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Ministério da Cultura e o Governo de Minas Gerais apresentam:


Las Amantes del Señor de la Noche: o subversivo e ousado sabá de Isela Vega
Por Gabriela Müller Larocca | Ensaios Desde muito cedo, a bruxa tem sido uma figura central no cinema. Do filme mudo sueco-dinamarquês de 1922, Häxan – A Feitiçaria Através dos Tempos, até produções mais recentes, como o famoso A Bruxa (2015), essa figura mitológica vem povoando o audiovisual há décadas, prova de um contínuo fascínio coletivo que existe sobre ela. Embora alguns filmes retratem as bruxas por um prisma mais simpático e até mesmo cômico, na grande maioria das ve
Gabriela Müller Larocca
há 6 dias13 min de leitura


Stronger than Love: ¡Too Much Mexican Melodrama!
Stronger than Love: ¡Too Much Mexican Melodrama! foi um programa itinerante do coletivo feminista Invisible Women, produzido como parte da campanha "Too Much: Melodrama on Screen" do British Film Institute. Entre outubro e dezembro de 2025, o programa percorreu o Reino Unido com quatro filmes da Era de Ouro do Cinema Mexicano: visualmente exuberantes e emocionalmente explosivos. De uma perspectiva feminista, a série celebrou a estética apurada e as paixões indomáveis do melod
Camilla Baier
23 de fev.15 min de leitura


Há bem mais entre um homem e uma mulher: dos regimes políticos aos regimes estéticos em "De cierta Manera"
Além de ser o primeiro filme cubano feito por uma mulher negra, De cierta manera (1974-1977) revela-se hoje incontornável se quisermos subst
Roberta Veiga
2 de abr. de 20257 min de leitura


Meninas desobedientes: memória, fantasia e resistência no cinema dirigido por mulheres centro-americanas.
Seria então o que vimos pelas janelas e portas da nossa infância, a coisa mais próxima dos nossos primeiros filmes?
Maria José Merino
21 de jan. de 20259 min de leitura






