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Ministério da Cultura e o Governo de Minas Gerais apresentam:


20ª CineBH - “Viciada” em filmar o que me mira, disposta a ser X9 do que faço
Desde o primeiro encontro, feito totalmente ao acaso em Malecón, Yamel não hesitou em empunhar sua câmera para o que via e a instigava naquela cidade, nova para ela, terra natal dele. O foco do seu olhar, a partir dali, aponta como uma flecha para Jans, e segue assim em todo o desenrolar do filme. Quase tudo o que vemos em cena é postulado pela presença corporal e simbólica do garoto, espécie de sina para ela.
Erick Abreu
13 de out.6 min de leitura


20ª CineBH - Em “Los Nadadores”, piscinas ensolaradas sopram um alívio ao fim do mundo
Há quem até sonhe com um banho de piscina em dias quentes e calorentos – a água até o pescoço, o frescor aquático, as brincadeiras dentro d’água. Mas, e se fosse o 368º dia de verão, e há três dias a noite não chegasse? A piscina viraria objeto de obsessão, necessidade fisiológica. É dessa premissa que parte Los Nadadores ( Sol Iglesias SK, 2026), filme que encerrou a Mostra Horizonte da 20º CineBH.
Anna Lia
7 de out.4 min de leitura


Paz Encina: amar o cinema, sentir o tempo
O espaço que a 20ª Mostra Internacional de Cinema de Belo Horizonte dedica à obra de Paz Encina é mais do que uma homenagem a uma artista: trata-se de um reconhecimento do valor daquele cinema latino-americano que nos permite habitar o tempo.
Maria José Merino
21 de set.5 min de leitura


Carta a uma jovem cineasta latinoamericana: como sobreviver de cinema?
Afinal, como fazer cinema e ganhar dinheiro com isso?A maioria de nós estamos perdidos, entre mil manobras e alguma persistência, procurando rotas criativas distintas para poder seguir esse sonho.
Izabela Silva
16 de ago.18 min de leitura


Ver-me vê-las (sendo vistas): mais apontamentos rumo a uma crítica feminista de cinema
"Cada pixel e cada traço de tinta têm um preço", escrevíamos no manifesto de La Rabia, intitulado «(Apuntes) hacia una crítica feminista de cine» — um espaço de crítica feminista do cinema latino-americano que começávamos a montar como quem organiza um quarto dentro de outro, uma pequena sala ainda sem poltronas onde entravam os filmes que víamos em festivais, outros que encontrávamos online, nomes de mulheres, companheiras que íamos cruzando, cenas de desejo que a cinefilia
Valentina Vignardi
6 de jul.20 min de leitura


Las Amantes del Señor de la Noche: o subversivo e ousado sabá de Isela Vega
Por Gabriela Müller Larocca | Ensaios Desde muito cedo, a bruxa tem sido uma figura central no cinema. Do filme mudo sueco-dinamarquês de 1922, Häxan – A Feitiçaria Através dos Tempos, até produções mais recentes, como o famoso A Bruxa (2015), essa figura mitológica vem povoando o audiovisual há décadas, prova de um contínuo fascínio coletivo que existe sobre ela. Embora alguns filmes retratem as bruxas por um prisma mais simpático e até mesmo cômico, na grande maioria das ve
Gabriela Müller Larocca
12 de mai.13 min de leitura


Stronger than Love: ¡Too Much Mexican Melodrama!
Stronger than Love: ¡Too Much Mexican Melodrama! foi um programa itinerante do coletivo feminista Invisible Women, produzido como parte da campanha "Too Much: Melodrama on Screen" do British Film Institute. Entre outubro e dezembro de 2025, o programa percorreu o Reino Unido com quatro filmes da Era de Ouro do Cinema Mexicano: visualmente exuberantes e emocionalmente explosivos. De uma perspectiva feminista, a série celebrou a estética apurada e as paixões indomáveis do melod
Camilla Baier
23 de fev.15 min de leitura


