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Ministério da Cultura e o Governo de Minas Gerais apresentam:


20ª CineBH - O sopro de Paz Encina
Três décadas após o desaparecimento de Agustín Goiburú, um dos principais opositores políticos da ditadura de Stroessner, a diretora se encontrou com seus três filhos e esposa para, a partir de seus relatos, tecer a matéria do filme. Esse ato de tecitura pode estar mimetizado no gesto de uma das personagens iniciais, que aparece apenas uma vez, com um bordado à mão.
Viviane Goulart
há 21 horas8 min de leitura


20ª CineBH - Cinema como brincadeira, brincadeira de cinema em A Fabulosa Máquina do Tempo
Quando a realizadora retorna ao cenário de Severinas (2013) e No Devagar Depressa dos Tempos (2014), vai com angústias amplificadas. Se, na década passada, o motivo da ida era retratar a saída do Brasil do mapa da fome na cidade tida como modelo do Bolsa Família, agora a pergunta é: o que aconteceu com essas famílias após um governo de desmonte liderado pela extrema-direita? Voltaram para a escravidão, para a pobreza? O filme não nos dá essas respostas diretamente..
Anna Lia
14 de out.4 min de leitura


20ª CineBH - “Viciada” em filmar o que me mira, disposta a ser X9 do que faço
Desde o primeiro encontro, feito totalmente ao acaso em Malecón, Yamel não hesitou em empunhar sua câmera para o que via e a instigava naquela cidade, nova para ela, terra natal dele. O foco do seu olhar, a partir dali, aponta como uma flecha para Jans, e segue assim em todo o desenrolar do filme. Quase tudo o que vemos em cena é postulado pela presença corporal e simbólica do garoto, espécie de sina para ela.
Erick Abreu
13 de out.6 min de leitura


20ª CineBH - Entrevista com Denise Vieira: reverberações do agora e do futuro
Talvez seja por conhecer essa gente que a alegria de ver o longa de Denise levantar vôos cada vez mais altos emociona. É ver um cinema feito por pessoas da periferia, pensado e protagonizado por mulheres, que desafia conceitos já impostos sobre nossos corpos e desejos. Depois de ter perdido as estreias em Tiradentes e em Brasília, foi finalmente minha hora de abraçar Denise depois de ver o filme, aqui em BH.
Anna Lia
12 de out.10 min de leitura


20ª CineBH - A repetição nos sobrevive em Ejercicios de Memoria
A memória é quem somos. E mesmo que nos arranquem esta carne, os sentimentos e o sangue, algo em nós continua elaborando aquilo que nos ancestra. Quando movemos o corpo, exercitamos memórias que, por natureza, reinventam caminhos. Ao transformá-las em imagem, encontramos de imediato novas formas de experimentar, significar e pertencer ao fluxo contínuo de nosso entre-lugar.
Márcia Amorim
11 de out.4 min de leitura


20ª CineBH - O não caber no mundo em Bicho de Sete Cabeças e Mate-me Por Favor
Separadas por uma lacuna de quinze anos, as duas obras articulam propostas estéticas e históricas distintas: enquanto Bicho de Sete Cabeças se insere no cinema da Retomada e na denúncia antimanicomial, Mate-me Por Favor explora o cinema de gênero e os códigos do horror. Ainda assim, ambos os filmes convergem no retrato brutal da juventude desamparada, mesmo que haja uma diferença crucial de classe social e de gênero que desenham a arquitetura de violência em cada narrativa.
Taís Palinski
10 de out.5 min de leitura


20ª CineBH - As histórias que permanecem: Pele de Rinoceronte desloca o olhar do crime para as mulheres que seguem vivendo seus efeitos
Durante a CineBH, cuja vigésima edição teve o cinema latino-americano como eixo curatorial, conversamos com Marcello Ludwig Maia e Débora Fallabela sobre a decisão de deslocar o centro do filme do agressor para as mulheres.
Julia Alvarenga
9 de out.5 min de leitura