![“Sou um corpo dissidente do (cis)tema de sexo-gênero (…) Habito fronteiras.”
Neste ensaio, @luignascimento parte de si para atravessar o cinema: da ausência de referências à urgência de se ver em cena, das representações estereotipadas à construção de um cinema sapatão brasileiro contemporâneo, feito por quem vive essas experiências.
Entre apagamentos, “in/visibilidades” e narrativas marcadas por violência, o texto revela também as brechas — filmes, gestos e alianças que transformam o cinema em espaço de existência, desejo e criação.
“Há um senso de urgência que acompanha esse desejo […] urgência de falar para nós, por nós, mas também de gritar ao mundo quem somos e quem podemos ser.”
Um mergulho sensível e político em um cinema que se constrói no afeto, na coletividade e na invenção de outras possibilidades de vida.
🔗 Leia na íntegra em sarayrosa.com
#SaraYRosa #CinemaSapatão #CinemaQueer #CríticaFeminista #CinemaBrasileiro
🇪🇸
Entre las brechas sápatonas en el cine brasileño
Por Lui Nascimento
“Soy un cuerpo disidente del (cis)tema de sexo-género (…) Habito fronteras.”
En este ensayo, Lui Nascimento parte de su propia experiencia para atravesar el cine: desde la ausencia de referentes hasta la urgencia de verse en pantalla, de las representaciones estereotipadas a la construcción de un cine lesbiano contemporáneo en Brasil.
Entre invisibilidades y narrativas marcadas por la violencia, el texto también revela las grietas — películas, gestos y alianzas que transforman el cine en un espacio de deseo, existencia y creación.
“Hay una urgencia […] de hablar para nosotres, por nosotres, pero también de gritar al mundo quiénes somos y quiénes podemos ser.”
Un recorrido sensible y político por un cine que se construye desde el afecto, la colectividad y la invención de otros mundos posibles.
🔗 Lee el texto completo en sarayrosa.com
Imagens dos filmes “Peixe” (2019) de @ygcf_ysmn e “Minha história é outra” (2019) de Mariana Campos](https://scontent-den2-1.cdninstagram.com/v/t51.82787-15/693332325_17910936828390781_3741062162069005596_n.jpg?stp=dst-jpg_e35_tt6&_nc_cat=101&ccb=7-5&_nc_sid=18de74&efg=eyJlZmdfdGFnIjoiQ0FST1VTRUxfSVRFTS5iZXN0X2ltYWdlX3VybGdlbi5DMyJ9&_nc_ohc=sdeqkcbAZ78Q7kNvwFcBaj-&_nc_oc=Adr7NSoHsX2Hte9YCbfXPgKJJ1jdCyOagGUrr4sB8cX-y5T0qmF-DlAR4R0FxKsKv1A&_nc_zt=23&_nc_ht=scontent-den2-1.cdninstagram.com&edm=ANo9K5cEAAAA&_nc_gid=oTTG_tvR-Yd3YTNekpFO-g&_nc_tpa=Q5bMBQF1IF0W1ivXi-nYzJ3PFzxwjSsYnb7B_1t_sawtORcohTdynKp_QhavK89hOYhwFMBXF0FgN5Dt&oh=00_Af40yO5HP3ZrMIATUJqeEANkCw5pNiqYTP0EpXOcZHolfQ&oe=6A11D492)
![“Sou um corpo dissidente do (cis)tema de sexo-gênero (…) Habito fronteiras.”
Neste ensaio, @luignascimento parte de si para atravessar o cinema: da ausência de referências à urgência de se ver em cena, das representações estereotipadas à construção de um cinema sapatão brasileiro contemporâneo, feito por quem vive essas experiências.
Entre apagamentos, “in/visibilidades” e narrativas marcadas por violência, o texto revela também as brechas — filmes, gestos e alianças que transformam o cinema em espaço de existência, desejo e criação.
“Há um senso de urgência que acompanha esse desejo […] urgência de falar para nós, por nós, mas também de gritar ao mundo quem somos e quem podemos ser.”
Um mergulho sensível e político em um cinema que se constrói no afeto, na coletividade e na invenção de outras possibilidades de vida.
🔗 Leia na íntegra em sarayrosa.com
#SaraYRosa #CinemaSapatão #CinemaQueer #CríticaFeminista #CinemaBrasileiro
🇪🇸
Entre las brechas sápatonas en el cine brasileño
Por Lui Nascimento
“Soy un cuerpo disidente del (cis)tema de sexo-género (…) Habito fronteras.”
En este ensayo, Lui Nascimento parte de su propia experiencia para atravesar el cine: desde la ausencia de referentes hasta la urgencia de verse en pantalla, de las representaciones estereotipadas a la construcción de un cine lesbiano contemporáneo en Brasil.
Entre invisibilidades y narrativas marcadas por la violencia, el texto también revela las grietas — películas, gestos y alianzas que transforman el cine en un espacio de deseo, existencia y creación.
“Hay una urgencia […] de hablar para nosotres, por nosotres, pero también de gritar al mundo quiénes somos y quiénes podemos ser.”
Un recorrido sensible y político por un cine que se construye desde el afecto, la colectividad y la invención de otros mundos posibles.
🔗 Lee el texto completo en sarayrosa.com
Imagens dos filmes “Peixe” (2019) de @ygcf_ysmn e “Minha história é outra” (2019) de Mariana Campos](https://scontent-den2-1.cdninstagram.com/v/t51.82787-15/693332325_17910936828390781_3741062162069005596_n.jpg?stp=dst-jpg_e35_tt6&_nc_cat=101&ccb=7-5&_nc_sid=18de74&efg=eyJlZmdfdGFnIjoiQ0FST1VTRUxfSVRFTS5iZXN0X2ltYWdlX3VybGdlbi5DMyJ9&_nc_ohc=sdeqkcbAZ78Q7kNvwFcBaj-&_nc_oc=Adr7NSoHsX2Hte9YCbfXPgKJJ1jdCyOagGUrr4sB8cX-y5T0qmF-DlAR4R0FxKsKv1A&_nc_zt=23&_nc_ht=scontent-den2-1.cdninstagram.com&edm=ANo9K5cEAAAA&_nc_gid=oTTG_tvR-Yd3YTNekpFO-g&_nc_tpa=Q5bMBQF1IF0W1ivXi-nYzJ3PFzxwjSsYnb7B_1t_sawtORcohTdynKp_QhavK89hOYhwFMBXF0FgN5Dt&oh=00_Af40yO5HP3ZrMIATUJqeEANkCw5pNiqYTP0EpXOcZHolfQ&oe=6A11D492)




















































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