Contra a pureza, sobre o cinema de Matilde Landeta
Juntamente com Mimí Derba (La tigresa , 1917) e Adela Sequeyro (La mujer de nadie , 1937), Matilde Landeta foi uma das primeiras cineastas do México e a única que, com alguma visibilidade, desempenhou os papéis de roteirista, produtora e diretora durante o período clássico. Nascida por volta de 1913 na Cidade do México, ficou órfã aos três anos de idade e foi criada pela avó materna em San Luis Potosí, onde completou seus estudos iniciais. Lá, descobriu o teatro e o cinema, m
Karina Solórzano
8 de fev.8 min de leitura


Mulheres e Arquivos: Guardiães da memória e do tempo
Assim como as mulheres que cuidam das sementes para proteger o patrimônio cultural de suas comunidades, as documentaristas latino-americanas que incorporam uma perspectiva de gênero em sua visão artística estão trabalhando ativa e profundamente para recuperar seus próprios arquivos cinematográficos e os de outras pessoas, como se estivessem mergulhando nas profundezas da memória para preservar a cultura de nossa região.
Marisol Aguila Bettancourt
13 de ago. de 20258 min de leitura


Paisagens do Íntimo: A Herança de Chantal Akerman no Cinema de Mulheres Latino-Americanas
Quais as influências da obra de Chantal Akerman no cinema latino-americano realizado por mulheres? Quando essa pergunta me foi posta, vieram-me rapidamente à cabeça alguns filmes, como La Ciénaga (2001) de Lucrécia Martel, Baronesa (2017) de Juliana Antunes, O Canto das Amapolas (2023) de Paula Gaitán, Casa (2019) de Leticia Simões, entre outros. Ao olhar para esses primeiros filmes que emergiram na memória, percebi que todos eles foram realizados depois dos anos 2000 – mais
Natália Marchiori da Silva
17 de jun. de 20258 min de leitura


O poder de estar aqui: memória da ditadura militar argentina nos filmes de Albertina Carri
Quando Albertina Carri é convidada a montar uma exposição no Parque de la memoria em Buenos Aires, centrada nos vestígios do passado violento do país, sua obra já elaborava a memória da ditadura militar argentina há mais de uma década.
Clara Bastos Marcondes Machado
16 de mai. de 20258 min de leitura


Há bem mais entre um homem e uma mulher: dos regimes políticos aos regimes estéticos em "De cierta Manera"
Além de ser o primeiro filme cubano feito por uma mulher negra, De cierta manera (1974-1977) revela-se hoje incontornável se quisermos subst
Roberta Veiga
2 de abr. de 20257 min de leitura


Yo no creo en las brujas, pero que las hay, las hay
A religiosidade, a moralidade e a família, temas recorrentes nesses filmes, servem como espelhos das crenças e medos de suas respectivas soc
Yasmine Evaristo
25 de mar. de 20257 min de leitura


Miss Mary: a estética feminista e as políticas do amor de Maria Luísa Bemberg
"Eu não sinto tal felicidade para nada. O passado me agonia, me traz más recordações. Coloquei-as em uma sombra e considero que não ofuscam
Juliana Gusman
16 de mar. de 202515 min de leitura


Tiradentes: um prédio vazio com nome de mulher
“Tem uma coisa de fantástico e lindo aqui”, diz a personagem de Gilda Nomacce no novo filme de Rodrigo Aragão
Juliana Gusman
29 de jan. de 20252 min de leitura


Tiradentes: relembrando dois curtas queer que celebram a mutabilidade de Bruna Linzmeyer
Em sua 28ª edição, a Mostra de Cinema de Tiradentes exalta versatilidade de Bruna Linzmeyer, atriz camaleônica que transita, como poucas
Juliana Gusman
28 de jan. de 20255 min de leitura


A crítica feminista do cinema no jornal Mulherio (1981-1988)
Em diálogo com debates que vinham sendo construídos em outros países da América Latina, do Norte e Europa, começam a se espalhar pelo Brasil
Nayla Tavares Guerra
21 de jan. de 202524 min de leitura


Entrevista Cíntia Gil
Cíntia Gil é uma notável programadora e curadora de cinema cuja carreira abrange tanto os espaços mais influentes do circuito internacional
Maria José Merino
21 de jan. de 202512 min de leitura


