top of page
Ministério da Cultura y el Governo de Minas Gerais presentan:
Últimas Publicaciones


Matar la culpa, salvar el cine: los deseos de Luna Alkalay
Numa quinta-feira acinzentada em Tiradentes, conversei com Luna Alkalay. Ela me encontrou, apesar da chuva, em um café próximo ao Cine Tenda
Juliana Gusman


Entrevista con Cíntia Gil
Cíntia Gil es una destacada programadora y curadora de cine cuya trayectoria abarca los espacios influyentes del circuito internacional.
Maria José Merino
Entrevistas


Pensar y hacer curaduría con mujeres
El doce de septiembre del año 2025, fui a una proyección de cine que llevaba esperando ver al menos una década. La película era Los hombres que yo tuve (1973), dirigida por Tereza Trautman. Conocí esta película mientras realizaba mi investigación doctoral, dedicada al estudio de lo que denominé "cine con mujeres".
Carla Maia


La política de la mirada en el cine: notas sobre comisariado, afecto, escucha y visibilidad.
Curar não é apenas escolher filmes, ou escolher os “melhores”. É, antes de tudo, um exercício de escuta ao que pede passagem. Escutar o que as imagens dizem, e também o que silenciam, os contextos de produção, as urgências políticas e simbólicas do tempo presente, e os modos como determinados corpos, narrativas e imaginários insistem em existir apesar das condições adversas de visibilidade. Pensar a curadoria como prática de escuta implica deslocá-la de um lugar de suposta au
Vanessa Santos


Resaca: un viaje de ida y vuelta a Tiradentes
Quando Juliana Antunes e Camila Matos sobem ao palco do Cine-Tenda para receber um prêmio carregando um cartaz em que se lê “políticas públicas para diretoras”, com um cifrão circulado em vermelho, lembrei-me de Matilde Landeta.
Juliana Gusman
Metacríticas
Críticas


29º Festival de Cine Tiradentes – Ensueños del amanecer: Notas sueltas sobre la crisis de los hombres
Por Juliana Gusman | Reseñas Tiradentes, enero de 2026. Me despierto en mitad de la noche y veo a la pareja de la habitación de al lado discutiendo acaloradamente sobre el aire acondicionado, antes de tener una relación sexual tibia. La chica se contiene, mientras el chico murmura palabras de autocomplacencia. Entre los crujidos rápidos de una cama vieja, jura que va a inflar su propia masculinidad. Recuerdo tres películas que vi esta semana en Tiradentes y, en contra de la
Juliana Gusman


XXIX Festival de Cine de Tiradentes - Ahora que lo sé, no puedo olvidarlo: una entrada de diario sobre la película de Denise Vieira.
Por Juliana Gusman | Reseñas Tiradentes, enero de 2026 Borré de nuevo la primera línea de este texto, que renace más de 50 veces como Dona Margô. El nombre afrancesado de esta vieja ramera me recuerda que todo placer es una especie de pequeña muerte. Enterrado bajo la atmósfera ácida, ansiolítica y carnavalesca de un festival de cine, sigo intentando encontrar mi camino de regreso. I. Volver a retomar el rumbo con una filmografía que me resulta familiar, solo para volver a
Juliana Gusman


XXIX Festival de Cine de Tiradentes - En alabanza del cine que baila: una carta a Marcela Borela
Por Juliana Gusman | Reseñas Tiradentes, enero de 2026 Marcela, Mi vértigo con tu película fue provocado por el petit allegro —no por casualidad, el calentamiento para los grandes saltos—. El piano, que me sumergió en mi propio abismo personal, toca la coda del prólogo de La Bella Durmiente —un ballet también vertiginoso en sus excesos— que, de alguna manera, me recuerda el tipo de pliegue temporal (o despliegue) que *Atravessa minha carne* propone hacer. La partitura de Ch
Juliana Gusman






