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Ministério da Cultura e o Governo de Minas Gerais apresentam:
Metacriticas


Ver-me vê-las (sendo vistas): mais apontamentos rumo a uma crítica feminista de cinema
"Cada pixel e cada traço de tinta têm um preço", escrevíamos no manifesto de La Rabia, intitulado «(Apuntes) hacia una crítica feminista de cine» — um espaço de crítica feminista do cinema latino-americano que começávamos a montar como quem organiza um quarto dentro de outro, uma pequena sala ainda sem poltronas onde entravam os filmes que víamos em festivais, outros que encontrávamos online, nomes de mulheres, companheiras que íamos cruzando, cenas de desejo que a cinefilia
Valentina Vignardi
6 de jul.20 min de leitura


Pensar e fazer curadoria com mulheres
No décimo segundo dia de setembro, ano de 2025, fui a uma sessão de cinema que aguardava acontecer há, pelo menos, uma década. O filme era Os homens que eu tive (1973) dirigido por Tereza Trautman. Soube desse filme enquanto realizava minha pesquisa de doutorado, dedicada ao estudo do que nomeei como “cinema com mulheres”.
Carla Maia
23 de jun.19 min de leitura


Morada, 15 anos: o processo criativo do filme
Por Joana Oliveira | Metacríticas Esse texto foi feito durante o processo de pesquisa do doutorado em andamento realizado em cotutela entre a faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa e a Escola de Belas Artes da Universidade Federal de Minas Gerais, sob as orientações da professora Paula Caspão (Portugal) e Rafael Conde (Brasil). Em dezembro de 2025, o filme Morada completou 15 anos de sua primeira exibição. Houve uma sessão comemorativa no Cine Santa Tereza em Belo
Joana Oliveira
29 de mai.27 min de leitura


Políticas do olhar no cinema: notas sobre curadoria, afeto, escuta e visibilidade.
Curar não é apenas escolher filmes, ou escolher os “melhores”. É, antes de tudo, um exercício de escuta ao que pede passagem. Escutar o que as imagens dizem, e também o que silenciam, os contextos de produção, as urgências políticas e simbólicas do tempo presente, e os modos como determinados corpos, narrativas e imaginários insistem em existir apesar das condições adversas de visibilidade. Pensar a curadoria como prática de escuta implica deslocá-la de um lugar de suposta au
Vanessa Santos
22 de mai.7 min de leitura


Ressaca: bate e volta Tiradentes
Quando Juliana Antunes e Camila Matos sobem ao palco do Cine-Tenda para receber um prêmio carregando um cartaz em que se lê “políticas públicas para diretoras”, com um cifrão circulado em vermelho, lembrei-me de Matilde Landeta.
Juliana Gusman
2 de fev.5 min de leitura


Coletivo La rabia: um texto que surge de uma correspondência que começou com uma troca de áudios pessimistas
Nosotras, como muchas otras antes, también escribimos un Manifiesto y decidimos llamarnos La Rabia porque lo que nos movilizaba en ese entonces era el enojo causado por la invisibilidad y la violencia hacia las mujeres en distintas prácticas de la industria cinematográfica: “En un ejercicio de egos y sesgos, los conquistadores han trazado caprichosos mapas de nuestros territorios, con porciones de tierra exacerbadas, otras empequeñecidas. En su afán por trazar límites y front
La Rabia
18 de out. de 20256 min de leitura


Reencantar o Imaginário: Exu nos dá direito ao riso
Há uma grafia grande, diria quase infinita, para se falar sobre o trauma que é o Brasil. Essa invenção de país, que também é ferida; essa ficção, esse mockumentary que vivemos; essa interseção racial que nos provoca, a todo momento, a nos analisarmos e nos questionarmos: “quem sou eu?”. Nós vivemos uma busca contínua por entender quem se é dentro de um país que tenta, historicamente, desfigurar a identidade das pessoas negras, indígenas, as racializadas e as periféricas. Isso
Clara Anastácia
27 de jul. de 20256 min de leitura