20ª CineBH - Ângela Diniz é sombra e espelho em Pele de Rinoceronte
O assassinato de Ângela Diniz provocou enorme repercussão na época. Mas foi o julgamento de Doca Street, inicialmente condenado a uma pena branda sob a tese da “legítima defesa da honra”, que transformou o caso em um marco do debate sobre a violência contra as mulheres no Brasil. A mobilização feminista que se seguiu ajudou a questionar a ideia de que assassinatos cometidos por homens contra suas companheiras poderiam ser compreendidos como crimes passionais. “Quem ama não ma
Mariana Tavares
8 de out.6 min de leitura


20ª CineBH - Em “Los Nadadores”, piscinas ensolaradas sopram um alívio ao fim do mundo
Há quem até sonhe com um banho de piscina em dias quentes e calorentos – a água até o pescoço, o frescor aquático, as brincadeiras dentro d’água. Mas, e se fosse o 368º dia de verão, e há três dias a noite não chegasse? A piscina viraria objeto de obsessão, necessidade fisiológica. É dessa premissa que parte Los Nadadores ( Sol Iglesias SK, 2026), filme que encerrou a Mostra Horizonte da 20º CineBH.
Anna Lia
7 de out.4 min de leitura


20ª CineBH - Virtuosas, mulheres e os novos sotaques do fundamentalismo
É no pathos específico das políticas afetivas deturpadas do fundamentalismo religioso que nasce um moralismo pungente e, desse moralismo, uma violência que o longa de Cíntia Domit Bittar transforma em proposta: fria na engrenagem que a arquiteta, quente na mão que a executa - um horror social, afinal, onde mais se travaria um filme do gênero senão em Santa Catarina?
Nayara Aguiar
26 de set.4 min de leitura


Meninas à beira da noite: adolescência e desamparo em Mate-me por favor
Uma jovem garota nos encara com o olhar fixo à frente. O rock progressivo preenche a trilha enquanto uma lágrima desliza do seu rosto maquiado - o brilho cintila das bochechas, ecoando as luzes em desfoques da cidade noturna em segundo plano. Assim começa o filme Mate-me Por Favor de Anita Rocha da Silveira, que estreou em 2015 no Festival de Veneza e que em 2026 está em retrospectiva no CineBH.
Izabela Silva
25 de set.5 min de leitura


Paz Encina: amar o cinema, sentir o tempo
O espaço que a 20ª Mostra Internacional de Cinema de Belo Horizonte dedica à obra de Paz Encina é mais do que uma homenagem a uma artista: trata-se de um reconhecimento do valor daquele cinema latino-americano que nos permite habitar o tempo.
Maria José Merino
21 de set.5 min de leitura


19º CineBH | Entre Rios e Memórias: o luto como travessia em Cais
Cais, de Safira Moreira, reafirma a força de um cinema que se move entre memória, luto e ancestralidade; um cinema que não almeja apenas narrar, mas sentir.
Micaella Matias
11 de nov. de 20253 min de leitura


19º CineBH: Rasga a memória e atravessa o corpo
Em sua 19ª edição, o CineBH reafirma o cinema como espaço de confronto entre memória e presente. Em Cronicas del Absurdo (2023) de Miguel Coyula, exibido na Mostra Conexões, e Sebastiana (2024) de Pedro de Alencar, parte da Programação Muitas Familias: Fricções, Memórias e Contatos, a imagem é um corpo insurgente: convoca o espectador a encarar o trauma, a ausência e a opressão não como vestígios do passado, mas como rastros que ainda habitam e permanecem no presente. Esses
Raianne Ferreira
11 de nov. de 20254 min de leitura