Vanessa Santos
22 may7 min de lectura




Juliana Gusman
12 may3 min de lectura


Juliana Gusman
12 may6 min de lectura


Juliana Gusman
12 may4 min de lectura


Juliana Gusman
12 may3 min de lectura


Juliana Gusman
12 may5 min de lectura


Gabriela Müller Larocca
12 may14 min de lectura
Ensayos


Los tres encuentros de Rania Stephan
Este texto foi escrito para a sessão comentada de Os três desaparecimentos de Soad Hosni (2011), exibido na Mostra de Cinema Árabe Feminino, no Cine Santa Tereza de Belo Horizonte, em maio de 2026.
Juliana Gusman


Sesión del Cineclub Iberoamericano permanente: Las pequeñas revoluciones diarias de las damas de nadie
Por Juliana Gusman | Ensayos La censura perpetrada por el régimen represivo en Argentina durante la década de 1970 privó a Leonor Vitali, el personaje de Luisina Brando en Señora de Nadie (1982), de algunos excesos. María Luisa Bemberg tuvo que reajustar el primer guion que se atrevió a filmar, ya cincuentona, para preservar la impertinencia del ama de casa que se enfrenta al insostenible cinismo de la familia burguesa. Tras su archivado forzoso durante media década y su debu
Juliana Gusman


Las Amantes del Señor de la Noche: el sabbat subversivo y atrevido de Isela Vega
Por Gabriela Müller Larocca | Ensayos Desde sus inicios, la bruja ha sido una figura central en el cine. Desde la película muda sueco-danesa de 1922, Häxan – Witchcraft Through the Ages , hasta producciones más recientes, como la famosa The Witch (2015), esta figura mitológica ha poblado los medios audiovisuales durante décadas, prueba de una continua fascinación colectiva por ella. Si bien algunas películas retratan a las brujas desde una perspectiva más comprensiva e inclus
Gabriela Müller Larocca