O Cinema é uma Rosa
O que é o cinema? O que é um filme? O que torna alguém cineasta?
Izabela Silva
21 de jan. de 20259 min de leitura


María Wiesse: uma pioneira da crítica cinematográfica no Peru
María Wiesse fez parte de um grupo de escritoras que estabeleceram uma nova relação entre a sensibilidade feminina e o jornalismo no Peru.
Mónica Delgado
21 de jan. de 20258 min de leitura






![Em nova entrevista publicada no site, Anna Lia conversa com a cineasta Denise Vieira sobre seu longa de estreia, Sabes de Mim, Agora Esqueça (2026), que foi exibido na Mostra Horizontes da 20ª CineBH.
A conversa mergulha nas visões da diretora sobre o cinema brasileiro feito a partir da periferia e por mulheres. Denise reflete sobre o processo de construção compartilhado com as atrizes, a urgência de redefinir o cinema popular fora dos padrões hegemônicos e a potência de uma criação guiada pela intuição e pelo erótico que vai em contramão da racionalidade:
“[...] o cinema é um jeito de adentrar em coisas que são complexas e ver sentimentos, lados que às vezes são opacos, podendo adentrar outros universos.”
🔗 Leia a entrevista completa em sarayrosa.com
🇪🇸
En una nueva entrevista publicada en el site, Anna Lia conversa con la cineasta Denise Vieira sobre su largometraje de debut, "Sabes de Mim, Agora Esqueça" (2026), que se proyectó en la sección Horizontes de la 20ª edición de CineBH.
La conversación profundiza en la visión de la directora sobre el cine brasileño realizado desde la periferia y por mujeres. Denise reflexiona sobre el proceso de construcción compartido con las actrices, la urgencia de redefinir el cine popular al margen de los estándares hegemónicos y la potencia de una creación guiada por la intuición y lo erótico, que se aleja de la racionalidad:
"[...] el cine es una manera de adentrarse en cosas que son complejas y ver sentimientos, lados que a veces son opacos, pudiendo entrar en otros universos".
🔗 Lee la entrevista completa en sarayrosa.com](https://scontent-sea5-1.cdninstagram.com/v/t51.82787-15/849508579_17937437964390781_2655953640829663480_n.jpg?stp=dst-jpg_e35_tt6&_nc_cat=108&ccb=7-5&_nc_sid=18de74&efg=eyJlZmdfdGFnIjoiQ0FST1VTRUxfSVRFTS5iZXN0X2ltYWdlX3VybGdlbi5DMiJ9&_nc_ohc=QvrHfJloTAwQ7kNvwGuIhIR&_nc_oc=AdpDHabNxe-7bTa39BG-jIWdG_u-aru6u7vjx8Ys-mHqQu4JC1pkHHo79qTnn4fovfw&_nc_zt=23&_nc_ht=scontent-sea5-1.cdninstagram.com&edm=ANo9K5cEAAAA&_nc_gid=G4d7beNX0N-l7Mo45GEm9A&_nc_tpa=Q5bMBQKM6dsk45S8FKsfAOen659EhYC73OP88GDRzJ0XMLV0p77DkilF17IJaGgPufYQOVqhqg6S7hH8&oh=00_AQNClS6ODSkdg_2f_ygVCPw7S4N-lbRtl5rZUrYqfz3FmA&oe=6ADF3E8F)