![Em nova entrevista publicada no site, Anna Lia conversa com a cineasta Denise Vieira sobre seu longa de estreia, Sabes de Mim, Agora Esqueça (2026), que foi exibido na Mostra Horizontes da 20ª CineBH.
A conversa mergulha nas visões da diretora sobre o cinema brasileiro feito a partir da periferia e por mulheres. Denise reflete sobre o processo de construção compartilhado com as atrizes, a urgência de redefinir o cinema popular fora dos padrões hegemônicos e a potência de uma criação guiada pela intuição e pelo erótico que vai em contramão da racionalidade:
“[...] o cinema é um jeito de adentrar em coisas que são complexas e ver sentimentos, lados que às vezes são opacos, podendo adentrar outros universos.”
🔗 Leia a entrevista completa em sarayrosa.com
🇪🇸
En una nueva entrevista publicada en el site, Anna Lia conversa con la cineasta Denise Vieira sobre su largometraje de debut, "Sabes de Mim, Agora Esqueça" (2026), que se proyectó en la sección Horizontes de la 20ª edición de CineBH.
La conversación profundiza en la visión de la directora sobre el cine brasileño realizado desde la periferia y por mujeres. Denise reflexiona sobre el proceso de construcción compartido con las actrices, la urgencia de redefinir el cine popular al margen de los estándares hegemónicos y la potencia de una creación guiada por la intuición y lo erótico, que se aleja de la racionalidad:
"[...] el cine es una manera de adentrarse en cosas que son complejas y ver sentimientos, lados que a veces son opacos, pudiendo entrar en otros universos".
🔗 Lee la entrevista completa en sarayrosa.com](https://scontent-lhr6-1.cdninstagram.com/v/t51.82787-15/849508579_17937437964390781_2655953640829663480_n.jpg?stp=dst-jpg_e35_tt6&_nc_cat=108&ccb=7-5&_nc_sid=18de74&efg=eyJlZmdfdGFnIjoiQ0FST1VTRUxfSVRFTS5iZXN0X2ltYWdlX3VybGdlbi5DMyJ9&_nc_ohc=QvrHfJloTAwQ7kNvwEfperp&_nc_oc=AdrvYxmuJnVBHhcah2rNEo8UfCO6JXhSGNniz7OH-7-p3C63Wdghb1v8eGySLLmP8Rc&_nc_zt=23&_nc_ht=scontent-lhr6-1.cdninstagram.com&edm=ANo9K5cEAAAA&_nc_gid=LvJI5AaQWFqIqodD7RCJDQ&_nc_tpa=Q5bMBQJ-mtdZAOfuHz_zFzts5ChNFwkxbVTPfCsjztYtvDaDDJo6GJAByaJsjYdJe71eNnNKZAwIdq62&oh=00_AQP7VhiURx-NCxN0D1iMQ3uryqm8wOc6K8efLgWm-Xx6nA&oe=6ADFE74F)
![Em nova entrevista publicada no site, Anna Lia conversa com a cineasta Denise Vieira sobre seu longa de estreia, Sabes de Mim, Agora Esqueça (2026), que foi exibido na Mostra Horizontes da 20ª CineBH.
A conversa mergulha nas visões da diretora sobre o cinema brasileiro feito a partir da periferia e por mulheres. Denise reflete sobre o processo de construção compartilhado com as atrizes, a urgência de redefinir o cinema popular fora dos padrões hegemônicos e a potência de uma criação guiada pela intuição e pelo erótico que vai em contramão da racionalidade:
“[...] o cinema é um jeito de adentrar em coisas que são complexas e ver sentimentos, lados que às vezes são opacos, podendo adentrar outros universos.”
🔗 Leia a entrevista completa em sarayrosa.com
🇪🇸
En una nueva entrevista publicada en el site, Anna Lia conversa con la cineasta Denise Vieira sobre su largometraje de debut, "Sabes de Mim, Agora Esqueça" (2026), que se proyectó en la sección Horizontes de la 20ª edición de CineBH.
La conversación profundiza en la visión de la directora sobre el cine brasileño realizado desde la periferia y por mujeres. Denise reflexiona sobre el proceso de construcción compartido con las actrices, la urgencia de redefinir el cine popular al margen de los estándares hegemónicos y la potencia de una creación guiada por la intuición y lo erótico, que se aleja de la racionalidad:
"[...] el cine es una manera de adentrarse en cosas que son complejas y ver sentimientos, lados que a veces son opacos, pudiendo entrar en otros universos".
🔗 Lee la entrevista completa en sarayrosa.com](https://scontent-lhr6-1.cdninstagram.com/v/t51.82787-15/849508579_17937437964390781_2655953640829663480_n.jpg?stp=dst-jpg_e35_tt6&_nc_cat=108&ccb=7-5&_nc_sid=18de74&efg=eyJlZmdfdGFnIjoiQ0FST1VTRUxfSVRFTS5iZXN0X2ltYWdlX3VybGdlbi5DMyJ9&_nc_ohc=QvrHfJloTAwQ7kNvwEfperp&_nc_oc=AdrvYxmuJnVBHhcah2rNEo8UfCO6JXhSGNniz7OH-7-p3C63Wdghb1v8eGySLLmP8Rc&_nc_zt=23&_nc_ht=scontent-lhr6-1.cdninstagram.com&edm=ANo9K5cEAAAA&_nc_gid=LvJI5AaQWFqIqodD7RCJDQ&_nc_tpa=Q5bMBQJ-mtdZAOfuHz_zFzts5ChNFwkxbVTPfCsjztYtvDaDDJo6GJAByaJsjYdJe71eNnNKZAwIdq62&oh=00_AQP7VhiURx-NCxN0D1iMQ3uryqm8wOc6K8efLgWm-Xx6nA&oe=6ADFE74F)