![No novo ensaio publicado em nosso site, escrito sob o calor da exibição de Vámonos, Bárbara (1978) no Cineclube Ibero-americano Permanente, nesta quarta-feira, dia 17 de junho, Juliana Gusman destrincha como a cineasta espanhola Cecilia Bartolomé tensiona o texto matriz de Martin Scorsese (Alice Não Mora Mais Aqui) através de um exercício de distanciamento formal e discursivo.
Longe de se curvar às estéticas do norte global, o texto de Juliana reafirma a posição do filme na cartografia ibero-americana, costurando cumplicidades com o cinema de ruptura feito por mulheres aqui:
“Talvez Vamos, Bárbara se achegue mais, na verdade, de nosso próprio road movie feminista inaugural, Mar de Rosas (1977), de Ana Carolina. [...] a Betinha de Cristina Pereira compartilha certas inadequações incendiárias com a Bárbara de Cristina Alvarez – para além da cabalística coincidencia no nome de suas intérpretes.”
Leia mais sobre a diretora e sua obra no ensaio de @juliana.gusman, escrito para o terceiro encontro do Cineclube Ibero-americano Permanente, uma parceria entre Sara y Rosa, Cine Humberto Mauro do @palaciodasartes_ e Instituto Cervantes de BH.
🔗 O ensaio completo está disponível em sarayrosa.com
#SaraYRosa #CeciliaBartolome #CinemaFeminista #CríticaFeminista](https://scontent.cdninstagram.com/v/t51.82787-15/726575221_17917835919390781_4399166472106971886_n.jpg?stp=dst-jpg_e35_tt6&_nc_cat=110&ccb=7-5&_nc_sid=18de74&efg=eyJlZmdfdGFnIjoiQ0FST1VTRUxfSVRFTS5iZXN0X2ltYWdlX3VybGdlbi5DMyJ9&_nc_ohc=wDvueYgCkNoQ7kNvwGxTUsh&_nc_oc=Adqvbabs563cio5Spyk-pqQGYIjQU3uET4CTWAyEI4O7KIUyCUfNcxE8XvAOBrp5yWc&_nc_zt=23&_nc_ht=scontent.cdninstagram.com&edm=ANo9K5cEAAAA&_nc_gid=2whhmmsc06FlHcStvVhPoQ&_nc_tpa=Q5bMBQHQJmCtjv7HFow82RmsHHAe-oeVWAtvdoMBYFX1p5tDv0aXISusm6i1Pl3ZbyMQyEGZpioDq1zR&oh=00_Af9M1NMlwHL24rV8N7JhNHVtjA9kiyA1cfLi1grTA5Fy7Q&oe=6A40DF3F)
![No novo ensaio publicado em nosso site, escrito sob o calor da exibição de Vámonos, Bárbara (1978) no Cineclube Ibero-americano Permanente, nesta quarta-feira, dia 17 de junho, Juliana Gusman destrincha como a cineasta espanhola Cecilia Bartolomé tensiona o texto matriz de Martin Scorsese (Alice Não Mora Mais Aqui) através de um exercício de distanciamento formal e discursivo.
Longe de se curvar às estéticas do norte global, o texto de Juliana reafirma a posição do filme na cartografia ibero-americana, costurando cumplicidades com o cinema de ruptura feito por mulheres aqui:
“Talvez Vamos, Bárbara se achegue mais, na verdade, de nosso próprio road movie feminista inaugural, Mar de Rosas (1977), de Ana Carolina. [...] a Betinha de Cristina Pereira compartilha certas inadequações incendiárias com a Bárbara de Cristina Alvarez – para além da cabalística coincidencia no nome de suas intérpretes.”
Leia mais sobre a diretora e sua obra no ensaio de @juliana.gusman, escrito para o terceiro encontro do Cineclube Ibero-americano Permanente, uma parceria entre Sara y Rosa, Cine Humberto Mauro do @palaciodasartes_ e Instituto Cervantes de BH.
🔗 O ensaio completo está disponível em sarayrosa.com
#SaraYRosa #CeciliaBartolome #CinemaFeminista #CríticaFeminista](https://scontent.cdninstagram.com/v/t51.82787-15/726575221_17917835919390781_4399166472106971886_n.jpg?stp=dst-jpg_e35_tt6&_nc_cat=110&ccb=7-5&_nc_sid=18de74&efg=eyJlZmdfdGFnIjoiQ0FST1VTRUxfSVRFTS5iZXN0X2ltYWdlX3VybGdlbi5DMyJ9&_nc_ohc=wDvueYgCkNoQ7kNvwGxTUsh&_nc_oc=Adqvbabs563cio5Spyk-pqQGYIjQU3uET4CTWAyEI4O7KIUyCUfNcxE8XvAOBrp5yWc&_nc_zt=23&_nc_ht=scontent.cdninstagram.com&edm=ANo9K5cEAAAA&_nc_gid=2whhmmsc06FlHcStvVhPoQ&_nc_tpa=Q5bMBQHQJmCtjv7HFow82RmsHHAe-oeVWAtvdoMBYFX1p5tDv0aXISusm6i1Pl3ZbyMQyEGZpioDq1zR&oh=00_Af9M1NMlwHL24rV8N7JhNHVtjA9kiyA1cfLi1grTA5Fy7Q&oe=6A40DF3F)
