![Em nova entrevista publicada no site, Anna Lia conversa com a cineasta Denise Vieira sobre seu longa de estreia, Sabes de Mim, Agora Esqueça (2026), que foi exibido na Mostra Horizontes da 20ª CineBH.
A conversa mergulha nas visões da diretora sobre o cinema brasileiro feito a partir da periferia e por mulheres. Denise reflete sobre o processo de construção compartilhado com as atrizes, a urgência de redefinir o cinema popular fora dos padrões hegemônicos e a potência de uma criação guiada pela intuição e pelo erótico que vai em contramão da racionalidade:
“[...] o cinema é um jeito de adentrar em coisas que são complexas e ver sentimentos, lados que às vezes são opacos, podendo adentrar outros universos.”
🔗 Leia a entrevista completa em sarayrosa.com
🇪🇸
En una nueva entrevista publicada en el site, Anna Lia conversa con la cineasta Denise Vieira sobre su largometraje de debut, "Sabes de Mim, Agora Esqueça" (2026), que se proyectó en la sección Horizontes de la 20ª edición de CineBH.
La conversación profundiza en la visión de la directora sobre el cine brasileño realizado desde la periferia y por mujeres. Denise reflexiona sobre el proceso de construcción compartido con las actrices, la urgencia de redefinir el cine popular al margen de los estándares hegemónicos y la potencia de una creación guiada por la intuición y lo erótico, que se aleja de la racionalidad:
"[...] el cine es una manera de adentrarse en cosas que son complejas y ver sentimientos, lados que a veces son opacos, pudiendo entrar en otros universos".
🔗 Lee la entrevista completa en sarayrosa.com](https://scontent-sea5-1.cdninstagram.com/v/t51.82787-15/849508579_17937437964390781_2655953640829663480_n.jpg?stp=dst-jpg_e35_tt6&_nc_cat=108&ccb=7-5&_nc_sid=18de74&efg=eyJlZmdfdGFnIjoiQ0FST1VTRUxfSVRFTS5iZXN0X2ltYWdlX3VybGdlbi5DMiJ9&_nc_ohc=QvrHfJloTAwQ7kNvwGuIhIR&_nc_oc=AdpDHabNxe-7bTa39BG-jIWdG_u-aru6u7vjx8Ys-mHqQu4JC1pkHHo79qTnn4fovfw&_nc_zt=23&_nc_ht=scontent-sea5-1.cdninstagram.com&edm=ANo9K5cEAAAA&_nc_gid=G4d7beNX0N-l7Mo45GEm9A&_nc_tpa=Q5bMBQKM6dsk45S8FKsfAOen659EhYC73OP88GDRzJ0XMLV0p77DkilF17IJaGgPufYQOVqhqg6S7hH8&oh=00_AQNClS6ODSkdg_2f_ygVCPw7S4N-lbRtl5rZUrYqfz3FmA&oe=6ADF3E8F)














