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Ministério da Cultura e o Governo de Minas Gerais apresentam:
Últimas publicações


Matar a culpa, salvar o cinema: os desejos de Luna Alkalay
Numa quinta-feira acinzentada em Tiradentes, conversei com Luna Alkalay. Ela me encontrou, apesar da chuva, em um café próximo ao Cine Tenda
Juliana Gusman


Entrevista Cíntia Gil
Cíntia Gil é uma notável programadora e curadora de cinema cuja carreira abrange tanto os espaços mais influentes do circuito internacional
Maria José Merino
Entrevistas


Ver-me vê-las (sendo vistas): mais apontamentos rumo a uma crítica feminista de cinema
"Cada pixel e cada traço de tinta têm um preço", escrevíamos no manifesto de La Rabia, intitulado «(Apuntes) hacia una crítica feminista de cine» — um espaço de crítica feminista do cinema latino-americano que começávamos a montar como quem organiza um quarto dentro de outro, uma pequena sala ainda sem poltronas onde entravam os filmes que víamos em festivais, outros que encontrávamos online, nomes de mulheres, companheiras que íamos cruzando, cenas de desejo que a cinefilia
Valentina Vignardi


Pensar e fazer curadoria com mulheres
No décimo segundo dia de setembro, ano de 2025, fui a uma sessão de cinema que aguardava acontecer há, pelo menos, uma década. O filme era Os homens que eu tive (1973) dirigido por Tereza Trautman. Soube desse filme enquanto realizava minha pesquisa de doutorado, dedicada ao estudo do que nomeei como “cinema com mulheres”.
Carla Maia


Morada, 15 anos: o processo criativo do filme
Por Joana Oliveira | Metacríticas Esse texto foi feito durante o processo de pesquisa do doutorado em andamento realizado em cotutela entre a faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa e a Escola de Belas Artes da Universidade Federal de Minas Gerais, sob as orientações da professora Paula Caspão (Portugal) e Rafael Conde (Brasil). Em dezembro de 2025, o filme Morada completou 15 anos de sua primeira exibição. Houve uma sessão comemorativa no Cine Santa Tereza em Belo
Joana Oliveira
Metacríticas
Críticas


20ª CineBH - Virtuosas, mulheres e os novos sotaques do fundamentalismo
É no pathos específico das políticas afetivas deturpadas do fundamentalismo religioso que nasce um moralismo pungente e, desse moralismo, uma violência que o longa de Cíntia Domit Bittar transforma em proposta: fria na engrenagem que a arquiteta, quente na mão que a executa - um terror naturalista, afinal, onde mais se travaria um filme do gênero senão em Santa Catarina?
Nayara Aguiar


21ª Mostra de Cinema de Ouro Preto - Filmar mulheres, esquecer o resto...
O sábado da Mostra me trouxe uma imagem da qual não consigo escapar. Uma mulher loira, impecavelmente maquiada e vestida, empunha um chicote. Na frente dela, um homem negro; seu nome, de uma ironia cínica, é Zé Preto e ele é açoitado num celeiro enquanto um cavalo observa ao fundo. Após acoitá-lo até sangrar, ela transa com ele. A cena se deu como um ponto de inflexão e, enquanto lutava contra meu desconforto e vontade de evadir, não conseguia me conformar. O que ele quis diz
Nayara Aguiar


21ª Mostra de Cinema de Ouro Preto - Sobreviver nas imagens
Foi um encontro raro o que a Mostra reservou ao público: duas das realizadoras mais importantes do cenário brasileiro, Helena Solberg e Lúcia Murat, sentadas frente a frente, não para falar sobre seus filmes de forma protocolar, mas para vasculhar juntas o que ainda falta entender sobre as próprias trajetórias — e sobre um cinema brasileiro que, há décadas, carrega lacunas em relação às mulheres que o fizeram.
Nayara Aguiar


Juliana Gusman
há 3 dias7 min de leitura


Maria José Merino
há 3 dias9 min de leitura




Nayara Aguiar
26 de set.4 min de leitura


Izabela Silva
25 de set.5 min de leitura




Sofia Arantes
10 de set.4 min de leitura




Izabela Silva
16 de ago.18 min de leitura


Juliana Gusman
13 de ago.9 min de leitura
Ensaios


Dançar sem pés em pornotopias feministas: As políticas do deslocamento e as curvas do desejo no “cinema de mulheres” latino-americano
As boas moças latinas ousaram mais do que aniquilar um inimigo patriarcal – o único e derradeiro gozo da protagonista de Chantal Akerman, materializado, depois de três horas de labuta reprodutiva, pelo jorro comedido do sangue do cliente friamente assassinado que escorre de suas mãos. De cá, diferentes protagonistas incontidas gozaram, de fato: petites morts e prazeres descomunais.
Juliana Gusman