![“Curar não é apenas escolher filmes; [...] é, antes de tudo, um exercício de escuta ao que pede passagem.”
Neste texto, Vanessa Santos defende a curadoria enquanto um campo relacional. Partindo da obra "Le Grand Calao", ela nos convida a romper com a lógica da exaustão e a enxergar o descanso como um gesto radical de resistência.
“Entre afetos, silêncios e partilhas, vai sendo tecida uma ode ao tempo feminino, numa atmosfera que desafia o peso do cotidiano e que irradia o desejo de existir fora das obrigações.”
Para Vanessa, o olhar curatorial é uma construção que atravessa memórias, desejos e a urgência de criar condições de aparecimento para narrativas historicamente marginalizadas. Aqui, programar filmes torna-se um ato de desobediência visual que recusa o fardo e reivindica o prazer.
Uma proposta essencial para quem pensa o cinema como um território vivo de disputas simbólicas e políticas.
🔗 Leia o texto completo em sarayrosa.com
#SarayRosa #VanessaSantos #Curadoria #CinemaNegro #PoliticasDoOlhar #LeGrandCalao
🇪🇸
“Curar no es meramente elegir películas; [...] es, sobretodo, un ejercicio de escucha de aquello que busca abrirse paso.”
En este texto, Vanessa Santos defiende por la curaduría como un campo relacional. Tomando como referencia la obra "Le Grand Calao", ella nos invita a romper con la lógica del agotamiento y a concebir el descanso como un gesto radical de resistencia.
“Entre afectos, silencios y actos de compartir, se teje una oda al tiempo femenino; todo ello en una atmósfera que desafía el peso de lo cotidiano y irradia el deseo de existir más allá de la obligación”.
Para Vanessa, la mirada curatorial es un constructo que atraviesa memorias, deseos y la urgencia de crear las condiciones propicias para el surgimiento de narrativas históricamente marginadas. Aquí, la programación de películas se convierte en un acto de desobediencia visual que rechaza la carga y reivindica el placer.
Una propuesta imprescindible para todo aquel que conciba el cine como un territorio vivo de disputa simbólica y política.
🔗 Lee el texto completo en sarayrosa.com](https://scontent.cdninstagram.com/v/t51.82787-15/704750670_17913389088390781_5809290323017999812_n.jpg?stp=dst-jpg_e35_tt6&_nc_cat=107&ccb=7-5&_nc_sid=18de74&efg=eyJlZmdfdGFnIjoiQ0FST1VTRUxfSVRFTS5iZXN0X2ltYWdlX3VybGdlbi5DMyJ9&_nc_ohc=6Ucel79o8iAQ7kNvwEwIKZg&_nc_oc=AdpShxMD9Hs57wF9zn2932jwrvSydbghbfKubZs4CBBNDpMcIZf4jdwrXMSMvYXnsTY&_nc_zt=23&_nc_ht=scontent.cdninstagram.com&edm=ANo9K5cEAAAA&_nc_gid=2whhmmsc06FlHcStvVhPoQ&_nc_tpa=Q5bMBQFG9iiOBmA2mAK6wu5OE14-DCe3x5ZEMAOBR3pn_0r9IGsE0vab__qnSBJGTRp79hX7W0EuWm37&oh=00_Af-YpgtvgbeYPjlTq5OogdLzXfeMWD7Xg33eIjwAQaf5dg&oe=6A40D8F6)
![“Curar não é apenas escolher filmes; [...] é, antes de tudo, um exercício de escuta ao que pede passagem.”
Neste texto, Vanessa Santos defende a curadoria enquanto um campo relacional. Partindo da obra "Le Grand Calao", ela nos convida a romper com a lógica da exaustão e a enxergar o descanso como um gesto radical de resistência.
“Entre afetos, silêncios e partilhas, vai sendo tecida uma ode ao tempo feminino, numa atmosfera que desafia o peso do cotidiano e que irradia o desejo de existir fora das obrigações.”
Para Vanessa, o olhar curatorial é uma construção que atravessa memórias, desejos e a urgência de criar condições de aparecimento para narrativas historicamente marginalizadas. Aqui, programar filmes torna-se um ato de desobediência visual que recusa o fardo e reivindica o prazer.
Uma proposta essencial para quem pensa o cinema como um território vivo de disputas simbólicas e políticas.
🔗 Leia o texto completo em sarayrosa.com
#SarayRosa #VanessaSantos #Curadoria #CinemaNegro #PoliticasDoOlhar #LeGrandCalao
🇪🇸
“Curar no es meramente elegir películas; [...] es, sobretodo, un ejercicio de escucha de aquello que busca abrirse paso.”
En este texto, Vanessa Santos defiende por la curaduría como un campo relacional. Tomando como referencia la obra "Le Grand Calao", ella nos invita a romper con la lógica del agotamiento y a concebir el descanso como un gesto radical de resistencia.
“Entre afectos, silencios y actos de compartir, se teje una oda al tiempo femenino; todo ello en una atmósfera que desafía el peso de lo cotidiano y irradia el deseo de existir más allá de la obligación”.
Para Vanessa, la mirada curatorial es un constructo que atraviesa memorias, deseos y la urgencia de crear las condiciones propicias para el surgimiento de narrativas históricamente marginadas. Aquí, la programación de películas se convierte en un acto de desobediencia visual que rechaza la carga y reivindica el placer.
Una propuesta imprescindible para todo aquel que conciba el cine como un territorio vivo de disputa simbólica y política.
🔗 Lee el texto completo en sarayrosa.com](https://scontent.cdninstagram.com/v/t51.82787-15/704750670_17913389088390781_5809290323017999812_n.jpg?stp=dst-jpg_e35_tt6&_nc_cat=107&ccb=7-5&_nc_sid=18de74&efg=eyJlZmdfdGFnIjoiQ0FST1VTRUxfSVRFTS5iZXN0X2ltYWdlX3VybGdlbi5DMyJ9&_nc_ohc=6Ucel79o8iAQ7kNvwEwIKZg&_nc_oc=AdpShxMD9Hs57wF9zn2932jwrvSydbghbfKubZs4CBBNDpMcIZf4jdwrXMSMvYXnsTY&_nc_zt=23&_nc_ht=scontent.cdninstagram.com&edm=ANo9K5cEAAAA&_nc_gid=2whhmmsc06FlHcStvVhPoQ&_nc_tpa=Q5bMBQFG9iiOBmA2mAK6wu5OE14-DCe3x5ZEMAOBR3pn_0r9IGsE0vab__qnSBJGTRp79hX7W0EuWm37&oh=00_Af-YpgtvgbeYPjlTq5OogdLzXfeMWD7Xg33eIjwAQaf5dg&oe=6A40D8F6)