![A partir da exibição de "Virtuosas" na 20ª CineBH, em novo texto do site, Nayara Aguiar destrincha como a diretora Cíntia Domit Bittar articula as mecânicas do fundamentalismo religioso no Brasil contemporâneo.
Ao articular a lógica de mercado da fé e a vigilância moral exercida entre as próprias mulheres, o texto investiga as raízes dessa violência e a escolha da linguagem do terror:
"É no pathos específico das políticas afetivas deturpadas do fundamentalismo religioso que nasce um moralismo pungente e, desse moralismo, uma violência [...] fria na engrenagem que a arquiteta, quente nas mãos que as executam — um terror naturalista, afinal, onde mais se travaria um filme do gênero senão em Santa Catarina?”
🔗 Leia a crítica completa em sarayrosa.com
🇪🇸
Tras la proyección de "Virtuosas" en la 20ª Muestra CineBH, Nayara Aguiar diseca en el nuevo artículo en el site cómo la directora Cíntia Domit Bittar articula la mecánica del fundamentalismo religioso en el Brasil contemporáneo.
Al vincular la lógica mercantil de la fe con la vigilancia moral ejercida sobre las propias mujeres, el texto investiga las raíces de esta violencia y la elección del lenguaje del terror:
"Es en el pathos específico de las políticas afectivas deturpadas del fundamentalismo religioso donde nace un moralismo punzante y, de ese moralismo, una violencia que la película de Cíntia Domit Bittar transforma en propuesta: fría en el engranaje que la arquitecta, cálida en la mano que la ejecuta — un terror naturalista, al fin y al cabo, ¿dónde más se libraría una película del género sino en Santa Catarina?"
🔗 Lea la crítica completa en sarayrosa.com](https://scontent-sea5-1.cdninstagram.com/v/t51.82787-15/825270038_17934869712390781_1812860770498213797_n.jpg?stp=dst-jpg_e35_tt6&_nc_cat=106&ccb=7-5&_nc_sid=18de74&efg=eyJlZmdfdGFnIjoiQ0FST1VTRUxfSVRFTS5iZXN0X2ltYWdlX3VybGdlbi5DMiJ9&_nc_ohc=0OWpA3cyJHoQ7kNvwHCQ_qQ&_nc_oc=Ado6y9_H-p637MyPnlJDPPAEJJiNZ60C_6EW05LT-vQs5-E2b5iKagrqwo6ntUuci4U&_nc_zt=23&_nc_ht=scontent-sea5-1.cdninstagram.com&edm=ANo9K5cEAAAA&_nc_gid=G4d7beNX0N-l7Mo45GEm9A&_nc_tpa=Q5bMBQIylCJNIADD72xy4koK7UQoVmDY6tWo21u1c6LIws3_Nq24EjPtL6s4fEVcYhF1SiMyZkMpel2Y&oh=00_AQPSwXFjEbHyzmCFp8S2_Jbnp0pVR267vm3W08vPe_i7zQ&oe=6ADF1B56)
![A partir da exibição de "Virtuosas" na 20ª CineBH, em novo texto do site, Nayara Aguiar destrincha como a diretora Cíntia Domit Bittar articula as mecânicas do fundamentalismo religioso no Brasil contemporâneo.
Ao articular a lógica de mercado da fé e a vigilância moral exercida entre as próprias mulheres, o texto investiga as raízes dessa violência e a escolha da linguagem do terror:
"É no pathos específico das políticas afetivas deturpadas do fundamentalismo religioso que nasce um moralismo pungente e, desse moralismo, uma violência [...] fria na engrenagem que a arquiteta, quente nas mãos que as executam — um terror naturalista, afinal, onde mais se travaria um filme do gênero senão em Santa Catarina?”
🔗 Leia a crítica completa em sarayrosa.com
🇪🇸
Tras la proyección de "Virtuosas" en la 20ª Muestra CineBH, Nayara Aguiar diseca en el nuevo artículo en el site cómo la directora Cíntia Domit Bittar articula la mecánica del fundamentalismo religioso en el Brasil contemporáneo.
Al vincular la lógica mercantil de la fe con la vigilancia moral ejercida sobre las propias mujeres, el texto investiga las raíces de esta violencia y la elección del lenguaje del terror:
"Es en el pathos específico de las políticas afectivas deturpadas del fundamentalismo religioso donde nace un moralismo punzante y, de ese moralismo, una violencia que la película de Cíntia Domit Bittar transforma en propuesta: fría en el engranaje que la arquitecta, cálida en la mano que la ejecuta — un terror naturalista, al fin y al cabo, ¿dónde más se libraría una película del género sino en Santa Catarina?"
🔗 Lea la crítica completa en sarayrosa.com](https://scontent-sea5-1.cdninstagram.com/v/t51.82787-15/825270038_17934869712390781_1812860770498213797_n.jpg?stp=dst-jpg_e35_tt6&_nc_cat=106&ccb=7-5&_nc_sid=18de74&efg=eyJlZmdfdGFnIjoiQ0FST1VTRUxfSVRFTS5iZXN0X2ltYWdlX3VybGdlbi5DMiJ9&_nc_ohc=0OWpA3cyJHoQ7kNvwHCQ_qQ&_nc_oc=Ado6y9_H-p637MyPnlJDPPAEJJiNZ60C_6EW05LT-vQs5-E2b5iKagrqwo6ntUuci4U&_nc_zt=23&_nc_ht=scontent-sea5-1.cdninstagram.com&edm=ANo9K5cEAAAA&_nc_gid=G4d7beNX0N-l7Mo45GEm9A&_nc_tpa=Q5bMBQIylCJNIADD72xy4koK7UQoVmDY6tWo21u1c6LIws3_Nq24EjPtL6s4fEVcYhF1SiMyZkMpel2Y&oh=00_AQPSwXFjEbHyzmCFp8S2_Jbnp0pVR267vm3W08vPe_i7zQ&oe=6ADF1B56)




































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