpretes."
🔗 Lee el texto en sarayrosa.com](https://scontent-den2-1.cdninstagram.com/v/t51.82787-15/726575221_17917835919390781_4399166472106971886_n.jpg?stp=dst-jpg_e35_tt6&_nc_cat=110&ccb=7-5&_nc_sid=18de74&efg=eyJlZmdfdGFnIjoiQ0FST1VTRUxfSVRFTS5iZXN0X2ltYWdlX3VybGdlbi5DMyJ9&_nc_ohc=vcZDkEfmDDMQ7kNvwEHw0bK&_nc_oc=Adr7_-dCcfFtwTHq8awOv6mdHI_ai4WewKEiL2H154rPfpGYcAw9tPEB2bFcstaZ9J8&_nc_zt=23&_nc_ht=scontent-den2-1.cdninstagram.com&edm=ANo9K5cEAAAA&_nc_gid=VYbVzy_80RdqdU1Kv78anA&_nc_tpa=Q5bMBQJLlKqEoIdB1ljjz1U577VIDLu9f1EB4Xvgvw1Na6GGSIKjazE6K3p2P4T5PgXEhTFKoqM6ydvM&oh=00_AQNPbV-Lwdl-Nky6t07AajQFlGJD66k6S15F0r-1Wn_yqQ&oe=6ACAA3FF)
![No novo ensaio publicado em nosso site, escrito sob o calor da exibição de Vámonos, Bárbara (1978) no Cineclube Ibero-americano Permanente, nesta quarta-feira, dia 17 de junho, Juliana Gusman destrincha como a cineasta espanhola Cecilia Bartolomé tensiona o texto matriz de Martin Scorsese (Alice Não Mora Mais Aqui) através de um exercício de distanciamento formal e discursivo.
Longe de se curvar às estéticas do norte global, o texto de Juliana reafirma a posição do filme na cartografia ibero-americana, costurando cumplicidades com o cinema de ruptura feito por mulheres aqui:
“Talvez Vamos, Bárbara se achegue mais, na verdade, de nosso próprio road movie feminista inaugural, Mar de Rosas (1977), de Ana Carolina. [...] a Betinha de Cristina Pereira compartilha certas inadequações incendiárias com a Bárbara de Cristina Alvarez – para além da cabalística coincidencia no nome de suas intérpretes.”
Leia mais sobre a diretora e sua obra no ensaio de @juliana.gusman, escrito para o 3º encontro do Cineclube Ibero-americano Permanente, uma parceria entre Sara y Rosa, Cine Humberto Mauro do @palaciodasartes_ e Instituto Cervantes de BH.
🔗 Leia o ensaio completo em sarayrosa.com
#SaraYRosa #CeciliaBartolome #CinemaFeminista #CríticaFeminista
🇪🇸
En un nuevo ensayo escrito a raíz de la proyección de Vámonos, Bárbara (1978) en el Cineclub Iberoamericano Permanente, Juliana Gusman analiza cómo la cineasta española Cecilia Bartolomé desafía el material de origen de "Alice Doesn’t Live Here Anymore" (de Martin Scorsese) mediante un ejercicio de distanciamiento formal y discursivo, y reafirma el lugar de la película en el panorama de cine iberoamericano, estableciendo vínculos con el cine pionero de mujeres aqui:
"Quizás Vamos, Bárbara acercase, de hecho, a nuestro propio roadmovie feminista inaugural "Mar de Rosas"(1977), de Ana Carolina. Felicidade, el personaje poco convencional de Norma Bengell, es más sombría que Ana y su destino, menos próspero, pero la Betinha de Cristina Pereira comparte ciertas deficiencias incendiarias con la Bárbara de Cristina Álvarez, más allá de la coincidencia cabalística en los nombres de sus intérpretes."
🔗 Lee el texto en sarayrosa.com](https://scontent-den2-1.cdninstagram.com/v/t51.82787-15/726575221_17917835919390781_4399166472106971886_n.jpg?stp=dst-jpg_e35_tt6&_nc_cat=110&ccb=7-5&_nc_sid=18de74&efg=eyJlZmdfdGFnIjoiQ0FST1VTRUxfSVRFTS5iZXN0X2ltYWdlX3VybGdlbi5DMyJ9&_nc_ohc=vcZDkEfmDDMQ7kNvwEHw0bK&_nc_oc=Adr7_-dCcfFtwTHq8awOv6mdHI_ai4WewKEiL2H154rPfpGYcAw9tPEB2bFcstaZ9J8&_nc_zt=23&_nc_ht=scontent-den2-1.cdninstagram.com&edm=ANo9K5cEAAAA&_nc_gid=VYbVzy_80RdqdU1Kv78anA&_nc_tpa=Q5bMBQJLlKqEoIdB1ljjz1U577VIDLu9f1EB4Xvgvw1Na6GGSIKjazE6K3p2P4T5PgXEhTFKoqM6ydvM&oh=00_AQNPbV-Lwdl-Nky6t07AajQFlGJD66k6S15F0r-1Wn_yqQ&oe=6ACAA3FF)
Siga nosso instagram
bottom of page