![“Sou um corpo dissidente do (cis)tema de sexo-gênero (…) Habito fronteiras.”
Neste ensaio, @luignascimento parte de si para atravessar o cinema: da ausência de referências à urgência de se ver em cena, das representações estereotipadas à construção de um cinema sapatão brasileiro contemporâneo, feito por quem vive essas experiências.
Entre apagamentos, “in/visibilidades” e narrativas marcadas por violência, o texto revela também as brechas — filmes, gestos e alianças que transformam o cinema em espaço de existência, desejo e criação.
“Há um senso de urgência que acompanha esse desejo […] urgência de falar para nós, por nós, mas também de gritar ao mundo quem somos e quem podemos ser.”
Um mergulho sensível e político em um cinema que se constrói no afeto, na coletividade e na invenção de outras possibilidades de vida.
🔗 Leia na íntegra em sarayrosa.com
#SaraYRosa #CinemaSapatão #CinemaQueer #CríticaFeminista #CinemaBrasileiro
🇪🇸
Entre las brechas sápatonas en el cine brasileño
Por Lui Nascimento
“Soy un cuerpo disidente del (cis)tema de sexo-género (…) Habito fronteras.”
En este ensayo, Lui Nascimento parte de su propia experiencia para atravesar el cine: desde la ausencia de referentes hasta la urgencia de verse en pantalla, de las representaciones estereotipadas a la construcción de un cine lesbiano contemporáneo en Brasil.
Entre invisibilidades y narrativas marcadas por la violencia, el texto también revela las grietas — películas, gestos y alianzas que transforman el cine en un espacio de deseo, existencia y creación.
“Hay una urgencia […] de hablar para nosotres, por nosotres, pero también de gritar al mundo quiénes somos y quiénes podemos ser.”
Un recorrido sensible y político por un cine que se construye desde el afecto, la colectividad y la invención de otros mundos posibles.
🔗 Lee el texto completo en sarayrosa.com
Imagens dos filmes “Peixe” (2019) de @ygcf_ysmn e “Minha história é outra” (2019) de Mariana Campos](https://scontent.cdninstagram.com/v/t51.82787-15/693332325_17910936828390781_3741062162069005596_n.jpg?stp=dst-jpg_e35_tt6&_nc_cat=101&ccb=7-5&_nc_sid=18de74&efg=eyJlZmdfdGFnIjoiQ0FST1VTRUxfSVRFTS5iZXN0X2ltYWdlX3VybGdlbi5DMyJ9&_nc_ohc=OouZSJ2qI_wQ7kNvwEOfeuU&_nc_oc=AdpjJCNu1KoqBp40RO11eN8aeuIMpE0DYLEqKpCZpFhpuN-LiMbCtgDMnaO5whKHl_s&_nc_zt=23&_nc_ht=scontent.cdninstagram.com&edm=ANo9K5cEAAAA&_nc_gid=2whhmmsc06FlHcStvVhPoQ&_nc_tpa=Q5bMBQHZu3PCQQuYSGAe59RxfIO5rcvpPa243DEx6YH12EUId7MY2lEn4hlJ8nUSXEQG1PNjP8fcALPa&oh=00_Af9orO78A2PdSuKdhkdX65UlGCg5slLVc6GQ5CRrSIQ8KQ&oe=6A40DA12)
![“Sou um corpo dissidente do (cis)tema de sexo-gênero (…) Habito fronteiras.”