Abrir espaço: o fio que tece as redes das mulheres cineastas na América Central e no Caribe
Esta consolidación no constituye únicamente un cambio cuantitativo en la autoría cinematográfica ni una conquista de espacios tradicionalmente masculinos. Sus películas desplazan la mirada hacia geografías atravesadas por la memoria de la violencia, las luchas por la tierra y las formas comunitarias de cuidado y resistencia.
Maria José Merino


As asas de Eros e os olhos de Albertina Carri
O método de Carri, contudo, não é o caos – a destruição violenta e sem cálculo da linguagem –, mas a desordem absoluta – “a ruptura com uma ordem que só trouxe e continua trazendo o caos”, como defende Françoise Vergès (2023, p. 49). Depois de sua estreia com o quebra-cabeça noir No quiero volver a casa (2000) – no qual começa a trincar as paredes finas e a descascar a argamassa masculina do lar burguês – Carri volta-se para a própria genealogia familiar com Los rubios (2003
Juliana Gusman




![A partir da exibição de "Virtuosas" na 20ª CineBH, em novo texto do site, Nayara Aguiar destrincha como a diretora Cíntia Domit Bittar articula as mecânicas do fundamentalismo religioso no Brasil contemporâneo.
Ao articular a lógica de mercado da fé e a vigilância moral exercida entre as próprias mulheres, o texto investiga as raízes dessa violência e a escolha da linguagem do terror:
"É no pathos específico das políticas afetivas deturpadas do fundamentalismo religioso que nasce um moralismo pungente e, desse moralismo, uma violência [...] fria na engrenagem que a arquiteta, quente nas mãos que as executam — um terror naturalista, afinal, onde mais se travaria um filme do gênero senão em Santa Catarina?”
🔗 Leia a crítica completa em sarayrosa.com
🇪🇸
Tras la proyección de "Virtuosas" en la 20ª Muestra CineBH, Nayara Aguiar diseca en el nuevo artículo en el site cómo la directora Cíntia Domit Bittar articula la mecánica del fundamentalismo religioso en el Brasil contemporáneo.
Al vincular la lógica mercantil de la fe con la vigilancia moral ejercida sobre las propias mujeres, el texto investiga las raíces de esta violencia y la elección del lenguaje del terror:
"Es en el pathos específico de las políticas afectivas deturpadas del fundamentalismo religioso donde nace un moralismo punzante y, de ese moralismo, una violencia que la película de Cíntia Domit Bittar transforma en propuesta: fría en el engranaje que la arquitecta, cálida en la mano que la ejecuta — un terror naturalista, al fin y al cabo, ¿dónde más se libraría una película del género sino en Santa Catarina?"
🔗 Lea la crítica completa en sarayrosa.com](https://scontent-den2-1.cdninstagram.com/v/t51.82787-15/825270038_17934869712390781_1812860770498213797_n.jpg?stp=dst-jpg_e35_tt6&_nc_cat=106&ccb=7-5&_nc_sid=18de74&efg=eyJlZmdfdGFnIjoiQ0FST1VTRUxfSVRFTS5iZXN0X2ltYWdlX3VybGdlbi5DMyJ9&_nc_ohc=LY4RGHhc3VAQ7kNvwH0eVoq&_nc_oc=AdoAOxV_F9pZ1LCqXeVYkxGK5sEH9WPQm2iNXYXjuCMpuQ_TmsXRNutWxXy-Ut0AnVA&_nc_zt=23&_nc_ht=scontent-den2-1.cdninstagram.com&edm=ANo9K5cEAAAA&_nc_gid=MpaZk61ibEvuTsACHRz8qg&_nc_tpa=Q5bMBQKz53G7ijsEe8bu3mRAG7NR7MojvzZebWavp_wDZDhn5_q1hhhlSBxb6211yoD7P9j2pw0Y7921&oh=00_AQMpBvwA3CHXye6ZqOhpeOHRsLvyyOaLF10OX76B3LuQGQ&oe=6AC8B1D6)
![A partir da exibição de "Virtuosas" na 20ª CineBH, em novo texto do site, Nayara Aguiar destrincha como a diretora Cíntia Domit Bittar articula as mecânicas do fundamentalismo religioso no Brasil contemporâneo.
Ao articular a lógica de mercado da fé e a vigilância moral exercida entre as próprias mulheres, o texto investiga as raízes dessa violência e a escolha da linguagem do terror:
"É no pathos específico das políticas afetivas deturpadas do fundamentalismo religioso que nasce um moralismo pungente e, desse moralismo, uma violência [...] fria na engrenagem que a arquiteta, quente nas mãos que as executam — um terror naturalista, afinal, onde mais se travaria um filme do gênero senão em Santa Catarina?”
🔗 Leia a crítica completa em sarayrosa.com
🇪🇸
Tras la proyección de "Virtuosas" en la 20ª Muestra CineBH, Nayara Aguiar diseca en el nuevo artículo en el site cómo la directora Cíntia Domit Bittar articula la mecánica del fundamentalismo religioso en el Brasil contemporáneo.
Al vincular la lógica mercantil de la fe con la vigilancia moral ejercida sobre las propias mujeres, el texto investiga las raíces de esta violencia y la elección del lenguaje del terror:
"Es en el pathos específico de las políticas afectivas deturpadas del fundamentalismo religioso donde nace un moralismo punzante y, de ese moralismo, una violencia que la película de Cíntia Domit Bittar transforma en propuesta: fría en el engranaje que la arquitecta, cálida en la mano que la ejecuta — un terror naturalista, al fin y al cabo, ¿dónde más se libraría una película del género sino en Santa Catarina?"
🔗 Lea la crítica completa en sarayrosa.com](https://scontent-den2-1.cdninstagram.com/v/t51.82787-15/825270038_17934869712390781_1812860770498213797_n.jpg?stp=dst-jpg_e35_tt6&_nc_cat=106&ccb=7-5&_nc_sid=18de74&efg=eyJlZmdfdGFnIjoiQ0FST1VTRUxfSVRFTS5iZXN0X2ltYWdlX3VybGdlbi5DMyJ9&_nc_ohc=LY4RGHhc3VAQ7kNvwH0eVoq&_nc_oc=AdoAOxV_F9pZ1LCqXeVYkxGK5sEH9WPQm2iNXYXjuCMpuQ_TmsXRNutWxXy-Ut0AnVA&_nc_zt=23&_nc_ht=scontent-den2-1.cdninstagram.com&edm=ANo9K5cEAAAA&_nc_gid=MpaZk61ibEvuTsACHRz8qg&_nc_tpa=Q5bMBQKz53G7ijsEe8bu3mRAG7NR7MojvzZebWavp_wDZDhn5_q1hhhlSBxb6211yoD7P9j2pw0Y7921&oh=00_AQMpBvwA3CHXye6ZqOhpeOHRsLvyyOaLF10OX76B3LuQGQ&oe=6AC8B1D6)




















