Montar o que não se pode organizar: desejo, acaso e ficção por um cinema lésbico-feminista
Escrevo porque desejo. Escrevo para reescrever o que foi apagado. Escrevo para me aproximar de mim e de outras/es. Talvez, então, seja preciso abandonar a ansiedade pelo destino final e reconhecer que a travessia é, ela mesma, o gesto mais feminista do processo.
Larissa Muniz
6 de jun. de 202510 min de leitura


O cinema do futuro ou ensaiar o cinema sob a extrema direita
Cuando me convocaron a escribir este texto, en Argentina hacía poco más de un año había asumido la ultraderecha. A lo largo de doce meses, mis condiciones de vida y las de toda la sociedad se habían transformado radicalmente. Si bien en Argentina las crisis son una espantosa costumbre cíclica de dónde no escapa ningún color político, el tiempo entre el balotaje y la asunción presidencial fue un tiempo de luto y, lo que vino después, una suerte de duelo colectivo que aún conti
Azul Aizenberg
31 de mai. de 202511 min de leitura


Essa força estranha: notas sobre curadoria de perspectivas feministas
Nestas páginas, busco responder brevemente à provocação de Sara y Rosa, com o convite para me debruçar criticamente sobre alguns dos processos de curadoria em que estive envolvida nos últimos anos.
Carla Italiano
24 de abr. de 202510 min de leitura


A crítica feminista do cinema no jornal Mulherio (1981-1988)
Em diálogo com debates que vinham sendo construídos em outros países da América Latina, do Norte e Europa, começam a se espalhar pelo Brasil
Nayla Tavares Guerra
21 de jan. de 202524 min de leitura


María Wiesse: uma pioneira da crítica cinematográfica no Peru
María Wiesse fez parte de um grupo de escritoras que estabeleceram uma nova relação entre a sensibilidade feminina e o jornalismo no Peru.
Mónica Delgado
21 de jan. de 20258 min de leitura


Emaranhamentos em um ecossistema em função da crítica feminista: Verberenas, um espaço de diálogo sobre cultura audiovisual feito por mulheres
Em 2015, algumas formandas e recém-formadas do curso de Audiovisual da Universidade de Brasília se reuniam para conversar sobre cinema.
Glênis Cardoso
21 de jan. de 20254 min de leitura