Neste ensaio, @luignascimento parte de si para atravessar o cinema: da ausência de referências à urgência de se ver em cena, das representações estereotipadas à construção de um cinema sapatão brasileiro contemporâneo, feito por quem vive essas experiências.
Entre apagamentos, “in/visibilidades” e narrativas marcadas por violência, o texto revela também as brechas — filmes, gestos e alianças que transformam o cinema em espaço de existência, desejo e criação.
“Há um senso de urgência que acompanha esse desejo […] urgência de falar para nós, por nós, mas também de gritar ao mundo quem somos e quem podemos ser.”
Um mergulho sensível e político em um cinema que se constrói no afeto, na coletividade e na invenção de outras possibilidades de vida.
🔗 Leia na íntegra em sarayrosa.com
#SaraYRosa #CinemaSapatão #CinemaQueer #CríticaFeminista #CinemaBrasileiro
🇪🇸
Entre las brechas sápatonas en el cine brasileño
Por Lui Nascimento
“Soy un cuerpo disidente del (cis)tema de sexo-género (…) Habito fronteras.”
En este ensayo, Lui Nascimento parte de su propia experiencia para atravesar el cine: desde la ausencia de referentes hasta la urgencia de verse en pantalla, de las representaciones estereotipadas a la construcción de un cine lesbiano contemporáneo en Brasil.
Entre invisibilidades y narrativas marcadas por la violencia, el texto también revela las grietas — películas, gestos y alianzas que transforman el cine en un espacio de deseo, existencia y creación.
“Hay una urgencia […] de hablar para nosotres, por nosotres, pero también de gritar al mundo quiénes somos y quiénes podemos ser.”
Un recorrido sensible y político por un cine que se construye desde el afecto, la colectividad y la invención de otros mundos posibles.
🔗 Lee el texto completo en sarayrosa.com
Imagens dos filmes “Peixe” (2019) de @ygcf_ysmn e “Minha história é outra” (2019) de Mariana Campos](https://scontent.cdninstagram.com/v/t51.82787-15/693332325_17910936828390781_3741062162069005596_n.jpg?stp=dst-jpg_e35_tt6&_nc_cat=101&ccb=7-5&_nc_sid=18de74&efg=eyJlZmdfdGFnIjoiQ0FST1VTRUxfSVRFTS5iZXN0X2ltYWdlX3VybGdlbi5DMyJ9&_nc_ohc=OouZSJ2qI_wQ7kNvwEOfeuU&_nc_oc=AdpjJCNu1KoqBp40RO11eN8aeuIMpE0DYLEqKpCZpFhpuN-LiMbCtgDMnaO5whKHl_s&_nc_zt=23&_nc_ht=scontent.cdninstagram.com&edm=ANo9K5cEAAAA&_nc_gid=2whhmmsc06FlHcStvVhPoQ&_nc_tpa=Q5bMBQHZu3PCQQuYSGAe59RxfIO5rcvpPa243DEx6YH12EUId7MY2lEn4hlJ8nUSXEQG1PNjP8fcALPa&oh=00_Af9orO78A2PdSuKdhkdX65UlGCg5slLVc6GQ5CRrSIQ8KQ&oe=6A40DA12)




























Siga nosso instagram
Ensayos
Críticas
Metacrítica
Entrevistas


Maria José Merino
Últimas publicaciones




Gabriela Müller Larocca

CRITICAS FEMINISTAS Y CINES IBEROAMERICANOS
bottom of page








































