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Ministério da Cultura e o Governo de Minas Gerais apresentam:


Las Amantes del Señor de la Noche: o subversivo e ousado sabá de Isela Vega
Por Gabriela Müller Larocca | Ensaios Desde muito cedo, a bruxa tem sido uma figura central no cinema. Do filme mudo sueco-dinamarquês de 1922, Häxan – A Feitiçaria Através dos Tempos, até produções mais recentes, como o famoso A Bruxa (2015), essa figura mitológica vem povoando o audiovisual há décadas, prova de um contínuo fascínio coletivo que existe sobre ela. Embora alguns filmes retratem as bruxas por um prisma mais simpático e até mesmo cômico, na grande maioria das ve
Gabriela Müller Larocca
há 6 dias13 min de leitura


Stronger than Love: ¡Too Much Mexican Melodrama!
Stronger than Love: ¡Too Much Mexican Melodrama! foi um programa itinerante do coletivo feminista Invisible Women, produzido como parte da campanha "Too Much: Melodrama on Screen" do British Film Institute. Entre outubro e dezembro de 2025, o programa percorreu o Reino Unido com quatro filmes da Era de Ouro do Cinema Mexicano: visualmente exuberantes e emocionalmente explosivos. De uma perspectiva feminista, a série celebrou a estética apurada e as paixões indomáveis do melod
Camilla Baier
23 de fev.15 min de leitura


Contra a pureza, sobre o cinema de Matilde Landeta
Juntamente com Mimí Derba (La tigresa , 1917) e Adela Sequeyro (La mujer de nadie , 1937), Matilde Landeta foi uma das primeiras cineastas do México e a única que, com alguma visibilidade, desempenhou os papéis de roteirista, produtora e diretora durante o período clássico. Nascida por volta de 1913 na Cidade do México, ficou órfã aos três anos de idade e foi criada pela avó materna em San Luis Potosí, onde completou seus estudos iniciais. Lá, descobriu o teatro e o cinema, m
Karina Solórzano
8 de fev.8 min de leitura


Mulheres e Arquivos: Guardiães da memória e do tempo
Assim como as mulheres que cuidam das sementes para proteger o patrimônio cultural de suas comunidades, as documentaristas latino-americanas que incorporam uma perspectiva de gênero em sua visão artística estão trabalhando ativa e profundamente para recuperar seus próprios arquivos cinematográficos e os de outras pessoas, como se estivessem mergulhando nas profundezas da memória para preservar a cultura de nossa região.
Marisol Aguila Bettancourt
13 de ago. de 20258 min de leitura


Paisagens do Íntimo: A Herança de Chantal Akerman no Cinema de Mulheres Latino-Americanas
Quais as influências da obra de Chantal Akerman no cinema latino-americano realizado por mulheres? Quando essa pergunta me foi posta, vieram-me rapidamente à cabeça alguns filmes, como La Ciénaga (2001) de Lucrécia Martel, Baronesa (2017) de Juliana Antunes, O Canto das Amapolas (2023) de Paula Gaitán, Casa (2019) de Leticia Simões, entre outros. Ao olhar para esses primeiros filmes que emergiram na memória, percebi que todos eles foram realizados depois dos anos 2000 – mais
Natália Marchiori da Silva
17 de jun. de 20258 min de leitura


O poder de estar aqui: memória da ditadura militar argentina nos filmes de Albertina Carri
Quando Albertina Carri é convidada a montar uma exposição no Parque de la memoria em Buenos Aires, centrada nos vestígios do passado violento do país, sua obra já elaborava a memória da ditadura militar argentina há mais de uma década.
Clara Bastos Marcondes Machado
16 de mai. de 20258 min de leitura


Há bem mais entre um homem e uma mulher: dos regimes políticos aos regimes estéticos em "De cierta Manera"
Além de ser o primeiro filme cubano feito por uma mulher negra, De cierta manera (1974-1977) revela-se hoje incontornável se quisermos subst
Roberta Veiga
2 de abr. de 20257 min de leitura


Yo no creo en las brujas, pero que las hay, las hay
A religiosidade, a moralidade e a família, temas recorrentes nesses filmes, servem como espelhos das crenças e medos de suas respectivas soc
Yasmine Evaristo
25 de mar. de 20257 min de leitura


Miss Mary: a estética feminista e as políticas do amor de Maria Luísa Bemberg
"Eu não sinto tal felicidade para nada. O passado me agonia, me traz más recordações. Coloquei-as em uma sombra e considero que não ofuscam
Juliana Gusman
16 de mar. de 202515 min de leitura