![A partir da exibição de "Virtuosas" na 20ª CineBH, em novo texto do site, Nayara Aguiar destrincha como a diretora Cíntia Domit Bittar articula as mecânicas do fundamentalismo religioso no Brasil contemporâneo.
Ao articular a lógica de mercado da fé e a vigilância moral exercida entre as próprias mulheres, o texto investiga as raízes dessa violência e a escolha da linguagem do terror:
"É no pathos específico das políticas afetivas deturpadas do fundamentalismo religioso que nasce um moralismo pungente e, desse moralismo, uma violência [...] fria na engrenagem que a arquiteta, quente nas mãos que as executam — um terror naturalista, afinal, onde mais se travaria um filme do gênero senão em Santa Catarina?”
🔗 Leia a crítica completa em sarayrosa.com
🇪🇸
Tras la proyección de "Virtuosas" en la 20ª Muestra CineBH, Nayara Aguiar diseca en el nuevo artículo en el site cómo la directora Cíntia Domit Bittar articula la mecánica del fundamentalismo religioso en el Brasil contemporáneo.
Al vincular la lógica mercantil de la fe con la vigilancia moral ejercida sobre las propias mujeres, el texto investiga las raíces de esta violencia y la elección del lenguaje del terror:
"Es en el pathos específico de las políticas afectivas deturpadas del fundamentalismo religioso donde nace un moralismo punzante y, de ese moralismo, una violencia que la película de Cíntia Domit Bittar transforma en propuesta: fría en el engranaje que la arquitecta, cálida en la mano que la ejecuta — un terror naturalista, al fin y al cabo, ¿dónde más se libraría una película del género sino en Santa Catarina?"
🔗 Lea la crítica completa en sarayrosa.com](https://scontent-lhr11-1.cdninstagram.com/v/t51.82787-15/825270038_17934869712390781_1812860770498213797_n.jpg?stp=dst-jpg_e35_tt6&_nc_cat=106&ccb=7-5&_nc_sid=18de74&efg=eyJlZmdfdGFnIjoiQ0FST1VTRUxfSVRFTS5iZXN0X2ltYWdlX3VybGdlbi5DMyJ9&_nc_ohc=gKePqIzI4RAQ7kNvwEhmXUI&_nc_oc=AdowAM6HfF40xpvewXBK2OMiSkuY_y9P-Tx1tNHXc1Axqfn6BZRKyH4LrPvF6K3GZ68&_nc_zt=23&_nc_ht=scontent-lhr11-1.cdninstagram.com&edm=ANo9K5cEAAAA&_nc_gid=LvJI5AaQWFqIqodD7RCJDQ&_nc_tpa=Q5bMBQJYnLeBf8TLAtyy6Kduln7umLBzzVAHf_ZAGyBd_wO0UOKbvrIxrP_0cR4SLpkYXXo09-_9n8SB&oh=00_AQMXW5g8dJ2UbWp4fWHGT9fgz5tVhqs62JbcbLh5PF0p7w&oe=6ADFFC56)