![No novo ensaio publicado em nosso site, escrito sob o calor da exibição de Vámonos, Bárbara (1978) no Cineclube Ibero-americano Permanente, nesta quarta-feira, dia 17 de junho, Juliana Gusman destrincha como a cineasta espanhola Cecilia Bartolomé tensiona o texto matriz de Martin Scorsese (Alice Não Mora Mais Aqui) através de um exercício de distanciamento formal e discursivo.
Longe de se curvar às estéticas do norte global, o texto de Juliana reafirma a posição do filme na cartografia ibero-americana, costurando cumplicidades com o cinema de ruptura feito por mulheres aqui:
“Talvez Vamos, Bárbara se achegue mais, na verdade, de nosso próprio road movie feminista inaugural, Mar de Rosas (1977), de Ana Carolina. [...] a Betinha de Cristina Pereira compartilha certas inadequações incendiárias com a Bárbara de Cristina Alvarez – para além da cabalística coincidencia no nome de suas intérpretes.”
Leia mais sobre a diretora e sua obra no ensaio de @juliana.gusman, escrito para o 3º encontro do Cineclube Ibero-americano Permanente, uma parceria entre Sara y Rosa, Cine Humberto Mauro do @palaciodasartes_ e Instituto Cervantes de BH.
🔗 Leia o ensaio completo em sarayrosa.com
#SaraYRosa #CeciliaBartolome #CinemaFeminista #CríticaFeminista
🇪🇸
En un nuevo ensayo escrito a raíz de la proyección de Vámonos, Bárbara (1978) en el Cineclub Iberoamericano Permanente, Juliana Gusman analiza cómo la cineasta española Cecilia Bartolomé desafía el material de origen de "Alice Doesn’t Live Here Anymore" (de Martin Scorsese) mediante un ejercicio de distanciamiento formal y discursivo, y reafirma el lugar de la película en el panorama de cine iberoamericano, estableciendo vínculos con el cine pionero de mujeres aqui:
"Quizás Vamos, Bárbara acercase, de hecho, a nuestro propio roadmovie feminista inaugural "Mar de Rosas"(1977), de Ana Carolina. Felicidade, el personaje poco convencional de Norma Bengell, es más sombría que Ana y su destino, menos próspero, pero la Betinha de Cristina Pereira comparte ciertas deficiencias incendiarias con la Bárbara de Cristina Álvarez, más allá de la coincidencia cabalística en los nombres de sus intérpretes."
🔗 Lee el texto en sarayrosa.com](https://scontent-den2-1.cdninstagram.com/v/t51.82787-15/726575221_17917835919390781_4399166472106971886_n.jpg?stp=dst-jpg_e35_tt6&_nc_cat=110&ccb=7-5&_nc_sid=18de74&efg=eyJlZmdfdGFnIjoiQ0FST1VTRUxfSVRFTS5iZXN0X2ltYWdlX3VybGdlbi5DMyJ9&_nc_ohc=vcZDkEfmDDMQ7kNvwECCpJO&_nc_oc=AdqHVpfjF1Pe969PrhoLgYZXp8l6sjLei3CbcOTyaCaCPGV01meMEkSW9wBFN6nKV4U&_nc_zt=23&_nc_ht=scontent-den2-1.cdninstagram.com&edm=ANo9K5cEAAAA&_nc_gid=MpaZk61ibEvuTsACHRz8qg&_nc_tpa=Q5bMBQK8hljY8rXPUmwJqNs3Mh3pqprpIwVasV7k6NNX7ILXjT4-gbQgWwesWmwoVeo_T_8hvV29FmaO&oh=00_AQP4BvAnfkoHj2S_ntRMLTULqK58VVEqBQOl-3vNyc5mwg&oe=6AC8A9BF)
