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Ministério da Cultura e o Governo de Minas Gerais apresentam:
Últimas publicações


Matar a culpa, salvar o cinema: os desejos de Luna Alkalay
Numa quinta-feira acinzentada em Tiradentes, conversei com Luna Alkalay. Ela me encontrou, apesar da chuva, em um café próximo ao Cine Tenda
Juliana Gusman


Entrevista Cíntia Gil
Cíntia Gil é uma notável programadora e curadora de cinema cuja carreira abrange tanto os espaços mais influentes do circuito internacional
Maria José Merino
Entrevistas


Ressaca: bate e volta Tiradentes
Quando Juliana Antunes e Camila Matos sobem ao palco do Cine-Tenda para receber um prêmio carregando um cartaz em que se lê “políticas públicas para diretoras”, com um cifrão circulado em vermelho, lembrei-me de Matilde Landeta.
Juliana Gusman


Coletivo La rabia: um texto que surge de uma correspondência que começou com uma troca de áudios pessimistas
Nosotras, como muchas otras antes, también escribimos un Manifiesto y decidimos llamarnos La Rabia porque lo que nos movilizaba en ese entonces era el enojo causado por la invisibilidad y la violencia hacia las mujeres en distintas prácticas de la industria cinematográfica: “En un ejercicio de egos y sesgos, los conquistadores han trazado caprichosos mapas de nuestros territorios, con porciones de tierra exacerbadas, otras empequeñecidas. En su afán por trazar límites y front
La Rabia


Reencantar o Imaginário: Exu nos dá direito ao riso
Há uma grafia grande, diria quase infinita, para se falar sobre o trauma que é o Brasil. Essa invenção de país, que também é ferida; essa ficção, esse mockumentary que vivemos; essa interseção racial que nos provoca, a todo momento, a nos analisarmos e nos questionarmos: “quem sou eu?”. Nós vivemos uma busca contínua por entender quem se é dentro de um país que tenta, historicamente, desfigurar a identidade das pessoas negras, indígenas, as racializadas e as periféricas. Isso
Clara Anastácia
Metacríticas
Críticas


29ª Mostra de Tiradentes – Devaneios da madrugada: notas soltas sobre a crise dos homens
Por Juliana Gusman | Críticas Tiradentes, Janeiro de 2026. Acordo de madrugada com o casal do quarto ao lado discutindo acaloradamente sobre o ar condicionado, para seguir a uma trepada morna. A garota se contém, enquanto o rapaz emite murmúrios de autocongratulação. Entre os intervalos das rangidas ágeis de uma cama velha, ele solta palavrões para entumecer a própria macheza. Lembro-me de três filmes vistos nesta semana em Tiradentes e, contra a natureza sagrada do meu son
Juliana Gusman


29ª Mostra de Tiradentes - Agora que sei, não consigo esquecer: uma folha de diário sobre o filme de Denise Vieira
Por Juliana Gusman | Críticas Tiradentes, Janeiro de 2026 Apaguei de novo a primeira linha deste texto, que renasce mais de 50 vezes como dona Margô. O nome afrancesado dessa puta-velha me lembra que todo gozo é uma espécie de pequena morte. Soterrada pela atmosfera ácida, ansiolítica e carnavalesca de um festival de cinema, ainda tento achar o meu caminho de volta. I. Retomar ao carril de uma filmografia que me é familiar – para sair do prumo de novo Mulheres da Boca (1981
Juliana Gusman


29ª Mostra de Tiradentes - Em louvor ao cinema que dança: uma carta a Marcela Borela
Por Juliana Gusman | Críticas Tiradentes, Janeiro de 2026 Marcela, A minha vertigem com seu filme se desencadeou com o petiit allegro – não por acaso, o aquecimento para os grandes saltos. O piano, que me lançou ao meu abismo particular, toca a coda do prólogo de A Bela Adormecida – um balé também vertiginoso em seus excessos –, o que, de alguma forma, me remete ao tipo de dobra (ou de desdobramento) temporal que Atravessa minha carne se propõe a fazer. A partitura de Tchai
Juliana Gusman


Juliana Gusman
há 1 dia11 min de leitura




Juliana Gusman
há 7 dias3 min de leitura


Juliana Gusman
29 de jan.5 min de leitura


Juliana Gusman
26 de jan.3 min de leitura


Juliana Gusman
17 de jan.3 min de leitura


Andressa Gordya
12 de jan.13 min de leitura


Marcelle Won Held
11 de nov. de 20252 min de leitura


Micaella Matias
11 de nov. de 20253 min de leitura


Raianne Ferreira
11 de nov. de 20254 min de leitura
Ensaios


Sessão Cineclube Ibero-americano Permanente: mulheres da rua, contrabandistas do cinema
Eu retomo a escrita deste material depois de um intervalo de nove dias. Estive na Mostra de Cinema de Tiradentes, uma espécie de vórtex sensorial que não nos permite devaneios externos. Mas, em um evento em que se conjurou tantas forças espectrais – do fantasma da ópera de Júlio Bressane à aparição feminina encarnada por Lorena Zanetti no novo filme de Lincoln Péricles – o espírito de Matilde Landeta pairou denso nas vésperas do vigésimo sétimo aniversário de sua morte, també
Juliana Gusman


Quando as musas falam: Norma Bengell, o olhar para si e para o outro
Por Andressa Gordya | Ensaios Norma Bengell retornou ao Brasil com um equipamento de filmagem: uma câmera Super-8 adquirida em Nova York pouco antes de regressar do exílio. Era 1975, e ela estava na França desde 1971, quando abandonou uma carreira já consolidada no cinema e no teatro brasileiro para esquivar-se das perseguições e do sufocamento impostos pela polícia política da ditadura militar. Após experiências coletivas de cinema e debates feministas em Paris, tinha um nov
Andressa Gordya


Mulheres que pegam a estrada: o protagonismo feminino no filme de estrada latino-americano dos anos 2000
Por Mariana Mól | Ensaios Quando se pensa em filmes de estrada, a imagem que comumente se apresenta é uma paisagem esvaziada de uma estrada, um veículo e a personagem viajante que vai empreender o trajeto e conduzir a narrativa do filme. Um emblema dessa iconografia é Sem destino ( Easy rider – EUA, 1969), dirigido por Dennis Hopper, com o cenário desértico dos Estados Unidos, duas motocicletas e os protagonistas Billy e Wyatt, interpretados, respectivamente, pelo próprio H
Mariana Mól






































