![A partir da exibição de "Virtuosas" na 20ª CineBH, em novo texto do site, Nayara Aguiar destrincha como a diretora Cíntia Domit Bittar articula as mecânicas do fundamentalismo religioso no Brasil contemporâneo.
Ao articular a lógica de mercado da fé e a vigilância moral exercida entre as próprias mulheres, o texto investiga as raízes dessa violência e a escolha da linguagem do terror:
"É no pathos específico das políticas afetivas deturpadas do fundamentalismo religioso que nasce um moralismo pungente e, desse moralismo, uma violência [...] fria na engrenagem que a arquiteta, quente nas mãos que as executam — um terror naturalista, afinal, onde mais se travaria um filme do gênero senão em Santa Catarina?”
🔗 Leia a crítica completa em sarayrosa.com
🇪🇸
Tras la proyección de "Virtuosas" en la 20ª Muestra CineBH, Nayara Aguiar diseca en el nuevo artículo en el site cómo la directora Cíntia Domit Bittar articula la mecánica del fundamentalismo religioso en el Brasil contemporáneo.
Al vincular la lógica mercantil de la fe con la vigilancia moral ejercida sobre las propias mujeres, el texto investiga las raíces de esta violencia y la elección del lenguaje del terror:
"Es en el pathos específico de las políticas afectivas deturpadas del fundamentalismo religioso donde nace un moralismo punzante y, de ese moralismo, una violencia que la película de Cíntia Domit Bittar transforma en propuesta: fría en el engranaje que la arquitecta, cálida en la mano que la ejecuta — un terror naturalista, al fin y al cabo, ¿dónde más se libraría una película del género sino en Santa Catarina?"
🔗 Lea la crítica completa en sarayrosa.com](https://scontent-lhr11-1.cdninstagram.com/v/t51.82787-15/825270038_17934869712390781_1812860770498213797_n.jpg?stp=dst-jpg_e35_tt6&_nc_cat=106&ccb=7-5&_nc_sid=18de74&efg=eyJlZmdfdGFnIjoiQ0FST1VTRUxfSVRFTS5iZXN0X2ltYWdlX3VybGdlbi5DMyJ9&_nc_ohc=gKePqIzI4RAQ7kNvwEhmXUI&_nc_oc=AdowAM6HfF40xpvewXBK2OMiSkuY_y9P-Tx1tNHXc1Axqfn6BZRKyH4LrPvF6K3GZ68&_nc_zt=23&_nc_ht=scontent-lhr11-1.cdninstagram.com&edm=ANo9K5cEAAAA&_nc_gid=LvJI5AaQWFqIqodD7RCJDQ&_nc_tpa=Q5bMBQJYnLeBf8TLAtyy6Kduln7umLBzzVAHf_ZAGyBd_wO0UOKbvrIxrP_0cR4SLpkYXXo09-_9n8SB&oh=00_AQMXW5g8dJ2UbWp4fWHGT9fgz5tVhqs62JbcbLh5PF0p7w&oe=6ADFFC56)




































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