![A partir da exibição de "Virtuosas" na 20ª CineBH, em novo texto do site, Nayara Aguiar destrincha como a diretora Cíntia Domit Bittar articula as mecânicas do fundamentalismo religioso no Brasil contemporâneo.
Ao articular a lógica de mercado da fé e a vigilância moral exercida entre as próprias mulheres, o texto investiga as raízes dessa violência e a escolha da linguagem do terror:
"É no pathos específico das políticas afetivas deturpadas do fundamentalismo religioso que nasce um moralismo pungente e, desse moralismo, uma violência [...] fria na engrenagem que a arquiteta, quente nas mãos que as executam — um terror naturalista, afinal, onde mais se travaria um filme do gênero senão em Santa Catarina?”
🔗 Leia a crítica completa em sarayrosa.com
🇪🇸
Tras la proyección de "Virtuosas" en la 20ª Muestra CineBH, Nayara Aguiar diseca en el nuevo artículo en el site cómo la directora Cíntia Domit Bittar articula la mecánica del fundamentalismo religioso en el Brasil contemporáneo.
Al vincular la lógica mercantil de la fe con la vigilancia moral ejercida sobre las propias mujeres, el texto investiga las raíces de esta violencia y la elección del lenguaje del terror:
"Es en el pathos específico de las políticas afectivas deturpadas del fundamentalismo religioso donde nace un moralismo punzante y, de ese moralismo, una violencia que la película de Cíntia Domit Bittar transforma en propuesta: fría en el engranaje que la arquitecta, cálida en la mano que la ejecuta — un terror naturalista, al fin y al cabo, ¿dónde más se libraría una película del género sino en Santa Catarina?"
🔗 Lea la crítica completa en sarayrosa.com](https://scontent-den2-1.cdninstagram.com/v/t51.82787-15/825270038_17934869712390781_1812860770498213797_n.jpg?stp=dst-jpg_e35_tt6&_nc_cat=106&ccb=7-5&_nc_sid=18de74&efg=eyJlZmdfdGFnIjoiQ0FST1VTRUxfSVRFTS5iZXN0X2ltYWdlX3VybGdlbi5DMyJ9&_nc_ohc=LY4RGHhc3VAQ7kNvwH0eVoq&_nc_oc=AdoAOxV_F9pZ1LCqXeVYkxGK5sEH9WPQm2iNXYXjuCMpuQ_TmsXRNutWxXy-Ut0AnVA&_nc_zt=23&_nc_ht=scontent-den2-1.cdninstagram.com&edm=ANo9K5cEAAAA&_nc_gid=MpaZk61ibEvuTsACHRz8qg&_nc_tpa=Q5bMBQKz53G7ijsEe8bu3mRAG7NR7MojvzZebWavp_wDZDhn5_q1hhhlSBxb6211yoD7P9j2pw0Y7921&oh=00_AQMpBvwA3CHXye6ZqOhpeOHRsLvyyOaLF10OX76B3LuQGQ&oe=6AC8B1D6)
![A partir da exibição de "Virtuosas" na 20ª CineBH, em novo texto do site, Nayara Aguiar destrincha como a diretora Cíntia Domit Bittar articula as mecânicas do fundamentalismo religioso no Brasil contemporâneo.
Ao articular a lógica de mercado da fé e a vigilância moral exercida entre as próprias mulheres, o texto investiga as raízes dessa violência e a escolha da linguagem do terror:
"É no pathos específico das políticas afetivas deturpadas do fundamentalismo religioso que nasce um moralismo pungente e, desse moralismo, uma violência [...] fria na engrenagem que a arquiteta, quente nas mãos que as executam — um terror naturalista, afinal, onde mais se travaria um filme do gênero senão em Santa Catarina?”
🔗 Leia a crítica completa em sarayrosa.com
🇪🇸
Tras la proyección de "Virtuosas" en la 20ª Muestra CineBH, Nayara Aguiar diseca en el nuevo artículo en el site cómo la directora Cíntia Domit Bittar articula la mecánica del fundamentalismo religioso en el Brasil contemporáneo.
Al vincular la lógica mercantil de la fe con la vigilancia moral ejercida sobre las propias mujeres, el texto investiga las raíces de esta violencia y la elección del lenguaje del terror:
"Es en el pathos específico de las políticas afectivas deturpadas del fundamentalismo religioso donde nace un moralismo punzante y, de ese moralismo, una violencia que la película de Cíntia Domit Bittar transforma en propuesta: fría en el engranaje que la arquitecta, cálida en la mano que la ejecuta — un terror naturalista, al fin y al cabo, ¿dónde más se libraría una película del género sino en Santa Catarina?"
🔗 Lea la crítica completa en sarayrosa.com](https://scontent-den2-1.cdninstagram.com/v/t51.82787-15/825270038_17934869712390781_1812860770498213797_n.jpg?stp=dst-jpg_e35_tt6&_nc_cat=106&ccb=7-5&_nc_sid=18de74&efg=eyJlZmdfdGFnIjoiQ0FST1VTRUxfSVRFTS5iZXN0X2ltYWdlX3VybGdlbi5DMyJ9&_nc_ohc=LY4RGHhc3VAQ7kNvwH0eVoq&_nc_oc=AdoAOxV_F9pZ1LCqXeVYkxGK5sEH9WPQm2iNXYXjuCMpuQ_TmsXRNutWxXy-Ut0AnVA&_nc_zt=23&_nc_ht=scontent-den2-1.cdninstagram.com&edm=ANo9K5cEAAAA&_nc_gid=MpaZk61ibEvuTsACHRz8qg&_nc_tpa=Q5bMBQKz53G7ijsEe8bu3mRAG7NR7MojvzZebWavp_wDZDhn5_q1hhhlSBxb6211yoD7P9j2pw0Y7921&oh=00_AQMpBvwA3CHXye6ZqOhpeOHRsLvyyOaLF10OX76B3LuQGQ&oe=6AC8B1D6)




















