Tiradentes: um prédio vazio com nome de mulher
“Tem uma coisa de fantástico e lindo aqui”, diz a personagem de Gilda Nomacce no novo filme de Rodrigo Aragão
Juliana Gusman
29 de jan. de 20252 min de leitura


Tiradentes: relembrando dois curtas queer que celebram a mutabilidade de Bruna Linzmeyer
Em sua 28ª edição, a Mostra de Cinema de Tiradentes exalta versatilidade de Bruna Linzmeyer, atriz camaleônica que transita, como poucas
Juliana Gusman
28 de jan. de 20255 min de leitura


A crítica feminista do cinema no jornal Mulherio (1981-1988)
Em diálogo com debates que vinham sendo construídos em outros países da América Latina, do Norte e Europa, começam a se espalhar pelo Brasil
Nayla Tavares Guerra
21 de jan. de 202524 min de leitura


Entrevista Cíntia Gil
Cíntia Gil é uma notável programadora e curadora de cinema cuja carreira abrange tanto os espaços mais influentes do circuito internacional
Maria José Merino
21 de jan. de 202512 min de leitura


O Cinema é uma Rosa
O que é o cinema? O que é um filme? O que torna alguém cineasta?
Izabela Silva
21 de jan. de 20259 min de leitura


María Wiesse: uma pioneira da crítica cinematográfica no Peru
María Wiesse fez parte de um grupo de escritoras que estabeleceram uma nova relação entre a sensibilidade feminina e o jornalismo no Peru.
Mónica Delgado
21 de jan. de 20258 min de leitura


Meninas desobedientes: memória, fantasia e resistência no cinema dirigido por mulheres centro-americanas.
Seria então o que vimos pelas janelas e portas da nossa infância, a coisa mais próxima dos nossos primeiros filmes?
Maria José Merino
21 de jan. de 20259 min de leitura


Emaranhamentos em um ecossistema em função da crítica feminista: Verberenas, um espaço de diálogo sobre cultura audiovisual feito por mulheres
Em 2015, algumas formandas e recém-formadas do curso de Audiovisual da Universidade de Brasília se reuniam para conversar sobre cinema.
Glênis Cardoso
21 de jan. de 20254 min de leitura






