É no pathos específico das políticas afetivas deturpadas do fundamentalismo religioso que nasce um moralismo pungente e, desse moralismo, uma violência que o longa de Cíntia Domit Bittar transforma em proposta: fria na engrenagem que a arquiteta, quente na mão que a executa - um terror naturalista, afinal, onde mais se travaria um filme do gênero senão em Santa Catarina?