![No novo ensaio publicado em nosso site, escrito sob o calor da exibição de Vámonos, Bárbara (1978) no Cineclube Ibero-americano Permanente, nesta quarta-feira, dia 17 de junho, Juliana Gusman destrincha como a cineasta espanhola Cecilia Bartolomé tensiona o texto matriz de Martin Scorsese (Alice Não Mora Mais Aqui) através de um exercício de distanciamento formal e discursivo.
Longe de se curvar às estéticas do norte global, o texto de Juliana reafirma a posição do filme na cartografia ibero-americana, costurando cumplicidades com o cinema de ruptura feito por mulheres aqui:
“Talvez Vamos, Bárbara se achegue mais, na verdade, de nosso próprio road movie feminista inaugural, Mar de Rosas (1977), de Ana Carolina. [...] a Betinha de Cristina Pereira compartilha certas inadequações incendiárias com a Bárbara de Cristina Alvarez – para além da cabalística coincidencia no nome de suas intérpretes.”
Leia mais sobre a diretora e sua obra no ensaio de @juliana.gusman, escrito para o 3º encontro do Cineclube Ibero-americano Permanente, uma parceria entre Sara y Rosa, Cine Humberto Mauro do @palaciodasartes_ e Instituto Cervantes de BH.
🔗 Leia o ensaio completo em sarayrosa.com
#SaraYRosa #CeciliaBartolome #CinemaFeminista #CríticaFeminista
🇪🇸
En un nuevo ensayo escrito a raíz de la proyección de Vámonos, Bárbara (1978) en el Cineclub Iberoamericano Permanente, Juliana Gusman analiza cómo la cineasta española Cecilia Bartolomé desafía el material de origen de "Alice Doesn’t Live Here Anymore" (de Martin Scorsese) mediante un ejercicio de distanciamiento formal y discursivo, y reafirma el lugar de la película en el panorama de cine iberoamericano, estableciendo vínculos con el cine pionero de mujeres aqui:
"Quizás Vamos, Bárbara acercase, de hecho, a nuestro propio roadmovie feminista inaugural "Mar de Rosas"(1977), de Ana Carolina. Felicidade, el personaje poco convencional de Norma Bengell, es más sombría que Ana y su destino, menos próspero, pero la Betinha de Cristina Pereira comparte ciertas deficiencias incendiarias con la Bárbara de Cristina Álvarez, más allá de la coincidencia cabalística en los nombres de sus intérpretes."
🔗 Lee el texto en sarayrosa.com](https://scontent-den2-1.cdninstagram.com/v/t51.82787-15/726575221_17917835919390781_4399166472106971886_n.jpg?stp=dst-jpg_e35_tt6&_nc_cat=110&ccb=7-5&_nc_sid=18de74&efg=eyJlZmdfdGFnIjoiQ0FST1VTRUxfSVRFTS5iZXN0X2ltYWdlX3VybGdlbi5DMyJ9&_nc_ohc=vcZDkEfmDDMQ7kNvwECCpJO&_nc_oc=AdqHVpfjF1Pe969PrhoLgYZXp8l6sjLei3CbcOTyaCaCPGV01meMEkSW9wBFN6nKV4U&_nc_zt=23&_nc_ht=scontent-den2-1.cdninstagram.com&edm=ANo9K5cEAAAA&_nc_gid=MpaZk61ibEvuTsACHRz8qg&_nc_tpa=Q5bMBQK8hljY8rXPUmwJqNs3Mh3pqprpIwVasV7k6NNX7ILXjT4-gbQgWwesWmwoVeo_T_8hvV29FmaO&oh=00_AQP4BvAnfkoHj2S_ntRMLTULqK58VVEqBQOl-3vNyc5mwg&oe=6AC8A9BF)