![“Sou um corpo dissidente do (cis)tema de sexo-gênero (…) Habito fronteiras.”
Neste ensaio, @luignascimento parte de si para atravessar o cinema: da ausência de referências à urgência de se ver em cena, das representações estereotipadas à construção de um cinema sapatão brasileiro contemporâneo, feito por quem vive essas experiências.
Entre apagamentos, “in/visibilidades” e narrativas marcadas por violência, o texto revela também as brechas — filmes, gestos e alianças que transformam o cinema em espaço de existência, desejo e criação.
“Há um senso de urgência que acompanha esse desejo […] urgência de falar para nós, por nós, mas também de gritar ao mundo quem somos e quem podemos ser.”
Um mergulho sensível e político em um cinema que se constrói no afeto, na coletividade e na invenção de outras possibilidades de vida.
🔗 Leia na íntegra em sarayrosa.com
#SaraYRosa #CinemaSapatão #CinemaQueer #CríticaFeminista #CinemaBrasileiro
🇪🇸
Entre las brechas sápatonas en el cine brasileño
Por Lui Nascimento
“Soy un cuerpo disidente del (cis)tema de sexo-género (…) Habito fronteras.”
En este ensayo, Lui Nascimento parte de su propia experiencia para atravesar el cine: desde la ausencia de referentes hasta la urgencia de verse en pantalla, de las representaciones estereotipadas a la construcción de un cine lesbiano contemporáneo en Brasil.
Entre invisibilidades y narrativas marcadas por la violencia, el texto también revela las grietas — películas, gestos y alianzas que transforman el cine en un espacio de deseo, existencia y creación.
“Hay una urgencia […] de hablar para nosotres, por nosotres, pero también de gritar al mundo quiénes somos y quiénes podemos ser.”
Un recorrido sensible y político por un cine que se construye desde el afecto, la colectividad y la invención de otros mundos posibles.
🔗 Lee el texto completo en sarayrosa.com
Imagens dos filmes “Peixe” (2019) de @ygcf_ysmn e “Minha história é outra” (2019) de Mariana Campos](https://scontent-den2-1.cdninstagram.com/v/t51.82787-15/693332325_17910936828390781_3741062162069005596_n.jpg?stp=dst-jpg_e35_tt6&_nc_cat=101&ccb=7-5&_nc_sid=18de74&efg=eyJlZmdfdGFnIjoiQ0FST1VTRUxfSVRFTS5iZXN0X2ltYWdlX3VybGdlbi5DMyJ9&_nc_ohc=sdeqkcbAZ78Q7kNvwFcBaj-&_nc_oc=Adr7NSoHsX2Hte9YCbfXPgKJJ1jdCyOagGUrr4sB8cX-y5T0qmF-DlAR4R0FxKsKv1A&_nc_zt=23&_nc_ht=scontent-den2-1.cdninstagram.com&edm=ANo9K5cEAAAA&_nc_gid=oTTG_tvR-Yd3YTNekpFO-g&_nc_tpa=Q5bMBQF1IF0W1ivXi-nYzJ3PFzxwjSsYnb7B_1t_sawtORcohTdynKp_QhavK89hOYhwFMBXF0FgN5Dt&oh=00_Af40yO5HP3ZrMIATUJqeEANkCw5pNiqYTP0EpXOcZHolfQ&oe=6A11D492)
![“Sou um corpo dissidente do (cis)tema de sexo-gênero (…) Habito fronteiras.”
Neste ensaio, @luignascimento parte de si para atravessar o cinema: da ausência de referências à urgência de se ver em cena, das representações estereotipadas à construção de um cinema sapatão brasileiro contemporâneo, feito por quem vive essas experiências.
Entre apagamentos, “in/visibilidades” e narrativas marcadas por violência, o texto revela também as brechas — filmes, gestos e alianças que transformam o cinema em espaço de existência, desejo e criação.
“Há um senso de urgência que acompanha esse desejo […] urgência de falar para nós, por nós, mas também de gritar ao mundo quem somos e quem podemos ser.”
Um mergulho sensível e político em um cinema que se constrói no afeto, na coletividade e na invenção de outras possibilidades de vida.
🔗 Leia na íntegra em sarayrosa.com
#SaraYRosa #CinemaSapatão #CinemaQueer #CríticaFeminista #CinemaBrasileiro
🇪🇸
Entre las brechas sápatonas en el cine brasileño
Por Lui Nascimento
“Soy un cuerpo disidente del (cis)tema de sexo-género (…) Habito fronteras.”
En este ensayo, Lui Nascimento parte de su propia experiencia para atravesar el cine: desde la ausencia de referentes hasta la urgencia de verse en pantalla, de las representaciones estereotipadas a la construcción de un cine lesbiano contemporáneo en Brasil.
Entre invisibilidades y narrativas marcadas por la violencia, el texto también revela las grietas — películas, gestos y alianzas que transforman el cine en un espacio de deseo, existencia y creación.
“Hay una urgencia […] de hablar para nosotres, por nosotres, pero también de gritar al mundo quiénes somos y quiénes podemos ser.”
Un recorrido sensible y político por un cine que se construye desde el afecto, la colectividad y la invención de otros mundos posibles.
🔗 Lee el texto completo en sarayrosa.com
Imagens dos filmes “Peixe” (2019) de @ygcf_ysmn e “Minha história é outra” (2019) de Mariana Campos](https://scontent-den2-1.cdninstagram.com/v/t51.82787-15/693332325_17910936828390781_3741062162069005596_n.jpg?stp=dst-jpg_e35_tt6&_nc_cat=101&ccb=7-5&_nc_sid=18de74&efg=eyJlZmdfdGFnIjoiQ0FST1VTRUxfSVRFTS5iZXN0X2ltYWdlX3VybGdlbi5DMyJ9&_nc_ohc=sdeqkcbAZ78Q7kNvwFcBaj-&_nc_oc=Adr7NSoHsX2Hte9YCbfXPgKJJ1jdCyOagGUrr4sB8cX-y5T0qmF-DlAR4R0FxKsKv1A&_nc_zt=23&_nc_ht=scontent-den2-1.cdninstagram.com&edm=ANo9K5cEAAAA&_nc_gid=oTTG_tvR-Yd3YTNekpFO-g&_nc_tpa=Q5bMBQF1IF0W1ivXi-nYzJ3PFzxwjSsYnb7B_1t_sawtORcohTdynKp_QhavK89hOYhwFMBXF0FgN5Dt&oh=00_Af40yO5HP3ZrMIATUJqeEANkCw5pNiqYTP0EpXOcZHolfQ&oe=6A11D492)




















































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