![No novo ensaio publicado em nosso site, escrito sob o calor da exibição de Vámonos, Bárbara (1978) no Cineclube Ibero-americano Permanente, nesta quarta-feira, dia 17 de junho, Juliana Gusman destrincha como a cineasta espanhola Cecilia Bartolomé tensiona o texto matriz de Martin Scorsese (Alice Não Mora Mais Aqui) através de um exercício de distanciamento formal e discursivo.
Longe de se curvar às estéticas do norte global, o texto de Juliana reafirma a posição do filme na cartografia ibero-americana, costurando cumplicidades com o cinema de ruptura feito por mulheres aqui:
“Talvez Vamos, Bárbara se achegue mais, na verdade, de nosso próprio road movie feminista inaugural, Mar de Rosas (1977), de Ana Carolina. [...] a Betinha de Cristina Pereira compartilha certas inadequações incendiárias com a Bárbara de Cristina Alvarez – para além da cabalística coincidencia no nome de suas intérpretes.”
Leia mais sobre a diretora e sua obra no ensaio de @juliana.gusman, escrito para o 3º encontro do Cineclube Ibero-americano Permanente, uma parceria entre Sara y Rosa, Cine Humberto Mauro do @palaciodasartes_ e Instituto Cervantes de BH.
🔗 Leia o ensaio completo em sarayrosa.com
#SaraYRosa #CeciliaBartolome #CinemaFeminista #CríticaFeminista
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En un nuevo ensayo escrito a raíz de la proyección de Vámonos, Bárbara (1978) en el Cineclub Iberoamericano Permanente, Juliana Gusman analiza cómo la cineasta española Cecilia Bartolomé desafía el material de origen de "Alice Doesn’t Live Here Anymore" (de Martin Scorsese) mediante un ejercicio de distanciamiento formal y discursivo, y reafirma el lugar de la película en el panorama de cine iberoamericano, estableciendo vínculos con el cine pionero de mujeres aqui:
"Quizás Vamos, Bárbara acercase, de hecho, a nuestro propio roadmovie feminista inaugural "Mar de Rosas"(1977), de Ana Carolina. Felicidade, el personaje poco convencional de Norma Bengell, es más sombría que Ana y su destino, menos próspero, pero la Betinha de Cristina Pereira comparte ciertas deficiencias incendiarias con la Bárbara de Cristina Álvarez, más allá de la coincidencia cabalística en los nombres de sus intérpretes."
🔗 Lee el texto en sarayrosa.com](https://scontent-den2-1.cdninstagram.com/v/t51.82787-15/726575221_17917835919390781_4399166472106971886_n.jpg?stp=dst-jpg_e35_tt6&_nc_cat=110&ccb=7-5&_nc_sid=18de74&efg=eyJlZmdfdGFnIjoiQ0FST1VTRUxfSVRFTS5iZXN0X2ltYWdlX3VybGdlbi5DMyJ9&_nc_ohc=vcZDkEfmDDMQ7kNvwECCpJO&_nc_oc=AdqHVpfjF1Pe969PrhoLgYZXp8l6sjLei3CbcOTyaCaCPGV01meMEkSW9wBFN6nKV4U&_nc_zt=23&_nc_ht=scontent-den2-1.cdninstagram.com&edm=ANo9K5cEAAAA&_nc_gid=MpaZk61ibEvuTsACHRz8qg&_nc_tpa=Q5bMBQK8hljY8rXPUmwJqNs3Mh3pqprpIwVasV7k6NNX7ILXjT4-gbQgWwesWmwoVeo_T_8hvV29FmaO&oh=00_AQP4BvAnfkoHj2S_ntRMLTULqK58VVEqBQOl-3vNyc5mwg&oe=6AC8A9BF)
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