![No novo ensaio publicado em nosso site, escrito sob o calor da exibição de Vámonos, Bárbara (1978) no Cineclube Ibero-americano Permanente, nesta quarta-feira, dia 17 de junho, Juliana Gusman destrincha como a cineasta espanhola Cecilia Bartolomé tensiona o texto matriz de Martin Scorsese (Alice Não Mora Mais Aqui) através de um exercício de distanciamento formal e discursivo.
Longe de se curvar às estéticas do norte global, o texto de Juliana reafirma a posição do filme na cartografia ibero-americana, costurando cumplicidades com o cinema de ruptura feito por mulheres aqui:
“Talvez Vamos, Bárbara se achegue mais, na verdade, de nosso próprio road movie feminista inaugural, Mar de Rosas (1977), de Ana Carolina. [...] a Betinha de Cristina Pereira compartilha certas inadequações incendiárias com a Bárbara de Cristina Alvarez – para além da cabalística coincidencia no nome de suas intérpretes.”
Leia mais sobre a diretora e sua obra no ensaio de @juliana.gusman, escrito para o 3º encontro do Cineclube Ibero-americano Permanente, uma parceria entre Sara y Rosa, Cine Humberto Mauro do @palaciodasartes_ e Instituto Cervantes de BH.
🔗 Leia o ensaio completo em sarayrosa.com
#SaraYRosa #CeciliaBartolome #CinemaFeminista #CríticaFeminista
🇪🇸
En un nuevo ensayo escrito a raíz de la proyección de Vámonos, Bárbara (1978) en el Cineclub Iberoamericano Permanente, Juliana Gusman analiza cómo la cineasta española Cecilia Bartolomé desafía el material de origen de "Alice Doesn’t Live Here Anymore" (de Martin Scorsese) mediante un ejercicio de distanciamiento formal y discursivo, y reafirma el lugar de la película en el panorama de cine iberoamericano, estableciendo vínculos con el cine pionero de mujeres aqui:
"Quizás Vamos, Bárbara acercase, de hecho, a nuestro propio roadmovie feminista inaugural "Mar de Rosas"(1977), de Ana Carolina. Felicidade, el personaje poco convencional de Norma Bengell, es más sombría que Ana y su destino, menos próspero, pero la Betinha de Cristina Pereira comparte ciertas deficiencias incendiarias con la Bárbara de Cristina Álvarez, más allá de la coincidencia cabalística en los nombres de sus intérpretes."
🔗 Lee el texto en sarayrosa.com](https://scontent-den2-1.cdninstagram.com/v/t51.82787-15/726575221_17917835919390781_4399166472106971886_n.jpg?stp=dst-jpg_e35_tt6&_nc_cat=110&ccb=7-5&_nc_sid=18de74&efg=eyJlZmdfdGFnIjoiQ0FST1VTRUxfSVRFTS5iZXN0X2ltYWdlX3VybGdlbi5DMyJ9&_nc_ohc=vcZDkEfmDDMQ7kNvwECCpJO&_nc_oc=AdqHVpfjF1Pe969PrhoLgYZXp8l6sjLei3CbcOTyaCaCPGV01meMEkSW9wBFN6nKV4U&_nc_zt=23&_nc_ht=scontent-den2-1.cdninstagram.com&edm=ANo9K5cEAAAA&_nc_gid=MpaZk61ibEvuTsACHRz8qg&_nc_tpa=Q5bMBQK8hljY8rXPUmwJqNs3Mh3pqprpIwVasV7k6NNX7ILXjT4-gbQgWwesWmwoVeo_T_8hvV29FmaO&oh=00_AQP4BvAnfkoHj2S_ntRMLTULqK58VVEqBQOl-3vNyc5mwg&oe=6AC8A9BF)
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